Busca

quinta-feira, agosto 05, 2010

Senado tira monopólio da produção dos radiofármacos


O Senado aprovou em dois turnos de votação no dia 03/08/10, a PEC 100/2010 que retira da União o monopólio sobre a produção, comercialização e uso de elementos radioativos para fins medicinais.

Com isso, empresas privadas podem fabricar e distribuir esses elementos, que são fundamentais para o diagnóstico de doenças cancerígenas.

Até então, apenas duas estatais têm autorização para produzir e comercializar esses produtos: o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), em São Paulo, e o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), no Rio de Janeiro, ambos vinculados ao Ministério de Ciência e Tecnologia. A autorização para a produção e venda dos radioisótopos, no entanto, fica sob a responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear, também vinculada ao ministério.

De acordo com o autor da proposta, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), a ampliação da autorização para venda e produção desses produtos vai aumentar o acesso de pacientes aos tratamentos e exames. "Hoje, só duas estatais podem produzir e comercializar esses produtos. E como eles têm uma vida curta, muitos com menos de duas horas de durabilidade, isso obriga os pacientes a viajarem até essas localidades para terem acesso a diagnóstico e tratamento", afirmou.

Agora, a PEC segue para apreciação pelo plenário da Câmara, que deve aprovar a matéria em dois turnos, por pelo menos 3/5 dos deputados (quantidade igual ou superior a 308 deputados). Caso sofra alterações, a PEC volta para apreciação do Senado. Se for aprovada sem mudanças, a matéria é promulgada pelo presidente do Congresso, o senador José Sarney (PMDB-AP). 


Fonte: JB Online


Obs: Só uma correção Sr Senador: é meia-vida curta e o mais correto seria dizer atividade, não é, Tecnólogos?

Mulheres adquirem câncer de mama mais cedo e profissionais tentam evitar erros em diagnósticos


As mulheres vítimas de câncer de mama são cada vez mais numerosas e jovens. É o que diz o mastologista pernambucano Paulo Vicente, especialista nestes casos. "As mulheres menstruam mais cedo e têm filhos mais tarde e em menor número, o que é uma diferença muito grande no estilo de vida da geração anterior. Isso também significa uma exposição, durante mais tempo, aos riscos de desenvolver um tumor. Hoje, tratamos pacientes com 25 anos, por exemplo", explica. Em números, a previsão assusta. A previsão é que 49.240 mulheres no Brasil desenvolvam a doença somente este ano.


Nos Estados Unidos, a recomendação é que exames mamográficos sejam feitos por mulheres a partir dos 50 anos, em vez dos 40 como já era padrão, inclusive no Brasil. O Governo americano optou pela decisão após o grande número de erros de diagnósticos verificados no país, que chega a 17%, número equivalente aos praticados em clínicas brasileiras.

No entanto, por aqui, a definição de exames de rotina para mulheres a partir dos 40 anos se mantém conforme orientação do Ministério da Saúde divulgada no início deste ano. No Hospital do Câncer de Pernambuco, por exemplo, o número de mamografias pulou de 600 para 1500 por mês. Tudo para garantir um diagnóstico precoce e mais eficaz. "Com erro, ninguém faz nada. É preciso ter certeza antes de uma mama ser operada ou condenada, por isso é preciso cautela", afirma Vicente.

Os cuidados são o lema da patologista do Hospital do Câncer Maria do Carmo Abreu e Lima. De acordo com ela, muitas vezes é preciso pedir mais tempo para estudar a fundo um caso e até pedir uma segunda opinião de um colega antes de chegar a uma conclusão. "Tudo é um desafio no que diz respeito à mama. Temos que identificar o problema, definir o tamanho de um tumor, bem como a margem de tecido sadio para avaliar se é possível manter a mama. É um processo delicado. É impossível garantir que não haja erros, mas há como evitar", defende.

Segundo ela, os cuidados devem começar desde a mamografia, passando para a biópsia. É preciso utilizar máquinas com manutenção adequada e que a mama seja estudada perfeitamente posicionada desde a sua concepção imagética, obtida na mamografia. Na biópsia, é necessário cuidado desde a coleta até a hora de registrar, para que tudo seja preciso e não haja troca de resultados. "Mais importante ainda é a experiência do profissional. Para garantir a segurança do laudo, um patologista deve ter três anos de residência médica e, pelo menos, outros cinco de prática", afirma.

Um estudo da Universidade da Califórnia concorda com a doutora. Segundo o documento, para ser confiável, o profissional, tanto de radiologia quanto de patologia, deve estar em contato permanente com diagnósticos. Por serem cada vez menores, as imagens de possíveis tumores precisam de sensibilidade na interpretação, o que só seria possível com alguém que lida com pelo menos 2.500 procedimentos como este por ano.

Ao sinal de qualquer nódulo no seio, é preciso buscar ajuda de um profissional. Na dúvida, a paciente deve questionar sempre junto ao seu médico sobre os problemas diagnosticados e, quando houver algum tipo de problema, buscar uma segunda opinião. No que diz respeito às clínicas de mamografia, primeiro passo para a identificação da doença, é necessário verificar se o local possui selo de qualidade do Colégio Brasileiro de Radiologia e questionar sobre o tempo de experiência dos radiologistas que atendem a paciente. Precaução nunca é demais.


Fonte: Pernambuco.com

Enade 2010


Já estão abertas as inscrições para o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que faz parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e tem o objetivo de avaliar o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos.

Neste ano serão avaliados os estudantes matriculados no primeiro e no último ano dos cursos de bacharelado em Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional e Zootecnia, e dos cursos superiores de tecnologia em Agroindústria, Agronegócios, Gestão Hospitalar, Gestão Ambiental e Radiologia.

Estão habilitados ao Enade 2010 os estudantes ingressantes, que até o dia 02 de agosto tiverem concluído entre 7% e 22% da carga horária (inclusive a mínima) do currículo do curso da Instituição de Ensino Superior (IES) além dos estudantes concluintes que já tenham cursado pelo menos 80% da carga horária mínima do currículo do curso da IES, ou que tenham condições acadêmicas de conclusão do curso no ano letivo de 2010.

Estão dispensados do Enade 2010 os estudantes que colarem grau até o dia 31 de agosto de 2010 e aqueles que estiverem oficialmente matriculados e cursando atividades curriculares fora do Brasil na data de realização do Enade 2010 em instituição conveniada com a IES de origem do estudante. As provas serão realizadas no dia 21 de novembro, às 13h, no horário de Brasília


Fonte:  Alagoas em Tempo Real

terça-feira, agosto 03, 2010

SOS Submarino Nuclear


Sinopse

Quando o submarino nuclear U.S.S. Neptune se choca com um cargueiro norueguês, ele rapidamente afunda até a borda de um instável canion no fundo do oceano. A única esperança para o capitão Paul Blanchard e sua tripulação está em um submersível experimental pilotado por David Carradine e Stacy Keach. Agora, os sobreviventes encaram uma corrida contra o tempo para não ficarem sem oxigênio, terem o casco do submarino esmagado pela pressão da água, ou caírem na profunda fossa oceânica.

Informações Técnicas

Título Original: Gray Lady Down
Direção e Roteiro: David Greene
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 110 min.
Ano de Produção: 1978
País de origem: EUA
Elenco: Charlton Heston, David Carradine, Stacy Keach, Ned Beatty, Stephen McHattie, River Phoenix





Submarino Nuclear


Sinopse

O capitão do mais novo submarino nuclear americano e sua tripulação inexperiente, são a última linha de defesa contra um guerreiro violento. O guerreiro descontrolado, com seu próprio submarino roubado, ameaça lançar mísseis nucleares na Costa Oeste dos Estados Unidos.

Informações Técnicas

Título Original: Submarines
Direção e Roteiro: David Douglas
Gênero: Ação
Tempo de Duração: 95 min.
Ano de Produção: 2002
País de origem: EUA
Estúdio/Distrib.: Fox Filmes
Elenco: Jim Davidson, Jodi Bianca Wise, Stephen Ramsey



Alerta Nuclear


Sinopse

Portland, um submarino americano para ataques nucleares da classe Los Angeles está sendo preparado para manobras militares de rotina nas águas do Ártico. Além da tripulação acompanham a missão, o Dr. Harry Reinhardt, um sério acadêmico, Rick Postley, um expert em eletrônica e Laura Dyson, uma jovem bióloga. Após mergulharem sob a calota polar, os três cientistas embarcam num pequeno submersível que é usado para fazer leituras a pequenas distâncias. De repente eles recebem ordens para retornarem com urgência, pois, aparente, ele bate violentamente arremessando o Portland à um mergulho incomodável. Os cientistas são arrastados presos pelo cabo na pequena embarcação. E agora temem não somente por suas vidas, mas por toda a tripulação perdida no fundo do mar.

Informações Técnicas
 

Título Original: Subdown
Direção e Roteiro: Alan Smithee
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 91 min.
Ano de Produção: 1998
País de origem: EUA
Estúdio/Distrib.: Europa Filmes
Elenco: Stephen Baldwin, Gabrielle Anwar, Tom Conti


In the Nuclear Shadow: What Can the Children Tell Us?

Sinopse

Crianças de várias raças e idades expressam abertamente sentimentos de medo e raiva sobre a sobrevivência pessoal e planetária. Eles concluem com a esperança de que a corrida armamentista nuclear será resolvida para que eles possam crescer e viver uma vida frutífera.
 
Informações Técnicas
 
Título Original: In the Nuclear Shadow: What Can the Children Tell Us?
Direção e Roteiro: Eric Thiermann, Vivienne Verdon-Roe
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 25 min.
Ano de Produção: 1983
País de origem: EUA

segunda-feira, agosto 02, 2010

Deadly Deception: General Electric, Nuclear Weapons, and Our Environment

Sinopse

A GE foi o foco desse premiado documentário acadêmico em 1991, que justapôs o comercial “GE’s rosy: ‘We Bring Good Things To Life’” com as verdadeiras histórias de trabalhadores e vizinhos cujas vidas foram devastadas pelo envolvimento da companhia na construção e teste de bombas nucleares.
  
Informações Técnicas
  
Título Original: Deadly Deception: General Electric, Nuclear Weapons, and Our Environment
Direção e Roteiro:  Debra Chasnoff 
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 27 min.
Ano de Produção: 1991
País de origem: EUA
Estúdio/Distrib.:  Women's Educational Media

If You Love This Planet

Sinopse
 
É um documentário/curta de uma palestra proferida aos alunos da SUNY Plattsburgh pela médica nuclear e crítica Dr. Helen Caldicott sobre os perigos das armas nucleares. O filme foi rotulado como "propaganda política" pelo Departamento de Justiça E.U. No entanto, isso pode ter apenas ajudado a dar ao filme publicitário o Oscar de Documentário Curta Metragem.
  
Informações Técnicas
  
Título Original: If You Love This Planet/Dr. Helen Caldicott on Nuclear War/Si Cette Planète Vous Tient à Coeur
Direção e Roteiro: Terre Nash 
Gênero: Documentário/Curta
Tempo de Duração: 26 min.
Ano de Produção: 1982
País de origem: Canadá
Estúdio/Distrib.: National Film Board of Canada
Elenco:  Helen Caldicott, Clement Attlee, Ernest Bevin, Vannevar Bush, James F. Byrnes


Herança Nuclear

Sinopse

Depois da Terra ser destruída num conflito nuclear, cinco sobreviventes enfrentam perigos percorrendo os EUA à procura de outras pessoas.
  
Informações Técnicas
  
Título Original: Damnation Alley
Direção e Roteiro: Jack Smight
Gênero: Ficção
Tempo de Duração: 91 min.
Ano de Produção: 1977
País de origem: EUA
Elenco:
Jan-Michael Vincent, George Peppard, Dominique Sanda, Paul Winfield, Jackie Earle Haley






Herança Nuclear / O Testamento

Sinopse

No subúrbio de São Francisco, mulher tenta juntar forças para criar os filhos logo depois que os Estados Unidos são atacados por uma bomba nuclear.
  
Informações Técnicas
  
Título Original: Testament
Direção e Roteiro: Lynne Littman, Carol Amen, John Sacret Young
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 90 min.
Ano de Produção: 1983
País de origem: EUA

Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures, Entertainment Events, American Playhouse, CIC Vídeos.
Elenco: Jane Alexander, William Devane, Ross Harris, Roxana Zal, Lukas Haas, Kevin Costner

quinta-feira, julho 29, 2010

No 1º aniversário do Blog, mais ofertas de emprego pra vocês!!!!


Requisitos: Experiência na função, ensino médio completo. Técnico em Radiologia. Profissional especializado com curso superior (completo/cursando).
Onde: Rio de Janeiro-RJ
Vagas: 20
Atribuições: Ministrará atividades pertinentes a área de radiologia para uma turma em torno de 20 a 30 alunos.

Requisitos: Curso técnico ou superior na área. Experiência em hospitais e clínicas.
Onde: Santo André-SP
Vagas: 1
Atribuições: Ministrar aulas em curso técnico em radiologia ou tecnólogo, exames contrastados.

Requisitos: Tecnólogo em Radiologia. Experiência na área de Radiologia.
Onde: Santo André-SP
Vagas: 1
Atribuições: Coordenar a área de Radiologia e outras atividades pertinentes a função.

Requisitos: Formação superior ou tecnólogo em radiologia. Desejável possuir licenciatura.
Onde: Duque de Caxias-RJ
Vagas: 5
Atribuições: Ministrar aulas e treinamentos na área de radiologia

Requisitos: Necessário estar cursando superior referente a área.
Onde: Rio de Janeiro-RJ
Vagas: 1
Atribuições: Irá trabalhar na área de Tecnologia em Radiologia.

Cargo: Facilitador de Radiodiagnóstico
Requisitos: Experiência comprovada em ministrar aulas. Superior completo ou cursando.
Onde: Feira de Santana-BA
Vagas: 2
Atribuições: Irá lecionar a disciplina de radiologia.

Cargo: Especialista de Produto / Aplication
Requisitos: Ensino Técnico ou Tecnólogo completo ou cursando em Radiologia. Inglês básico.
Onde: Belo Horizonte-MG
Vagas: 1
Atribuições: Atuar com calibração de imagens (radiologia digital), ajustes de leitores digitais de raios X e mamógrafos.

Cargo: Professor de Radiologia
Requisitos: Desejável experiência de 6 meses em educação de adultos. Ensino superior ou técnico de Radiologia.
Onde: Maracanaú-CE
Vagas: 5
Atribuições: Lecionar aulas para jovens e adultos de Maracanaú.

Cargo: Técnico em Proteção Radiológica Júnior
Requisitos: Ensino médio ou técnico na área de Proteção Radiológica. Conhecimento dos principais conceito de mineração e radiologia.
Onde: Vila Pitinga-AM
Vagas: 1
Atribuições: Irá detectar atos, ou procedimentos que contrarie as normas de proteção radiológica da empresa ou da CNEN, fiscalizar as áreas, os funcionários e equipamentos visando cumprimento das normas de serviços de proteção radiológica, e a utilização dos equipamentos apropriados. Irá auxiliar e acompanhar inspeção da CNEN, dar suporte à descondicionamento de plantas e reconstituição de áreas degradadas, com materiais radioativos de ocorrência natural. Realizar auditorias internas de proteção radiológica; coletar pluviosidade e outros dados meteorológicos.

Cargo: Professor de Radiologia
Requisitos: Experiência em docência secundária, desejável na área. Formação técnica em Radiologia.
Onde: Araxá-MG
Vagas: 1
Atribuições: Irá ministrar aulas técnicas de radiologia. Controle de frequência e aproveitamento. Participar dos encontros de formação pedagógica. Participar das reuniões administrativas e pedagógicas. Desenvolver projetos. Planejar visitas técnicas, aulas práticas e/ou de campo e outras atividades inerentes ao cargo.

Cargo: Professor de Radiologia
Requisitos: Experiência em ministrar aulas de radiologia. Superior completo na área de Radiologia.
Onde: Embu-SP
Vagas: 2
Atribuições: Irá ministrar aulas de Radiologia para alunos em escola de cursos técnicos e profissionalizantes através da aplicação de atividades em sala, provas e exercícios.

Cargo: Professor de Irradiação de Produtos / Esterilização e Conservação de Alimentos
Requisitos: Formação superior completo. Especialização na área.
Onde: Guarulhos-SP
Vagas: 1
Atribuições: Para ministrar aulas para graduação superior em Tecnologia em Radiologia. Didática para sala de aula, transmitindo conteúdos técnico-práticos pertinentes, através de explicações, dinâmica de grupo e outras técnicas, afim de facilitar a assimilação por parte dos instruendos. 





Boa Sorte!

quarta-feira, julho 28, 2010

Mamamóvel


Parceria vai ampliar acesso ao Mamamóvel em cidades do Interior do Rio Grande do Sul

Nesta quinta-feira, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) anunciou que irá firmar uma parceria com o Instituto da Mama (Imama) para aumentar o número de mamografias no Rio Grande do Sul. "Faz três anos que a gente luta por isso e agora estamos dando o primeiro passo", afirmou a presidente Maira Caleffi, ao lembrar o esforço que o Imama vem fazendo para ampliar a utilização do Mamamóvel.



Este caminhão - equipado com consultório médico e mamógrafo se desloca por cidades distantes no Interior gaúcho. Além de exames de mamografia e palpação, o veículo leva também oficinas de conscientização. 

Conforme o Imama, a unidade móvel foi aprovada para receber o certificado de qualidade da Comissão de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia. Até agora, alguns entraves burocráticos dificultavam um uso maior do veículo. "O governo do Estado vai contratar o Mamamóvel para atender as mulheres que vivem em municípios onde não há o equipamento", afirma a titular da SES, Arita Bergmann.




A secretária fez o anúncio durante um evento promovido pelo Imama para lançar a 7ª edição da Caminhada das Vitoriosas. Neste ano, serão sete cidades gaúchas participantes. "Queremos convocar toda a população, e não só quem teve câncer, para que a gente possa mostrar que essa doença é preocupante e que precisamos fazer alguma coisa", destaca Maira.



A presidente do Imama aproveitou o lançamento para apresentar Marina da Silva Bernardo. "A história triste dessa senhora mostra a realidade das mulheres que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, quase 80% da população brasileira."


Com 66 anos, dona Marina já enfrentou e venceu um câncer na mama em 2007. Em abril, foi diagnosticado um novo tumor. "Conseguir marcar uma consulta, nunca é fácil. É sempre para um mês depois. Na primeira vez, a quimioterapia demorou um ano para começar", relata.


Segundo Maira, o tempo ideal para dar início ao tratamento quimioterápico é de até 60 dias. "No SUS, a média de espera entre o diagnóstico e a cirurgia chega a 188 dias. É um absurdo". "A maior dificuldade é vencer a angústia e o desespero que vão tomando conta da gente", explica dona Marina. "Mesmo assim, eu não me entrego e vou continuar lutando para receber o atendimento a que tenho direito".




Fonte: Jornal do Comércio (com adaptações)

Mais dois meses de espera em Joinville-SC


Acelerador Linear está em fase de ajustes finais


Se tudo ocorrer conforme o cronograma, o acelerador linear deverá começar a ser utilizado no tratamento de pacientes com câncer no Hospital Municipal São José, em Joinville-SC, em dois meses. O equipamento foi comprado pelo Estado em 2006, e, depois de três licitações fracassadas, a construção da casamata foi concluída. Esta semana começa a fase dos ajustes finais.

“Até o fim da semana, técnicos do fabricante devem chegar à cidade para calibrar a máquina”, diz o diretor do hospital, Tomio Tomita. O equipamento que será utilizado nesse processo já está na casamata. O objetivo é verificar se o nível de radiação indicado pelo equipamento é mesmo o que chega ao paciente. O trabalho deve durar uma semana.

“Depois disso, solicitaremos uma nova visita da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), responsável por fiscalizar se não há vazamento de radiação”, explica. “Só depois da liberação é que os funcionários do setor de oncologia do hospital passarão por um mês de treinamento para operar o acelerador linear”, diz Tomita. “Está tudo dentro do cronograma”, afirma Tomita. “Começamos as obras da casamata no fim de outubro, e para quem esperou cinco anos, um mês de diferença não é nada”, diz Tomita.

Assim que começar a funcionar, a expectativa é de que o número de pacientes diários na radioterapia do São José dobre. “Joinville passará a ser referência na região e deveremos atender a cerca de 120 pacientes de diversos municípios”, diz o chefe do setor de radioterapia do Hospital São José, Ricardo Polli.

Atualmente, cerca de 60 pacientes de radioterapia do hospital são submetidos ao tratamento com a bomba de cobalto, em operação há 20 anos. “Aqueles que têm indicação para tratamento com acelerador linear estão sendo encaminhados para Jaraguá do Sul”.

Mas a bomba de cobalto não será aposentada. Assim que o acelerador entrar em operação, ela receberá uma nova pastilha radioativa, que precisa ser trocada periodicamente. A Prefeitura licitou e importou a pastilha por cerca de R$ 400 mil. “O tempo de uso do aparelho, sem essa manutenção, faz com que os efeitos colaterais se sobreponham ao benefício, por isso o empenho em investir na compra de equipamentos mais modernos como o acelerador e a manutenção da bomba de cobalto, reivindicações médicas há mais de 15 anos”, ressalta.

Fonte: A Notícia (com adaptações)

Perigo de contaminação em Loanda-PR


A preocupação sobre a contaminação ambiental a partir das indústrias de metais sanitários de Loanda, no Paraná, município com 20 mil habitantes, mobilizou uma equipe de pesquisadores de uma autarquia da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2007, Luciana da Conceição Pavanelli e Maria Aparecida Faustino Pires, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), publicaram a dissertação de mestrado
"Diagnóstico Ambiental das Áreas Suscetíveis a Contaminação por Metais no Polo Industrial de Fundição de Loanda, Estado do Paraná".

A pesquisa "mostrou incremento de cobre, zinco, cromo, níquel e chumbo apenas nos pontos adjacentes à indústria e um alto índice de mobilidade de cromo e níquel".

As pesquisadoras concluíram que "o solo da região não requer remediação, porém, ainda existe uma preocupação com o lençol freático". Maria Aparecida, doutora em Química pela USP e pesquisadora do Ipen há 28 anos, diz que algumas indústrias foram visitadas pela equipe durante a elaboração do trabalho.

"Notamos que as empresas maiores tomam os cuidados necessários, mas pode haver problemas em uma ou outra menor, já que o polo industrial é disseminado na região", destaca a orientadora do estudo.

A pesquisadora afirma que as amostra de água colhidas no lençol freático não apontaram problemas, mas ressalta que o perigo de contaminação precisa ser considerado. "Pode ocorrer, caso o aporte de resíduos seja muito grande", explica a doutora.

Para elaborar o estudo, as pesquisadoras chegaram a estudar a direção dos ventos, para verificar como os metais pesados podem ser transportados pelo ar, além do transporte por efluentes líquidos.

"Qualquer processo ambiental causa impactos, mas o que as empresas precisam fazer é usar filtros e adotar procedimentos que possibilitem a liberação do mínimo possível de resíduos no ambiente", comenta Maria Aparecida.  

Denúncia

Uma amostra dos resíduos apontou níveis de cobre 100% acima do limite estabelecido pela Resolução 357/2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

A investigação começou após denúncia de produtores rurais do município, que alegam ter perdido dezenas de cabeças de gado por envenenamento.

Eles alegam que os animais beberam água do Ribeirão Tamandueté, que recebe descargas de resíduos industriais por meio de uma canaleta de concreto, que percorre o pátio de várias indústrias fabricantes de torneiras. 


Fonte: O Diário (com adaptações)

Hospital das Clínicas da USP produzirá radiofármacos

Um convênio entre as iniciativas pública e privada tornou o HC (Hospital das Clínicas da USP) o primeiro hospital público do Estado a produzir radiofármacos, que serão usados em exames e em pesquisas. O projeto, estimado em R$ 17,7 milhões, foi financiado em conjunto com o Hospital Sírio-Libanês e a Secretaria de Estado da Saúde.

O Hospital Sirio Libanês doou um cíclotron, acelerador de partículas que produz os radiofármacos. O principal é o Flúor-18, FDG (fluorodeoxiglucose), elemento radioativo usado como contraste no PET.


O hospital também recebeu um PET/CT, que alia o PET à tomografia computadorizada. "No cíclotron, é possível transformar átomos em elementos radioativos e marcar, com eles, uma substância. O flúor, por exemplo, marca a glicose. Como o tumor precisa de glicose para crescer, é possível enxergá-lo logo no início", diz Carlos Buchpiguel, diretor do Centro de Medicina Nuclear do HC.


O PET pode mudar a conduta nos tratamentos. "Há casos em que o paciente vai ser operado porque se acredita que ele tem tumor só no pulmão, e o PET mostra que não vale a pena porque detecta o câncer em outro local", diz José Soares Jr., presidente da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear. Ele calcula que haja cerca de 20 PET/ CTs no país.


A aquisição do cíclotron foi possível devido à flexibilização, em 2006, do monopólio governamental sobre a produção de alguns radiofármacos. Até então, o HC comprava o FDG do Ipen - que possui os únicos dois cíclotrons da cidade. O aparelho custa entre US$ 2 e US$ 3 milhões.


O foco inicial do projeto será na área de oncologia. O FDG será usado no HC, no Sírio Libanês  e no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Novos marcadores também serão pesquisados.


Além de economia de custos, ter um cíclotron no complexo hospitalar permite produzir elementos radioativos de meia-vida curta. "A meia-vida do oxigênio, por exemplo, é de dois minutos. Se a fonte produtora não estiver ao lado do laboratório, inviabiliza", diz Gonzalo Vecina Neto, superintendente corporativo do Sírio.


Uma espécie de "bunker" com cerca de 2 metros de espessura de concreto na parede está sendo construído para abrigar o aparelho. A obra deve ser entregue em outubro.




Fonte: Tecnologia Radiológica (com adaptações)
 

ExpoT&C 2010


As aplicações da energia nuclear poderão ser conhecidas na ExpoT&C 2010, exposição científica que integra a programação da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O evento ocorre entre os próximos dias 25 e 30 de julho de 2010 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal.  





Os visitantes do estande da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) conhecerão técnicas nucleares usadas na medicina, indústria, geração de eletricidade, agricultura, na área de meio ambiente e em atividades de pesquisa. São demonstrações de como a energia nuclear vem ajudando a melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Criada em 1956, a CNEN pertence ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A Comissão é responsável por regular as atividades nucleares no Brasil e pela grande maioria das atividades de pesquisa e desenvolvimento do setor, garantindo com suas ações o uso cada vez mais amplo e seguro da energia nuclear em nosso País.

A aplicação da energia nuclear mais conhecida é como combustível para produção de energia elétrica, atividade a cargo da Eletronuclear, empresa do Ministério de Minas e Energia (MME). É uma forma limpa e eficiente de gerar eletricidade, além de ser a segunda mais econômica. As usinas nucleares Angra 1 e 2, localizadas no Rio de Janeiro, podem gerar cerca de 3% da eletricidade produzida no Brasil. Uma terceira usina, Angra 3, já está em construção e deve entrar em funcionamento em 2014.

A área médica utiliza técnicas nucleares tanto no diagnóstico como na terapia de vários problemas de saúde. Boa parte dessas técnicas baseia-se no uso de radiofármacos, que são materiais radioativos associados a substâncias que, por terem afinidade com alguns tecidos específicos, se alojam em partes do corpo humano e emitem radiação ionizante.

O meio industrial utiliza técnicas nucleares em diversos setores. Fios e cabos elétricos irradiados melhoram propriedades térmicas e mecânicas e são usados nas indústrias aeronáutica, automobilística, entre outras. A gamagrafia é usada para análise da integridade de estruturas metálicas e de concreto. A radioesterilização (esterilização com o uso de radiação) beneficia produtos como materiais cirúrgicos, cosméticos e alimentos e é usada também no combate a fungos e insetos que danificam artigos como livros, pinturas e esculturas.

Aplicações da energia nuclear como essas serão conhecidas no estande da CNEN. Os visitantes verão maquetes, produtos de mostruário, produções em vídeo e receberão material impresso com explicação do que é a energia nuclear e como está presente em nosso dia a dia.


Fonte: Ambiente Energia (com adaptações)

Radioterapia na adolescência ligada a maior risco de morte neonatal


As mulheres que receberam radioterapia contra o cancro durante a adolescência podem ter maiores probabilidades de que os seus filhos tenham morte neonatal, segundo os resultados de um estudo difundido pela revista médica britânica The Lancet.

A irradiação nos ovários ou no útero na puberdade pode aumentar esta tendência no futuro, revelou uma análise que envolveu 2085 pacientes, entre os quais 1651 mulheres que tinham menos de 21 anos quando o tumor foi diagnosticado.

Os cientistas do Instituto Nacional de Epidemiologia em Rockville e da Universidade de Vanderbilt, Tennessee - EUA chegaram a estas conclusões depois de acompanharem pessoas sobreviventes do cancro durante cinco anos.

Nos homens, no entanto, não se encontrou nenhuma associação entre a radiação na região testicular durante a adolescência e um maior risco de morte neonatal ou fetal.

Os cientistas desconhecem as razões que tornam o útero irradiado mais propenso a sofrer alterações, mas acreditam que pode estar relacionado com a vascularização ou a formação da placenta.


Fonte: Portal de Oncologia Português (com adaptações)

Reciclagem de filmes radiográficos


O Hospital das Clínicas de São Paulo instalou um posto de coleta de exames de raios X para recolher as películas e conscientizar a população sobre a importância do descarte correto do material. 

O local, que funciona há menos de um mês, atende todo tipo de público e já recolheu 340 quilos de filmes radiográficos - doados ao Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo, que vai se beneficiar da reciclagem do material.
De acordo com Carlos Suslik, diretor-executivo do Instituto Central do HC, o filme radiológico não deve ser jogado no lixo comum por conter prata e acetato em sua composição. O metal, inclusive, pode ser recuperado para comércio na forma de prata em "escamas".

Óleo vira biodiesel

Desde janeiro de 2010, o hospital mantém o posto de coleta de óleo de cozinha usado, que vai para a Cooper Glicério, Cooperativa de Catadores, onde é transformado em biodiesel. 

Os interessados em descartar óleo de cozinha usado ou filmes radiográficos podem comparecer ao posto de recolhimento.

Posto de Coleta - Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 (Prédio dos Ambulatórios, térreo), São Paulo-SP. De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.


Fonte: Yahoo (com adaptações)

Contagem ganha fábrica de raios X


A General Eletric inaugurou no dia 21/07/10, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, sua primeira fábrica de equipamentos de saúde – a GE Healthcare – no Brasil e América do Sul, com investimentos de US$ 50 milhões em um período de 10 anos. A GE Healthcare é especializada na fabricação de raios X e aparelhos de diagnóstico por imagem e a nova unidade vai promover o país como polo exportador da tecnologia para América Latina. A empresa já fabrica locomotivas em Contagem.

A iniciativa faz parte da estratégia da empresa de investir em produção local para atender às necessidades específicas do mercado sul-americano, com equipamentos produzidos na região para a região. “A construção da fábrica no Brasil e a criação de uma linha regional de produtos vão diretamente ao encontro de nossa proposta de criar oportunidades para aumentar o acesso da população à medicina diagnóstica. Com a oferta de equipamentos produzidos localmente, nos aproximamos mais de nossos clientes e ampliamos a oferta de soluções que melhor atendam suas expectativas a um preço mais acessível”, explica Cláudia Goulart, presidente da GE Healthcare para a América Latina.

A análise do local para instalação da fábrica foi feita com base em critérios como logística, mão de obra especializada e carga tributária compatível com a indústria eletromédica. “Procuramos mão de obra qualificada, essencial no nosso tipo de negócio, além de estrutura que beneficie a logística, já que também produziremos para exportação”, afirma Andrew Morrison, diretor de novos negócios da GE Healthcare para América Latina.

Cláudia Goulart salienta que, com a iniciativa, a GE Healthcare vai proporcionar ao Brasil benefícios que vão além dos investimentos financeiros. “Traremos ao país tecnologia de ponta em produção de equipamentos de diagnóstico por imagem e iremos desenvolver localmente os nossos fornecedores”.

O diretor de novos negócios da GE Healthcare para América Latina, Andrew Morrison, ressalta ainda que o objetivo da produção local é atender as expectativas clínicas, financeiras e de serviços, não apenas dos já estabelecidos hospitais e instituições de diagnóstico por imagem, como também das pequenas clínicas que buscam se manter atualizadas tecnologicamente de forma confiável e acessível.


Philips

A Philips assinou no dia 21, três protocolos de intenção com o governo do estado: a nacionalização de equipamentos médicos na fábrica de Lagoa Santa; inauguração da nova linha de fabricação de luminárias em Varginha, Sul de Minas, e a expansão da linha de produtos da área de consumer life style. 

Hoje, a Philips já produz no Brasil raios x, cardiovasculares, hemodinâmicas, monitores de beira de leito, monitores fetais, equipamentos de anestesia e ventiladores. No ano passado, iniciou a montagem de ressonâncias e tomógrafos em Lagoa Santa.

Fonte: Uai (com adaptações)

Maior explosão de raios X já registrada "cega" telescópio


A maior explosão de raios X já vista "cegou" temporariamente o telescópio Swift. A explosão foi gerada pela morte de uma estrela há 5 bilhões de anos, segundo a agência espacial americana (Nasa) e cientistas britânicos. As informações são da Reuters.
Segundo o britânico Daily Mail, a fonte foi a queda de uma estrela em um buraco negro, o que causou uma explosão de raios não esperada pela missão do observatório (dividida entre Nasa, Reino Unido e Itália). "A intensidade dessas raios-X foi inesperada e sem precedente", diz o astrônomo Neil Gehrels à reportagem.

 A explosão de raios X cegou temporariamente o telescópio Swift


Fonte: Terra (com adaptações)