Busca

Mostrando postagens com marcador Rio Grande do Norte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio Grande do Norte. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Profissionais serão qualificados para operar mamógrafos

Capacitação prepara professores que irão atuar em cursos técnicos de especialização em Mamografia. A iniciativa vai aumentar o número de profissionais qualificados no SUS e a produtividade dos mamógrafos

O Ministério da Saúde promove, desde dezembro passado, curso de capacitação de docentes que coordenarão e ministrarão aulas de especialização em Mamografia para técnicos em radiologia, nas escolas e centros formadores do SUS em todo o país. O objetivo é promover a formação de profissionais capacitados para operar os mamógrafos existentes na rede pública, promovendo uma maior produtividade dos equipamentos, com o aumento do número de exames realizados.

Serão qualificados, nos três dias de aula que acontecem em Brasília, mais de 60 profissionais de nível superior graduados em Tecnologia em Radiologia – de dois a três por estado. Eles serão habilitados para darem aulas de especialização em Mamografia, o que permitirá às 36 instituições que compõe a Rede de Escolas Técnicas do SUS – RET-SUS, oferecer cursos específicos da área, inserindo, assim, profissionais especializados na rede pública de saúde.

O curso tem o objetivo de capacitar os futuros docentes a desenvolverem um ensino completo, que aborde o processo de exame de mamografia como um todo– este vai desde o recebimento da paciente, até a avaliação da qualidade do exame para a produção do laudo médico. Além disso, os profissionais conhecerão mais detalhes a respeito da tecnologia usada – por exemplo, sobre o funcionamento da máquina e o sistema de processamento de imagem. 

Serão ministradas 24 horas de aulas separadas em unidades temáticas que abrangem aspectos históricos, epidemiológicos, fisiológicos, tecnológicos, entre outros.

As ações destinadas ao reforço do contingente desses profissionais estão em andamento desde que auditorias do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) evidenciaram a baixa produtividade dos mamógrafos – uma das causas apontadas foi carência de mão de obra qualificada para operar os equipamentos.  

“Estamos trabalhando no sentido de promover a formação de qualidade nesta área tão importante e demandada pelo SUS, para garantirmos que mamógrafos não vão ficar parados ou produzindo abaixo do esperado. Este curso vai preparar professores e realmente disseminar por todo o país as técnicas radiológicas em Mamografia”, explica Clarice Aparecida Ferraz, coordenadora-geral de ações técnicas em Educação na Saúde do Ministério da Saúde. 

Também serão, futuramente, capacitados professores em outras áreas prioritárias da Radiologia, como Ressonância e Tomografia.
Investimento em educação

O Ministério da Saúde vem investindo em qualificação de profissionais de saúde, tanto de nível médio, quanto de superior. O Programa de Formação de Profissionais de Nível Médio para a Saúde (Profaps) destina-se a promover a formação e a qualificação de profissionais de nível médio, por meio da Rede de Escolas Técnicas do SUS (RET-SUS). 

Em 2009 e 2010, foram investidos cerca de R$ 65 milhões e abertas quase 30 mil vagas em cursos técnicos de capacitação por todo o país. Este ano, estão sendo aplicados R$ 63 milhões no programa. A meta é formar 94.700 profissionais por ano até 2015.

Outra ação do ministério que qualifica profissionais de saúde é a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), que oferece cursos gratuitos à distância. Atualmente, existem mais de 43 mil profissionais cadastrados para participar das capacitações e 14 instituições credenciadas disponibilizando cursos em áreas relevantes, como saúde da família, vigilância em saúde ambiental, saúde materna e infantil, saúde mental, gestão da assistência farmacêutica e capacitação de gestores do SUS. 

Desde a criação do programa, em 2009, foram investidos R$ 73,5 milhões.

Informações
Para quem quiser ficar por dentro da programação dos cursos oferecidos pelo SUS, acesse o site da RET-SUS.

Escolas Técnicas do SUS

Centro-Oeste:


Nordeste:

 Norte:


Sudeste:


Sul:


Fonte: Portal da Saúde - SUS

quarta-feira, novembro 16, 2011

Entidades Sindicais e Associativas no Brasil

Por Mariana Duarte

ABRATEC - Associação Brasileira dos Tecnólogos
Representante: Tecg. Rodrigo Brum
(21) 23014128
abratec_1@yahoo.com.br
 
SINTAC - Sindicato dos Tecnólogos do Estado do Acre
Presidente: Tecg. Hev. Jurandi Teles Machado
(68) 9991-8304
juranditeles@yahoo.com.br
 
SINDTECNO - Sindicato dos Tecnólogos da Bahia
Presidente: Tecg. Mec. Roberto Carlos Gomes Suarez Solla
(71) 9116-0494/8818-8365
sindtecno@yahoo.com.br 
SINTEECE - Sindicato dos Tecnólogos do Estado do Ceará
Presidente: Tecg. Expedito Fonseca
tecnologo.stc@gmail.com
 
ATDF - Associação dos Tecnólogos do Distrito Federal
Presidente: Tecg. Efraim Geraldo Rodrigues Leite
(61) 8468-7159
efralider@gmail.com
Orkut
 
ATecnólogos - Associação dos Tecnólogos no Estado do Espírito Santo
Presidente: Wellington Luiz Pompermayer
(27) 3323-1486/9952-4140
wellingtonluizp@bol.com.br
Orkut
Facebook
 
ATGO - Associação dos Tecnólogos do Estado de Goiás Presidente: Tecg Luana Bilhalva Pereira
Orkut 

ASTEMA - Associação dos Tecnólogos do Maranhão
Presidente: Cláudio Mourão
Associação dos Tecnólogos MG
Orkut
 
Sindicato dos Tecnólogos da Paraíba
arpneto@gmail.com
 
SINTEPAR - Sindicato dos Tecnólogos do Paraná
Presidente: Tecg. Amb. Lírio de Moura Moreira
(41) 9923-2850
sintepar@sintepar.org.br
 
ATCRM - Associação dos Tecnólogos de Curitiba e Região Metropolitana Presidente: Elson de Mello
Orkut
 
ATEC - Associação dos Tecnólogos da Região Oeste do Paraná
Orkut
 
ASTEPI - Associação dos Tecnólogos do Piauí
Presidente: Chaenne Milenne
(86) 3221-1559
astepi.the@gmail.com
Orkut
Orkut
 
SINTERJ - Sindicato dos Tecnólogos do Rio de Janeiro
Presidente: Tecg. Seg. Trab. Jorge Luiz Andrade da Silva
(21) 9197-2523
sinterj@ant.org.br
 
AFT - Associação Fluminense de Tecnólogos
Presidente: Tecg. Carlos Leandro Terra
(22) 9984-0487
 
APROTEC - Associação dos Profissionais Tecnólogos do Rio Grande do Norte
Presidente: Tecg. Thyago Beckenbauer
(84) 8862-2433/8803-0454
tbthyago@yahoo.com.br
Orkut
Facebook
 
ACT - Associação Catarinense dos Tecnólogos
Presidente: Tecg. Mec. Tarcisio Kock Filho
(47) 9984-1613/3425-5588
tecnologo.sc@terra.com.br  

SINTESP - Sindicato dos Tecnólogos do Estado de São Paulo
Presidente: Tecg. Civil Décio Moreira
(11) 3315-8972
tecnologo@tecnologo.org.br
 
SINDITECNO/SE - Sindicato dos Tecnólogos do Estado do Sergipe
Presidente: Tecg. José Gomes A. Filho
(79) 88084985/81235054
sinditecno_se@infonet.com.br
Orkut 

sábado, maio 07, 2011

Prova de Certificação da Qualificação de Supervisores de Radioproteção da CNEN

Um momento esperado por muitos, chegou a hora de tentar a tão sonhada certificação de Supervisor de Radioproteção pela CNEN

As áreas para as quais você pode se inscrever são: medicina nuclear, radioterapia; aplicações industriais (medidores nucleares, radiografia industrial, aceleradores de partículas, perfilagem de poços, irradiadores de grande porte e traçadores radioativos); reatores nucleares; ciclo do combustível nuclear; transporte e gerência de rejeitos.

O período de inscrições vai do dia 2 a 5 de julho de 2011. A prova geral e a prova específica escrita acontecerão no dia 23 de agosto nas cidades de: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife.

Para maiores informações sobre o valor das taxas - TLC e do treinamento obrigatório, acesse o site na CNEN.

sábado, abril 16, 2011

6º Congresso Brasileiro de Metrologia

A Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM) e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) promovem o 6º Congresso Brasileiro de Metrologia, de 27 a 30 de setembro de 2011, em Natal, Rio Grande do Norte.

O objetivo do congresso é fortalecer o desenvolvimento da metrologia e instrumentação por meio do intercâmbio entre pesquisadores do Brasil e do exterior. Participarão especialistas estrangeiros em conferências que discutirão a importância econômica e social da metrologia.

Mais informações: http://www.metrologia.org.br/metrologia2011/ApresentacaoVI.html

Fonte: IPEN

domingo, janeiro 02, 2011

Reciclagem Nacional em Radiologia 2011

Os cursos da Reciclagem Nacional em Radiologia do próximo ano ocorrerão nos dias 25 e 26 de março de 2011, nas capitais que tenham associação filiada ao Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR).

A escolha dos professores vem sendo elaborada pelo CBR, sendo que a seleção dos temas ficará a cargo de cada Regional participante. Os temas das apresentações serão divididos em: 50% Ultrassonografia e 50% Radiologia e Diagnóstico por Imagem (seis aulas).

Até o momento as Filiadas do CBR que confirmaram participação na Reciclagem de março são as seguintes:

Sociedade Sergipana de Radiologia
Associação de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Amapá
Sociedade Alagoana de Radiologia
Sociedade Cearense de Radiologia
Sociedade Piauiense de Radiologia
Sociedade de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Amazonas
Sociedade de Radiologia da Bahia
Sociedade de Radiologia da Paraíba
Sociedade de Radiologia de Pernambuco
Sociedade Maranhense de Radiologia
Sociedade de Radiologia do Rio Grande do Norte
Sociedade Sul-Mato-Grossense de Radiologia
Sociedade de Radiologia e Diagnóstico por Imagem de Brasília
Associação Gaúcha de Radiologia
Sociedade de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Paraná
Sociedade Espírito-santense de Radiologia
Fonte: CBR

quarta-feira, outubro 20, 2010

Cursos tecnológicos são atalho ao mercado


Cursos de tecnologia ganham mais espaço em instituições de Ensino Superior, além de maior visibilidade no mercado de trabalho. Para confirmar essa afirmação, duas pesquisas. Uma, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), que aponta crescimento de mais de 600% na quantidade de cursos tecnológicos no País. Outra, do Centro de Estudos de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, que notifica ganhos salariais de até 24% e aumento de 48,2% no índice de empregabilidade dos profissionais com esse tipo de formação.

Atualmente, o Brasil mantém 4.355 cursos superiores de tecnologia. Número quase sete vezes maior do que o registrado em 2002, quando existiam apenas 636 programas. A expansão, segundo Roberto Leher, professor do Departamento de Fundamentos da Educação da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), se iniciou em 1997, com a publicação do Decreto 2.208, que prevê a dissociação entre formação profissional e científica. "A transição propiciou novo nicho para as instituições de Ensino Superior a partir da oferta de cursos superiores mais rápidos e meramente instrumentais", analisa ele.

O crescimento econômico brasileiro aliado à ausência de mão-de-obra qualificada para atender às novas demandas do País também contribuem para a proliferação dos cursos superiores de tecnologia. É o que garante João Cardoso Palma Filho, especialista em políticas educacionais e professor da Unesp (Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho). "Ao mesmo tempo em que o mercado está afoito por profissionais qualificados, os jovens estão cada vez mais preocupados em ingressar o mais rápido possível no mercado", aponta.

A modalidade, segundo o Inep, é a opção de 412.027 estudantes brasileiros, doze vezes menos que as matrículas na graduação presencial, calculada em 5.080.056. A quantidade de cursos superiores de tecnologia também é inferior a de licenciaturas e bacharelados. Existem hoje 24.719 cursos presenciais, mas apenas 4.355 de tecnologia.

Embora a maior parte das ofertas esteja centralizada no setor privado, Palma Filho enxerga políticas oficiais para expansão da modalidade no sistema federal, principalmente devido à criação dos IFETs (Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia). De acordo com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, o Brasil tem 38 IFETs, com 255 campus espalhados em todo território nacional. Outras 99 unidades estão em construção e previstas para serem entregues até o final de 2010.

Há ainda outras instituições públicas que mesmo dedicadas às graduações tradicionais têm adotado esse modelo de formação, como é o caso de Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

O resultado dessas iniciativas pode ser visto na atual edição do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, lançada em maio de 2010, e que apresenta dez novos cursos divididos nos eixos tecnológico-militar, segurança e apoio educacional. Há, ainda, outros 98 cursos tecnológicos nas áreas de produção alimentícia, recursos naturais, produção cultural e design, gestão e negócios, infraestrutura, controle e processos industriais, produção industrial, hospitalidade e lazer, informação e comunicação e ambiente, saúde e segurança.

A tendência, na opinião de Palma Filho, é a intensificação da proliferação dos cursos superiores de tecnologia nos próximos meses, independentemente do resultado das eleições presidenciais de 2010. Para ele, no entanto, esse crescimento não colocará em xeque as graduações - licenciaturas e bacharelados. "A convivência será harmônica, até porque a formação teórica e tão importante quanto a científica. Há ainda forte tendência de intercâmbio entre as modalidades, bem como de encurtar o tempo de alguns bacharelados", acredita o especialista.

Leher não têm o mesmo otimismo de Palma Filho e prevê o esgotamento na oferta dos cursos superiores de tecnologia em um futuro não tão distante. Ele aponta a experiência do México para explicar sua teoria. "O país, na década de 1990, vivia momento similar ao que o Brasil vive hoje. Com a quebra da expectativa dos profissionais e a percepção da restrita formação e do baixo peso do diploma no mercado de trabalho, a procura pelos programas diminuíram e a ofertas das vagas também", diz o professor da UFRJ.

Enquanto Palma Filho aponta a expansão do sistema como estratégia para a ampliação do acesso de brasileiros ao Ensino Superior, Leher relaciona a proliferação da modalidade com a baixa qualidade da formação. "Mesmo que a formação do tecnólogo seja fundamentada na prática profissional, não exclui a necessidade de capacitação científica - ainda que em menor intensidade do que a da graduação", relata. Segundo ele, o modelo de referência, inicialmente adotado pela maioria das instituições de Ensino, passou a ser minoritário no País. "Essa transformação é uma grande perda para o Brasil. Até porque os conhecimentos técnicos por si só não são suficientes. É preciso ter profissionais que pensem em soluções".

Mercado de trabalho

A pesquisa "A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho", realizada pelo Centro de Estudos de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, aponta ganhos salariais de até 24% e aumento de 48,2% no índice de empregabilidade dos profissionais formados em cursos superiores de tecnologia. Enquanto o salário médio de um profissional que não tenha formação tecnológica é calculado em R$ 1.731,12, a remuneração média daquele que possui o diploma passa para R$ 2.837,80.

Ainda, sim, Leher acredita que as oportunidades de emprego para os profissionais tecnólogos sejam inferiores às destinadas aos bacharéis. "A absorção dos tecnólogos existe, mas é preciso observar que tipo de emprego está disponível a eles e compará-lo com a demanda dos profissionais formados nas graduações tradicionais", relata ele, que enfatiza a preferência do mercado de trabalho por candidatos que tenham formação mais sólida e não puramente de base tecnológica.

Para exemplificar a afirmação, o professor da UFRJ cita a Petrobras. Embora os cursos superiores na área de petróleo tenham crescido a partir da demanda, a empresa estatal, segundo Leher, não aceita candidaturas de profissionais com diploma de tecnólogo em seus processos seletivos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da empresa. Robert Karlisle Burnett, pró-reitor acadêmico da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) confirma o preconceito por parte do mercado de trabalho, mas o justifica como desconhecimento da formação tecnológica. "Muitas empresas não sabem qual é a capacitação de um tecnólogo, outras desconhecem até a existência dessa modalidade", diz ele.

O preconceito, para Palma Filho, não se restringe às empresas. De acordo com ele, ainda que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) preserve o direito dos tecnólogos, há universidades que são resistentes a aceitar esses profissionais em programas de pós-graduação stricto sensu - mestrado e doutorado.

Oportunidades de estágio

O panorama dos estágios no Brasil pode exemplificar as diferenças entre as oportunidades para um bacharel e para um tecnólogo. A Abres (Associação Brasileira de Estágios) aponta a existência de 650 mil vagas de estágio para o Ensino Superior. "A maior parte das oportunidades ainda são preenchidas por estudantes de cursos convencionais. Arrisco dizer que apenas 30% das vagas são ocupadas por alunos de cursos tecnológicos", diz Seme Arone Junior, presidente da associação.

Ele acredita que o mercado ainda está em processo de maturação das novas modalidades de Ensino. "É por esse mesmo motivo que as empresas são mais cautelosas nas contratações. Estão descobrindo, aos poucos, de que forma esses estudantes tendem a contribuir com o desenvolvimento", explica Arone Junior, que também cita uma desvantagem competitiva entre os candidatos das duas modalidades. "Em geral, estudantes dos cursos de bacharelado, até pelo tempo da formação, têm vivência acadêmica maior, além de experiências em estágios anteriores", aponta.

As diferenças salariais, no entanto, não são tão grandes quanto o número de oportunidades. A pesquisa "Valores pagos aos estagiários do Brasil", realizada pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), revela que a média salarial dos estudantes de nível Superior é de R$ 765,25. Já para o nível Superior tecnólogo, é de R$ 702,40. 



Dez cursos com as melhores bolsas-auxílio no Brasil

Nível Superior   Nível Superior Tecnólogo
1
Engenharia
R$ 1.022,30          
 Secretariado
R$958,98
2
Relações Internacionais
R$ 1.008,38  
Mecânica
R$ 906,03
3
Economia
R$ 999,27
Construção Civil
R$ 896,95
4
Química
R$ 897,45
Mecatrônica Industrial
R$ 831,89
5
Arquitetura e Urbanismo
R$ 896,35
Processamento de Dados
R$ 791,03
6
Biblioteconomia
R$ 883,60
Comércio Exterior
R$ 788,79
7
Nutrição
R$ 880,40
Gestão Ambiental
R$ 772,46
8
Estatística
R$ 864,70
Tecnologia em Alimentos
R$ 765,00
9
Ciências Atuariais
R$ 817,61
Sistemas de Informação
R$ 655,00
10
Matemática
R$ 802,12
Redes de Computadores
R$ 627,00
Fonte: Pesquisa "Valores pagos aos estagiários do Brasil", realizada pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios)



Formação contínua

Independentemente da escolha da modalidade da graduação, é preciso investir em formação contínua, conforme comprova a pesquisa "Você e o Mercado de Trabalho", da FGV. Segundo o estudo, a cada ano de estudo completado o salário pode subir 15% e as chances de arrumar emprego aumentam em 3,3%.

A taxa média de ocupação de uma pessoa que nunca estudou, por exemplo, é de 59%. Esse índice sobe para 90% quando se fala de brasileiros com 18 anos de estudo, o que inclui profissionais com mestrado e doutorado. A mesma teoria foi comprovada em relação à média salarial dos brasileiros. Apesar das jornadas de trabalho serem similares, as diferenças salariais podem chegar a R$ 4 mil. Enquanto quem nunca estudou recebe, em média R$ 392,14, aqueles que possuem título de mestre ou doutor ganham, em média, R$ 4.454,69.  



Diferenças entre graduações tradicionais e cursos superiores de tecnologia
    

Assim como para as licenciaturas e os bacharelados, o requisito para ingressar em cursos superiores de tecnologia é a conclusão do Ensino Médio. No entanto, enquanto bacharéis e licenciados possuem formação mais generalista, tecnólogos são profissionais especializados em segmentos de áreas específicas.

As diferenças entre as modalidades também relacionam-se à duração da formação. Ao passo que graduações tradicionais levam de quatro a seis anos para serem concluídas, programas tecnológicos têm curta duração e duram, em média, dois anos.

Apesar das especificidades na formação, os diplomas têm a mesma validade e os tecnólogos também podem dar continuidade aos estudos com ingresso em programas de pós-graduação lato sensu (especialização e MBA) e stricto sensu (Mestrado e Doutorado).





Fonte: UNIVERSIA-BRASIL (com adaptações).

domingo, outubro 03, 2010

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2010


   A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2010 ocorrerá entre 18 e 24 de outubro de 2010. O tema principal será: “Ciência para o Desenvolvimento Sustentável”. Além de promover atividades as mais diversas de divulgação científica, será estimulado na SNCT 2010 a difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se utilizar os recursos naturais brasileiros e sua rica biodiversidade com sustentabilidade, sempre de forma conjugada com a melhoria das condições sócio-econômicas de sua população. 

É importante registrar que as atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia não se restringem ao tema principal, abarcando todos os outros, embora se estimule fortemente a realização de atividades, em cada canto do país, em torno do tema proposto. 

Você pode participar de qualquer evento da SNCT; todos são gratuitos. Basta se informar sobre ele no site nacional da Semana, em sites estaduais ou ainda nos meios de comunicação de sua cidade ou região. O site terá também o contato dos coordenadores por estado, além de informações, notícias, artigos, clipes, links para vídeos de ciência e outros materiais. Ali você poderá também, solicitar material de divulgação da Semana como cartazes, folders e vídeos.

As atividades da Semana de C&T ocorrerão em quase todos os estados brasileiros. Confira!

quarta-feira, julho 28, 2010

ExpoT&C 2010


As aplicações da energia nuclear poderão ser conhecidas na ExpoT&C 2010, exposição científica que integra a programação da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O evento ocorre entre os próximos dias 25 e 30 de julho de 2010 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal.  





Os visitantes do estande da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) conhecerão técnicas nucleares usadas na medicina, indústria, geração de eletricidade, agricultura, na área de meio ambiente e em atividades de pesquisa. São demonstrações de como a energia nuclear vem ajudando a melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Criada em 1956, a CNEN pertence ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A Comissão é responsável por regular as atividades nucleares no Brasil e pela grande maioria das atividades de pesquisa e desenvolvimento do setor, garantindo com suas ações o uso cada vez mais amplo e seguro da energia nuclear em nosso País.

A aplicação da energia nuclear mais conhecida é como combustível para produção de energia elétrica, atividade a cargo da Eletronuclear, empresa do Ministério de Minas e Energia (MME). É uma forma limpa e eficiente de gerar eletricidade, além de ser a segunda mais econômica. As usinas nucleares Angra 1 e 2, localizadas no Rio de Janeiro, podem gerar cerca de 3% da eletricidade produzida no Brasil. Uma terceira usina, Angra 3, já está em construção e deve entrar em funcionamento em 2014.

A área médica utiliza técnicas nucleares tanto no diagnóstico como na terapia de vários problemas de saúde. Boa parte dessas técnicas baseia-se no uso de radiofármacos, que são materiais radioativos associados a substâncias que, por terem afinidade com alguns tecidos específicos, se alojam em partes do corpo humano e emitem radiação ionizante.

O meio industrial utiliza técnicas nucleares em diversos setores. Fios e cabos elétricos irradiados melhoram propriedades térmicas e mecânicas e são usados nas indústrias aeronáutica, automobilística, entre outras. A gamagrafia é usada para análise da integridade de estruturas metálicas e de concreto. A radioesterilização (esterilização com o uso de radiação) beneficia produtos como materiais cirúrgicos, cosméticos e alimentos e é usada também no combate a fungos e insetos que danificam artigos como livros, pinturas e esculturas.

Aplicações da energia nuclear como essas serão conhecidas no estande da CNEN. Os visitantes verão maquetes, produtos de mostruário, produções em vídeo e receberão material impresso com explicação do que é a energia nuclear e como está presente em nosso dia a dia.


Fonte: Ambiente Energia (com adaptações)