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sábado, agosto 28, 2010

XII Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia



Será realizado nos dias 20 a 23/10/2010 em Campinas-SP o XII Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia. Os pontos a serem discutidos, serão:

  • Avanços da cirurgia oncológica
  • Novas drogas para quimioterapia
  • Avanços tecnológicos da radioterapia
  • Câncer de mama
  • Câncer de próstata
  • Tumores gastro-intestinais
  • Câncer de cabeça e pescoço
  • Câncer de pulmão
  • Tumores do Sistema Nervoso Central
  • Tumores ginecológicos
  •  
     
TABELA DE INSCRIÇÕES
CategoriaAté 20/09No local
Técnicos e Biomédicos135,00145,00
Residentes e Estudantes170,00210,00
Enfermeiros, Psicólogos, Fisioterapeutas e Nutricionistas260,00280,00
Físicos500,00535,00
Médicos Sócios da SBRT/CBR (quites)565,00620,00
Médicos não Sócios da SBRT/CBR990,001.045,00
Membro do Dia não Sócio da SBRTNA615,00
Membro do Dia demais categoriasNA185,00
Valores expressos em R$ (reais)

As pré-inscrições poderão ser feitas até o dia 20/09/2010.

Inscrições abertas para cursos do IRD


Acesse o site do IRD na parte de cursos regulares e se informe. Os cursos ainda abertos para inscrições, são:

Curso: Ações de Resposta a Emergências Radiológicas
Horário: 08:30h às 16:30h
Data: 18 a 29 de outubro de 2010

Curso: Dosimetria Interna Ocupacional
Horário: 08:00h às 17:00h
Data: 08 a 12 de novembro de 2010

Curso: Proteção Radiológica em Radioterapia
Horário: 08:30h às 16:30h
Data: 16 a 18 de novembro de 2010

quarta-feira, agosto 25, 2010

A energia nuclear na literatura


TOLMASQUIM, Mauricio Tiomno. Geração de energia elétrica no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2005. 198p. 
PIRES, Adriano; FERNANDEZ, Eloi Fernández y; BUENO, Julio.
Política energética para o Brasil: propostas para o crescimento sustentável. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006. 335p.
LEITE, Antonio Dias.
A energia do Brasil. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 658p.
LORA, Electo Eduardo Silva (Coordenador); NASCIMENTO, Marco Antônio Rosa do (Coordenador).
Geração termelétrica: planejamento, projeto e operação. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 2v.
DERENGOSKI, Paulo Ramos.
Meio ambiente: sua história; como defender a natureza sem ser um ecochato. Florianopolis: Insular, 2001. 127p.
MALHEIROS, Tania. Histórias Secretas do Brasil Nuclear. Rio de Janeiro: WVA, 1996. 236p.

terça-feira, agosto 24, 2010

Cursos de END 2010 da Abendi


A ABENDI (Associação Brasileira de Ensaios Não Desrtutivos e Inspeção) realiza vários cursos todos os anos de END (Ensaios Não Destrutivos). Veja alguns cursos mais relacionados com a nossa área de Tecnologia em Radiologia:


Data: 23 a 27 de Agosto de 2010
Horário: 08h30min ás 17h30min
Local: São Paulo-SP

Data: 18 a 22 de outubro de 2010
Horário: 08h30min ás 17h30min
Local: São Paulo-SP

Data: 18  a 26 de outubro de 2010
Horário: 08h30min ás 17h30min
Local: São Paulo-SP


Data: 28 e 29 de Outubro de 2010
Horário: 08h30min ás 17h30min
Local: São Paulo-SP


Data: 08 a 12 de Novembro de 2010
Horário: 08h30min ás 17h30min
Local: São Paulo-SP


Data: 16, 17 e 18 de Novembro de 2010

Confira os outros cursos. Tem cursos para iniciantes, avançado, entre outros.

Livros para download sobre END


O site da ABENDI (Associação Brasileira de Ensaios Não Desrtutivos e Inspeção) disponibliza vários livros para download gratuitamente. Para os Tecnólogos que são apaixonados pela área Industrial, vale à pena! 

Os temas são:


Ensaio por Líquido Penetrante








Ensaio por Partículas Magnéticas








Ensaio por Ultra-Som








Proteção Radiológica








Radiologia Industrial    


segunda-feira, agosto 23, 2010

Seja um Trainee!


Visite a página da Cia de Talentos e se candidate à vagas para Trainee 2011. Várias empresas estão dando essa oportunidade para graduados entre 2008 e dezembro deste ano. Confira!Unilever

O Programa de Trainees da Unilever é uma excelente oportunidade para o jovem desenvolver sua capacidade de liderança e conquistar uma posição gerencial.
Como parte do desenvolvimento, além da vivência do dia-a-dia corporativo em uma as maiores empresas de bens de consumo do mundo, o trainee recebe um programa de treinamento diferenciado para ampliar sua experiência e horizontes.

Pré-requisitos:

-Conclusão da graduação ou pós-graduação em Junho/2008 a Dez/2010;
-Disponibilidade de residir em outro local que não o seu local de origem;
-Se for estrangeiro, possuir visto permanente de trabalho;
-Disponibilidade de residir em outro país.

Inscrições até 01 de setembro de 2010.

Souza Cruz

O Programa de Trainee da  Souza Cruz faz parte da estratégia de negócio da organização e tem como principal objetivo a formação gerencial. Nosso foco é desenvolver jovens de alto potencial, para assegurar que a empresa possua em seu quadro gerencial líderes que planejem e construam o futuro da organização.
O trainee é desenvolvido ao longo do programa para assumir uma posição gerencial no 18º mês. O primeiro ano do seu desenvolvimento é dedicado ao conhecimento do negócio, da empresa e de sua área de atuação.
Acrescenta-se a esse programa de formação gerencial, o suporte da Academia de Trainees, realizada em parceria com a COPPEAD/UFRJ.
O foco do segundo ano é no desenvolvimento gerencial funcional, quando o trainee assume a gestão de algumas atividades da área de desenvolvimento e, ao término do programa, é promovido à gerente.
Todo o programa é suportado por coaching, garantindo ao jovem talento a oportunidade de se desenvolver também através da troca de experiências com profissionais de nível sênior da Companhia.

Pré-requisitos:

-Conclusão do curso de graduação entre Dez/2008 e Dez/2010;
-Mobilidade geográfica;
-Inglês fluente;
-Bons conhecimentos de informática.

Inscrições até 25 de agosto de 2010.

P&G

Talvez você não saiba, mas já tem uma relação próxima com a P&G.
Somos uma empresa empenhada no desenvolvimento de produtos e serviços que atendam às necessidades dos nossos consumidores e oferecemos produtos inovadores para melhorar seu dia a dia e sua qualidade de vida.
De uma empresa pequena e familiar, fabricante de sabão em barra e velas, a P&G transformou-se em uma multinacional fabricante de produtos de alta qualidade, que são adquiridos por cerca de cinco bilhões de consumidores em mais de 180 países. Atualmente emprega mais de 140 mil funcionários em 80 países.
A P&G é uma das empresas que mais investem em tecnologia em todo o mundo. Essa inovação constrói grandes marcas de sucesso, por exemplo: Pampers, Ace, Ariel, Pantene, Always, Pringles, Crest, Wella, Gillette, Mach3, Oral B, Duracell, entre outras.
Participe do processo seletivo de nossas Oportunidades para Jovens Profissionais e venha fazer parte da empresa dona de mais de 300 marcas de sucesso, que há mais de 170 anos melhora a vida de seus consumidores.

Pré-requisitos:

-Formação completa em qualquer curso (Exceto para as vagas de engenharia);
-Inglês Avançado/Fluente;
-Residir na localidade da vaga;
-Boa comunicação;
-Habilidade em liderança.
Programa Jovens Talentos - International Paper

O objetivo do Programa é identificar e capacitar jovens talentos para que tenham uma visão sistêmica da organização e conhecimento específico do negócio, além de desenvolver as competências técnicas e comportamentais necessárias para o crescimento profissional.
Duração de 24 meses.

Pré-requisitos:
-Formação prevista entre dez/08 e dez/10;
-Idiomas: Inglês
-Informática: Pacote Office – Word, Excel, Power Point e Internet;
-Disponibilidade de residir em local diferente do seu local de origem;
-Vagas para todos os cursos.

Inscrições até 14 de setembro de 2010.

terça-feira, agosto 17, 2010

Revisão de Física - Radiação Eletromagnética (G ou X)


4ª aula de revisão para provas e concursos das matérias aprendidas nos cursos de Tecnólogo em Radiologia.

Radiação Eletromagnética (G ou X)

A interação da radiação G ou X com a matéria é marcadamente diferente da que ocorre com partículas carregadas. A penetrabilidade dos raios G ou X é muito maior devido ao seu caráter ondulatório, e sua absorção depende do tipo de interação que provoca.

Há vários processos que caracterizam a interação (absorção ou espalhamento) da radiação G ou X com a matéria. Esses processos dependem essencialmente da energia da radiação, e do meio material que ela atravessa. Os fótons não tem massa propriamente dita (massa de repouso nula) e não transportam carga elétrica, portanto produzem ionização somente indiretamente quando incidem sobre os átomos. Quando o fóton G ou X interage com a matéria, sua energia é transferida para esta por uma variedade de mecanismos alternativos, sendo que os 3 (efeitos secundários) mais importantes são: Efeito Fotoelétrico, Efeito Compton e Formação de Pares.


Esse conhecimento permitirá ao Tecnólogo condições de compreender melhor como se dá o processo de formação da imagem, por que todo exame radiográfico é nocivo ao paciente e como funcionam as barreiras e os equipamentos individuais de proteção.

a) Efeito fotoelétrico

O efeito fotoelétrico é caracterizado pela transferência total da energia da radiação gama ou X (que desaparece) a um único elétron orbital, que então é expulso (expelido) do átomo absorvedor (processo de ionização). Nesse efeito, toda a energia do fóton incidente é transferida ao elétron, que então é expelido com energia cinética: T = hv - Be, sendo Be a energia de ligação do elétron ao seu orbital (energia que foi dissipada para desfazer a ligação do elétron ao átomo).



Este elétron expelido do átomo (denominado fotoelétron, radiação secundária ou ainda emissão corpuscular associada), poderá perder a energia recebida do fóton, produzindo ionização em outros átomos.

A direção de saída do fotoelétron com relação à de incidência do fóton, varia com a energia deste. Assim, para altas energias (acima de 3 MeV), a probabilidade do fotoelétron ser ejetado para frente é bastante grande; para baixas energias (abaixo de 20 keV) a probabilidade de sair para o lado é máxima para q ~ 70°.

O efeito fotoelétrico é predominante em baixas energias e para elementos de elevado número atômico Z. O efeito fotoelétrico decresce rapidamente quando a energia aumenta (outros efeitos começam a se tornar predominantes), e é observado para energias tão baixas quanto a da luz visível.

O efeito fotoelétrico é proporcional a Z5, e por esse motivo deve ser usada blindagem de chumbo para absorção de raios gama ou X de baixas energias.

Acontece como os raios X característicos e são considerados uma radiação secundária. A radiação secundária não tem nenhuma contribuição para a qualidade do diagnóstico da imagem radiográfica, uma vez que tenderá a borrar mais a imagem. O fato do fóton não atravessar totalmente o paciente, porém, é necessário para que seja feito o contraste da imagem. Logo, a imagem só é obtida se realmente houver a ionização de um átomo que interaja com o fóton, o que resultará sempre em um dano à saúde do paciente.

b) Efeito Compton

Quando a energia da Radiação gama ou X cresce, o espalhamento Compton torna-se mais freqüente que o efeito fotoelétrico. No efeito Compton, o fóton incidente é espalhado por um elétron periférico, que recebe apenas parcialmente a energia do fóton incidente. O fóton espalhado terá uma energia menor e uma direção diferente da incidente.


Dessa forma, a interação do fóton é descrita como um espalhamento por um elétron livre, inicialmente em repouso. O efeito Compton depende ainda da densidade do elemento (número de elétrons/cm³), e decresce em função da energia dos fótons, porém não tão rapidamente como no efeito fotoelétrico. Este é inversamente proporcional à energia do fóton, e proporcional ao número atômico Z do material absorvedor.


Os raios X que são espalhados de volta em direção à sua origem são chamados de radiação refletida ou retroespalhada. Na radiografia, a radiação refletida por objetos imediatamente atrás do chassi pode causar artefatos (manchas) na imagem como o aparecimento das travas do chassi no filme.

No geral, o efeito Compton é necessário para a formação da imagem quando o ângulo de desvio do fóton for baixo e contribui para o aumento da penumbra ou borramento quando o ângulo é grande. 

c) Formação de Pares

Uma das formas mais importantes da radiação eletromagnética de alta energia ser absorvida é a produção de pares. No entanto, a produção de pares ocorre somente quando fótons de energia igual ou superior a 1,02 MeV passam próximos a núcleos de elevado número atômico. Nesse caso, a radiação gama ou X interage com o núcleo e desaparece, dando origem a um par elétron-pósitron.



Como os fótons produzidos nos equipamentos radiográficos convencionais geram fótons com energia não superior a 0,2 MeV, a interação por produção de pares é impossível na faixa de raios X diagnóstico. Por isso, esse fenômeno só é considerado em radioterapia e medicina nuclear.




Fonte: Nós e as Radiações, Flávio Augusto P. Soares e Henrique Batista M. Lopes - Radiodiagnóstico Fundamentos Físicos (com adaptações).

sexta-feira, agosto 06, 2010

Inspeção nos aeroportos

A Comissão de Defesa do Consumidor realiza essa semana audiência pública sobre o processo de contratação e qualificação dos profissionais encarregados da inspeção de pessoas e bagagens no setor de embarque dos aeroportos brasileiros, com a presença do diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa; o presidente da Infraero, Murilo Barboza; e a presidente da Anac, Solange Vieira. 
O correto seria que todos os operadores de raios X fossem auxiliares, técnicos ou Tecnólogos de Radiologia e não funcionários da Infraero como vem acontecendo ao longo dessas últimas décadas.

Fonte: Jornal do Comércio (com adaptações)


Até que enfim, uma decisão sensata!

Depósito subterrâneo a caminho


A Cnen estuda a criação de um depósito intermediário subterrâneo de elementos combustíveis usados, que seriam armazenados em colméias verticais com contêineres. A comissão informa que, até o início de operação de Angra 3, um protótipo deverá estar pronto.

Atualmente, a Cnen conduz projeto para construção de um repositório final para resíduos de baixa e média atividade até 2018. O depósito será capaz de armazenar o combustível usado por Angra 1, 2, 3 e até outras quatro plantas por 60 anos. O empreendimento está orçado em R$ 250 milhões. 

Além desse depósito, também está sendo projetado um espaço interino para armazenamento de combustível usado até 2026.

Por enquanto, os resíduos nucleares de Angra 1 e 2 vêm sendo armazenados em piscinas nas próprias plantas nucleares, em Angra dos Reis (RJ).


Fonte: Portal EnergiaHoje (com adaptações)

Construção de uma usina nuclear na Paraíba?


O deputado Francisco de Assis Quintans apresentou no Plenário da Assembléia Legislativa, esta semana, um requerimento para que a Casa de Epitácio Pessoa cobre do Ministério das Minas e Energia, na pessoa do seu titular, Márcio Zimmermann, para incluir a Paraíba como candidata a receber uma das quatros usinas nucleares que serão instaladas no Nordeste até o ano de 2030.

O parlamentar propõe que a usina da Paraíba seja voltada para a geração de energia e dessalinização da água do mar, seguindo a tendência dos países do Hemisfério Norte que, como o Nordeste Setentrional do Brasil, convivem com a crônica escassez de água doce.

 
Ao justificar o seu pleito, o deputado disse que a Paraíba vivencia a “febre da construção civil” que já é um claro sinal da onda de refugiados ambientais do Hemisfério Norte que já estão procurando abrigo no Nordeste Brasileiro, em busca de qualidade de vida.

O horizonte do ano 2025 vislumbrado pela ONU é de que 25% da população mundial, que é estimada em 8 bilhões de habitantes, não disporá de água potável nas condições mínimas para assegurar uma qualidade de vida confortável.


Para o deputado, a energia nuclear, agora no terceiro milênio, tem assumido a liderança da fonte de energia menos poluidora e é a única que não corre risco de exaurimento do combustível, como a hidroelétrica, a movida a carvão, a petróleo e a biomassa.

Justifica Francisco Quintans que uma usina nuclear na Paraíba irá arrastar uma gama inumerável de outros benefícios, priorizando o do incentivo às novas gerações pelo estudo científico nas universidades, do qual o nosso Estado é tão deficitário. 

“O parque industrial em cerca de 30 anos, estaria totalmente reformado, priorizando o segmento da indústria seca que independe da água doce, a commoditie que menos dispomos no território paraibano. Não custa lembrar que o Brasil para continuar crescendo de 5% a 6% ao ano necessita de uma Itaipu a cada três anos.” comentou. 


Fonte: Click PB

ONU receberá relatório sobre extração de urânio na BA


Os elevados índices de casos de câncer na população jovem de Caetité, a 770 km de Salvador, e a possibilidade de a incidência da doença estar vinculada à exploração de urânio no município fazem parte do relatório produzido pela socióloga, Doutora em Ética e Meio Ambiente, Marijane Lisboa, que será entregue à Organização das Nações Unidas (ONU). Ela passou três dias no sudoeste da Bahia investigando os efeitos da atividade junto à população.


O relatório conterá avaliação socioambiental das atividades da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que, há 10 anos, extrai urânio no município para o funcionamento das usinas nucleares Angra I e Angra II. 


Depois de retornar da visita à área, a socióloga afirmou que o estigma de "cidade do urânio" pesa sobre a vida dos moradores de Caetité, "que, além da falta d'água' enfrentam dificuldades para comercializarem seus produtos agrícolas. A vida econômica dessas comunidades rurais está morta", afirmou Lisboa. 


Relatora do Direito Humano Ambiental, da ONG Direitos Humanos, Econômicos, Culturais e Ambientais (Dhesca), ela foi levada à região a partir da solicitação de outras duas organizações - a Associação Movimento Paulo Jackson e a Rede Brasileira de Justiça Ambiental, que estão preocupadas com ocorrências de vazamento, contaminação de poços artesianos e falta de informações para as comunidades. A relatora constatou que a população local não tem sido informada sobre os riscos que corre pela proximidade com a INB. 


A promotora pública Luciana Khoury informou que, desde 2006, duas ações já foram ajuizadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e outra pelo Ministério Público Federal (MPF), para que o Estado, o município e a INB forneçam água e assistência médica à população. 


O diretor de recursos minerais das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) afirmou que "a extração de urânio não traz problema algum". Ele disse não ter expectativas de que o relatório do Dhesca traga alguma novidade ou informação que comprometa as atividade da INB na região. Sob a acusação da falta de informações para a população, Bittencourt disse que na cidade há postos de informações que informam sobre todos os dados obtidos durante as fiscalizações feitas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), ligada à INB. No entanto, reconheceu erro quanto à fiscalização. "Já estamos tentando reparar e criar uma comissão só para a fiscalização", declarou o diretor. 




Fonte: Terra

quinta-feira, agosto 05, 2010

II Congresso de Física Médica em São Paulo


Foi aberto nesta quarta-feira (04) e prossegue até sexta o II Congresso de Física Médica (ConFiMe)  da Unicamp, no Instituto de Física Gleb Wataghin. O evento organizado por graduandos da unidade visa oferecer uma visão geral sobre a física médica no país, tendo como público alvo alunos de física e física médica, bem como professores, pesquisadores e profissionais da área. 

A temática é ampla, abordando radiologia, radioterapia, medicina nuclear, proteção radiológica, dosimetria, ressonância magnética e produção de fármacos, além do mercado de trabalho para essas especialidades. “Procuramos manter o padrão bem sucedido do primeiro encontro, reunindo os alunos da graduação para ouvir palestrantes com larga experiência em física médica e que atuam erm instituições de renome. O curso é razoavelmente novo – apesar da necessidade antiga – e a ideia é promover a troca de informações para ganharmos mais conhecimento e melhor escolher a área da física que queremos seguir”, afirma o estudante Raphael Fernandes Casseb, da comissão organizadora do ConFiMe.

O desenvolvimento do campo da física médica vem ocorrendo recentemente no Brasil. O seu profissional é um físico conhecedor da interação entre a radiação e a matéria, que atua calculando as doses a serem aplicadas em pacientes, auxiliando na interpretação de imagens de diagnósticos, calibrando e supervisionando equipamentos radioativos dos hospitais e clínicas. O físico médico não é um médico e, portanto, não clinica nem faz cirurgia.

“A interdisciplinaridade entre física e medicina, ao menos no que tange a radiodiagnóstico, radioterapia e medicina nuclear, pode fazer com que o físico tenha um preparo mais fundamentado para assessorar os médicos ou mesmo para planejar tratamentos e diagnósticos”, observa Casseb que, assim como os colegas de comissão, contou com auxílio e orientação de docentes do IFGW e do Centro de Engenharia Biomédica (CEB) para a organização do encontro.
 
No primeiro dia do ConFiMe, pela manhã, foram ministradas palestras por Alexandre Bacelar, da PUC do Rio Grande do Sul, que apresentou um panorama histórico, a situação atual e a visão de futuro da física médica no Brasil; José Claudio Dellamano, do IPEN, que tratou da radioproteção e gerenciamento de rejeitos em instalações radiativas; e Maria da Penha, também do IPEN, que falou sobre metrologia em radiodiagnósticos.

Os três dias do congresso serão ocupados por 11 palestras, duas mesas-redondas e um minicurso. Raphael Casseb acrescenta que também estão programas visitas a hospitais importantes como Albert Einstein, Instituto de Câncer do Estado de São Paulo e A.C. Camargo. “Os participantes vão conhecer as divisões de física médica dessas instituições, o que vai propiciar um contato mais próximo com os profissionais, conhecendo o seu dia a dia”


Fonte: Planeta Universitário

Novas tecnologias ajudam pesquisadores na restauração e na conservação de bens históricos

As novas tecnologias e o desenvolvimento científico têm sido as principais ferramentas para preservação e recuperação de monumentos históricos de valor incalculável. Professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretora do Centro de Conservação de Restauração de Bens Culturais da Escola de Belas Artes (Cecor), Bethânia Reis Veloso lembra que este é um trabalho que exige dos especialistas conhecimento e senso crítico para analisar a situação de cada obra, fachada ou estrutura. Muitas delas, ao relento, ficam expostas à ação do sol, do vento, da chuva, da maresia, sem contar com intervenções inadequadas, o que provoca danos. O diagnóstico dos problemas pode ser oferecido com eficiência, por meio de técnicas cada vez mais avançadas, possibilitadas pela ciência.

No Brasil, ela observa, a maior parte dessas obras são produzidas com ferro, pedra, madeira, cimento e vidro. Estudos detalhados indicam formas de paralisação de degradação biológica, química, eliminação de insetos, para início da restauração física dos objetos ou estruturas arquitetônicas. “Parece simples, mas não é. As avaliações precisam ser feitas a partir da proposta da obra, do conceito desenvolvido pelo artista. Se a restauração não levar em conta este elemento, o trabalho não se justifica.”

Para a busca dessas informações — técnicas e subjetivas —, equipamentos de alta precisão são utilizados, afirma a professora Eliana Ambrósio, especialista em restauração e conservação. As lâmpadas de vapor de sódio, com luz amarelada, realçam detalhes dos traços, no caso de pinturas. Com os raios X, é possível conhecer internamente as condições da obra, raios ultravioletas revelam intervenções e análises químicas, realizadas em laboratório, confirmam tipos de pigmentos, bases de preparação do objeto, ataques de fungos e de bactérias, entre outros elementos essenciais para a recuperação.


“As pesquisas para descobertas desses recursos estão muito avançadas no país, muito em razão do crescente interesse dos profissionais, que se dispõem a fazer cursos no exterior, pelo incentivo de fundações como a Vitae, que promovem acessos a simpósios, e pelos programas que permitem a troca de experiências entre os técnicos. Outro ponto importante foi a criação de cursos de graduação específicos”, diz a especialista, que chama atenção para a necessidade de qualificação constante da mão de obra, além da produção de conhecimentos a partir da realidade local. “Isso impulsiona inclusive a indústria, que fica mais atenta à descoberta de produtos.” Segundo Eliana Ambrósio, a abertura das universidades para os cursos de restauração e conservação de monumentos é uma tendência mundial nos últimos 20 anos, e que recentemente também influencia o Brasil.


Professora que ministra cursos de materiais e técnicas e restauração de papel, ela observa que o diagnóstico da degradação é o primeiro passo para a recuperação eficiente, que respeita o conteúdo e não apenas a forma do monumento. “Com todas as tecnologias e os produtos disponíveis na indústria, hoje é possível realizar teste, observar como se dá o envelhecimento das obras, como o novo material vai se comportar com o material antigo. Existem resinas acrílicas, tintas cada vez mais sofisticadas”, diz.


Eliana Ambrósio observa ainda que, apesar de todos os recursos disponíveis, essa é uma área que exige sensibilidade do poder público, da iniciativa privada e da população, de modo geral, tanto para a facilitação do acesso aos recursos que devem ser destinados ao cuidado de patrimônios culturais como para a criação de políticas de preservação, que mostrem aos cidadãos a maneira mais adequada para lidar com verdadeiras obras de arte que fazem parte das cidades e estão no cotidiano das pessoas.


A diretora do Cecor, Bethânia Veloso, defende que o aumento dos recursos científicos precisa ser acompanhado do desenvolvimento metodológico. “Num país tropical, é preciso analisar incidência de luz, localização da obra, efeitos da poluição, temperatura e grau de exposição”, explica. Ela lembra que o estudo das degradações deve considerar motivações internas e externas, e que qualquer projeto de restauração tem que avaliar como o bem cultural está integrado à realidade social, a sua importância para a população e relevância histórica. “Esses cuidados são fundamentais, com associação das possibilidades científicas com os interesses sociais.”


Adriano Ramos, um dos fundadores do Grupo Oficina de Restauro, com Maria Regina Ramas e Rosângela Costa, presta serviços na área de preservação e restauração de bens móveis e arte aplicada, além de treinamento e capacitação de mão de obra especializada, em Belo Horizonte. A empresa, que atua diretamente com a preservação do patrimônio cultural desde 1987, compara restauradores aos médicos. “Partimos do diagnóstico para propor o tratamento das obras. Só assim podemos detectar com eficácia os agentes deterioradores”, diz. A colaboração da ciência, nesse caso, ele reforça, tem papel determinante. “Os materiais estão se modificado de maneira muito veloz. Em alguns casos, encontramos produtos químicos e materiais fantásticos, além de pigmentos, tintas prontas, colas e removedores inimagináveis há poucos anos. Com a globalização, o acesso a estas informações é cada vez maior.”


Algumas técnicas


» Lâmpada de vapor de sódio: luz amarelada, que realça detalhes de desenho, no caso de pintura, além de estruturas e linhas.


» Raios X: permitem confirmar o tipo de material utilizado no interior da obra, se há ataque de cupim, pintura anterior à aparente, se o artista trabalhou em camadas.


» Ultravioleta: luz azuladat que, em sala escura, revela por meio de fluorescências outras intervenções de restauração e problemas de degradação.


» Análises químicas: reagentes sofisticados revelam tipos de bases de preparação e pigmentos, e existência de fungos, entre outros elementos.
Fonte: Correio Braziliense

Vírus da herpes combate câncer de cabeça e pescoço

Segundo pesquisa, ao ser combinado com a quimioterapia e a radioterapia, o vírus ajudou a eliminar os tumores em 93% dos casos

Um vírus da herpes, alterado geneticamente, poderia ajudar o tratamento de pacientes com câncer de cabeça e pescoço, revelou uma pesquisa publicada no Clinical Cancer Research. De acordo com os pesquisadores, combinar a utilização do vírus com quimioterapia e radioterapia é melhor do que utilizar apenas o tratamento padrão.

Para realizar o experimento, os cientistas modificaram o vírus comum e aplicaram nas células cancerígenas. Segundo os resultados, o vírus ajudou a eliminar os tumores em 93% dos casos e ainda estimulou o sistema imunológico dos pacientes. Os cientistas acrescentaram que não houve o risco de infectar os voluntários com o vírus.

O levantamento foi realizado com 17 pacientes, que receberam uma injeção com o vírus modificado, no Royal Marsden Hospital, em Londres. Depois de dois anos do tratamento, 82% dos voluntários não apresentaram recorrência da doença.

Os especialistas esperam que o vírus possa ser utilizado um dia para combater outros tipos de câncer. “Dos pacientes que recebem tratamento com quimioterapia e radioterapia entre 35 e 55% apresentam recaída dentro de dois anos. Por isso, a comparação dos resultados é muito favorável”, disse Kevin Harrington, líder da pesquisa.

O próximo passo é realizar uma pesquisa que compare o tratamento do vírus modificado com o tratamento padrão em pessoas com diagnóstico recente de câncer de cabeça e pescoço.

Fonte: Veja

Novo centro de radioterapia de Sergipe

Julho deste ano foi um mês importante para a saúde de quem busca tratamento oncológico e para pouco mais de 300 pacientes que aguardam na fila para realizar radioterapia em Sergipe. Foi inaugurado o novo serviço de radioterapia do Hospital de Cirurgia, em Aracaju. O  setor vai contribuir para desafogar o Centro de Oncologia do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), até então, único serviço público específico para esse tipo de cuidado em funcionamento no estado.

“O novo setor do Hospital de Cirurgia vai tirar o Huse da condição de único local para atender a demanda de pacientes que travam uma batalha contra o câncer, dividindo essa responsabilidade tão importante e ajudando também a reduzir a fila de pacientes que aguardam tratamento radioterápico em Sergipe, exatamente, 304 pessoas no momento. O Centro de Radioterapia do Cirurgia é uma ação concreta para a solução de problemas vivenciados pela área em Sergipe, e possibilitará que, futuramente, filas como essa não se formem”, afirma Mônica Sampaio, secretária de Estado da Saúde.

Na mesma ocasião foram entregues novos leitos de enfermaria da Unidade Vascular Cirúrgica e o Serviço de Referência Hospitalar em Álcool e Drogas. As inaugurações no Hospital de Cirurgia resultaram de uma parceria com o Governo do Estado, que por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou um investimento de cerca de R$ 900 mil.

Segundo o presidente da Fundação Cirurgia, Gilberto Santos, a inauguração das três unidades, após um período de trabalho árduo, mas nobre, traz a sensação de dever cumprido e a satisfação por ver que a parceria com o Governo do Estado foi bem sucedida e que Sergipe só ganhou com isso. “Agora, teremos capacidade e estrutura para atendimento especializado de pacientes que poderão contar não só com essa excelente estrutura física, mas com uma assistência multidisciplinar, proporcionada pelo trabalho integrado entre médicos, psicólogos, nutricionistas, e outros, de modo que o acompanhamento realizado no hospital seja completo nos três serviços oferecidos. Isso faz com que sintamos orgulho por trabalhar aqui”, declara.

Serviço humanizado

O Centro de Radioterapia ‘Amigos da Oncologia (AMO)’ prestará consultas médicas voltadas para radioterapia e o tratamento propriamente dito, com capacidade para atender 70 pacientes por mês, podendo chegar a 100. O serviço, que irá funcionar das 6h às 18h, contará com uma equipe de 25 profissionais, sendo três médicos radioterapeutas, duas enfermeiras especializadas, oito técnicos de enfermagem, três físicos médicos, seis técnicos de radioterapia, dois assistentes sociais e um psicólogo.

O investimento total com obras e equipamentos é de R$ 1 milhão, sendo R$ 800 mil do Estado e R$ 200 mil do Hospital de Cirurgia, o que possibilitou que o centro seja referência em alta qualidade, com equipamentos como Acelerador Linear, Sistema de Planejamento, Sistema de Simulação, Sistema de Mobilização e Proteção e Sistema de Controle de Qualidade e Dosimetria. Com essa reestruturação, a capacidade que o Cirurgia já teve e que estava desativada, desde abril do ano passado, após inspeção da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), voltará à ativa e o Huse deixará de absorver toda a demanda proveniente da unidade.

Para Conceição Balbino, que acompanhou o fechamento do antigo setor de radioterapia do hospital, o retorno do tratamento é um momento de extrema felicidade. “Acompanhei de perto o drama que foi ficar com apenas um local para tratamento oncológico em Sergipe e posso dizer que essa retomada é revigorante. Além disso, para nós que frequentamos a antiga radioterapia, ver o local como está hoje, após esses investimentos, nos faz desconstruir em nossas mentes toda a imagem das dificuldades pelas quais passamos e agradecer por poder vivenciar essa nova realidade”, conta a presidente da AMO, organização não governamental sem fins lucrativos, que presta assistência domiciliar, hospitalar e ambulatorial a pacientes carentes com câncer e homenageada ao nomear o centro.

Além do alto padrão de qualidade e aparelhos de última geração, a reestruturação do Centro de Radioterapia tem uma premissa importante e que deverá afetar diretamente o tratamento de cada paciente que passar pelo local: um serviço humanizado. “O que vemos aqui hoje, além da real possibilidade de começar a resolver os problemas da oncologia em Sergipe, é que iremos não só proporcionar o tratamento oncológico, mas fazê-lo de forma mais humanizada. Esse cuidado diferenciado, que pode ser percebido em cada canto desse ambiente afetuoso e na postura dos funcionários, possibilitará uma caminhada menos sofrida na busca de cada usuário ao retorno para uma vida saudável”, afirma Kathleen Tereza Cruz, secretária adjunta da Saúde de Sergipe.

Dentre os profissionais que têm a missão de prestar esse serviço de eficiência e humanizado, está o médico André Gentil, sergipano que após sete anos trabalhando fora do estado, está de volta e empolgado com as novas instalações e condições de trabalho. “A estrutura física e os equipamentos para que possamos exercer nosso trabalho são os melhores, e isso nos dá segurança para realizar os tratamentos. Além disso, o lugar é aprazível, humano, e isso estimula ainda mais toda a equipe médica que está aqui”, conclui. 


Fonte: Plenário A Notícia Agora (com adaptações)

Pós-graduação em Odontologia em Taubaté-SP


A Universidade de Taubaté (UNITAU) está com as inscrições abertas para especialização (lato sensu) em Radiologia Odontológica e Imaginologia. Com duração de 18 meses, o curso é voltado para cirurgiões dentistas e tem por objetivo formar profissionais com conhecimento nas áreas de interpretação radiográfica, técnicas radiográficas intra e extrabucais e métodos de exames e documentações odontológicas.

Durante as aulas, os alunos contarão com disciplinas sobre os métodos recentes de diagnóstico por imagem, as técnicas e procedimentos radiográficos e a radiologia preventiva, além de temas como legislação odontológica e bioética.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.unitau.br/voufazerpos
Mais informações sobre os cursos de Pós-graduação da UNITAU podem ser obtidas pelo telefone 0800-557255 ou na secretária da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, localizada na Rua Visconde do Rio Branco, 210, Centro.


Fonte: Planeta Universitário

Senado tira monopólio da produção dos radiofármacos


O Senado aprovou em dois turnos de votação no dia 03/08/10, a PEC 100/2010 que retira da União o monopólio sobre a produção, comercialização e uso de elementos radioativos para fins medicinais.

Com isso, empresas privadas podem fabricar e distribuir esses elementos, que são fundamentais para o diagnóstico de doenças cancerígenas.

Até então, apenas duas estatais têm autorização para produzir e comercializar esses produtos: o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), em São Paulo, e o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), no Rio de Janeiro, ambos vinculados ao Ministério de Ciência e Tecnologia. A autorização para a produção e venda dos radioisótopos, no entanto, fica sob a responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear, também vinculada ao ministério.

De acordo com o autor da proposta, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), a ampliação da autorização para venda e produção desses produtos vai aumentar o acesso de pacientes aos tratamentos e exames. "Hoje, só duas estatais podem produzir e comercializar esses produtos. E como eles têm uma vida curta, muitos com menos de duas horas de durabilidade, isso obriga os pacientes a viajarem até essas localidades para terem acesso a diagnóstico e tratamento", afirmou.

Agora, a PEC segue para apreciação pelo plenário da Câmara, que deve aprovar a matéria em dois turnos, por pelo menos 3/5 dos deputados (quantidade igual ou superior a 308 deputados). Caso sofra alterações, a PEC volta para apreciação do Senado. Se for aprovada sem mudanças, a matéria é promulgada pelo presidente do Congresso, o senador José Sarney (PMDB-AP). 


Fonte: JB Online


Obs: Só uma correção Sr Senador: é meia-vida curta e o mais correto seria dizer atividade, não é, Tecnólogos?