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sábado, março 26, 2011

Vagas de empregos para Tecnólogos em Radiologia

 Confira novas vagas na tag "emprego" no lado inferior direito da página.

Cargo: Professor(a) Técnico(a) 
Requisitos: É necessário ter o curso de técnico ou Tecnólogo em Radiologia ou biomedicina.
Onde: São Paulo - SP 
Vagas: 5  
Requisitos: Estar pelo menos na metade do curso técnico ou a partir do 3º período do Tecnólogo em Radiologia médica. Ter disponibilidade para estagiar 24 horas semanais na parte da manhã ou da tarde.
Onde: Rio de Janeiro-RJ 
Vagas: 1
Obs: Acompanhará a rotina dos exames de radiologia, bem como desempenhar atividades correlatas.

Cargo: Estagiário TC 
Requisitos: Tecnólogo em radiologia médica, a partir do 3º período ou especialização em TC, com estágio no projeto pedagógico do curso em andamento. Ter concluído carga horária de estágio no RX. Ter disponibilidade para estagiar 24 horas semanais na parte da manhã ou da tarde.
Onde: Rio de Janeiro-RJ 
Vagas: 1
Obs: Acompanhará a execução dos exames de tomografia computadorizada, bem como desempenhar atividades correlatas.   

Cargo:  Estagiário RM
Requisitos: Tecnólogo em Radiologia médica, a partir do 3º período ou especialização em RM, com estágio no projeto pedagógico do curso em andamento. Ter concluído carga horária de estágio no RX. Ter disponibilidade para estagiar 30 horas semanais, na parte da manhã ou da tarde.
Onde: Rio de Janeiro - RJ
Vagas: 1
Obs: Acompanhará a execução dos exames de ressonância magnética, bem como desempenhar atividades correlatas.
Requisitos: Cursando ensino superior em Radiologia.
Onde: São Luís-MA
Vagas: 1
Requisitos: Formação Superior completa, experiência mínima de 6 meses na área de tomografia computadorizada, bom relacionamento interpessoal e habilidade com informática básica.
Onde: Cuiabá-MT
Vagas: 1
Onde: Brasília-DF
Vagas: 1
Obs: Instituição de ensino superior contrata professor em tempo integral, somente mestre e doutor, para a área de Radiologia.
Requisitos: Superior completo em Física, Biomedicina, Engenharia Física, Radiologia ou Engenharia Biomédica.
Onde: São Paulo-SP
Obs: Imprescindível experiência com Produtos de Imagem (Ressonância Magnética e/ou Tomografia), desenvolvida em indústrias, hospitais e/ou em Instituições de Pesquisas Tecnológicas; Necessários conhecimentos técnicos em configurações de máquinas de Ressonância Magnética e/ou Tomografia, na qualidade de imagem e conhecimentos clínicos;
Experiência em gerenciamento de contratos e na identificação de novas oportunidades.

Cargo: Assistente de Vendas
Requisitos: Superior cursando ou completo, Administração de Empresas, Marketing, Gestão Comercial ou Radiologia. Experiência com vendas.
Onde: Barueri-SP
Vagas: 1 
Obs: Elaboração e alteração de contratos, atendimento ao cliente, suporte nas atividades de importação, contato e negociação com fornecedores emissão e validação de propostas comerciais.
Requisitos: Superior, com experiência comprovada em Radiologia Industrial,  ser registrado na CNEN.
Onde: São Paulo-SP
Requisitos: Superior cursando Administração, Marketing, Gestão Comercial ou Radiologia. Residir em regiões próximas a Barueri.
Onde: Barueri-SP
Vagas: 2
Obs: Irá atuar com vendas internas, realizando a manutenção da carteira de clientes, negociação de preços, pós vendas. Inserindo e acompanhando pedidos de vendas.
Requisitos: Preferência que esteja cursando Ensino Superior, cursos: Administração, Marketing, Gestão Comercial, Radiologia. Conhecimento em Inglês. Residir na Grande São Paulo. Possuir veículo próprio.
Onde: Barueri-SP
Vagas: 20
                

sexta-feira, março 25, 2011

Filme lança olhar incomum sobre o desastre de Chernobyl

Nem filme de catástrofe nem tragédia familiar, um novo filme sobre a explosão de 1986 na usina nuclear de Chernobyl analisa, em vez disso, a razão pela qual algumas pessoas decidiram permanecer na região, mesmo cientes de que corriam perigo mortal. 

"Innocent Saturday", que faz parte da competição oficial do festival de cinema de Berlim, acompanha o jovem funcionário do Partido Comunista Valery Kabysh quando seus chefes, que num primeiro momento tentaram encobrir o que tinha acontecido, o informam da extensão real da catástrofe.

Ele corre para a cidade vizinha de Pripyat e tenta embarcar em um trem com sua namorada, mas quando a rota de fuga é fechada ele é rapidamente sugado de volta para a vida cotidiana, feita de casamentos, compras, música e bebida.

Seus antigos colegas de banda precisam de um baterista e já têm vários shows marcados, então Valery se junta a eles e eles decidem viver a vida plenamente, por mais curta ela possa ser.

Apenas de vez em quando, quando um noivo recorda que sua noiva aguarda um filho, é que a ameaça invisível da radiação se intromete em dia aparentemente idílico.

"O que me fascinou foi o porquê de pessoas que sabiam da catástrofe não fugirem da cidade", disse o diretor russo Alexander Mindadze. "Talvez porque o perigo era invisível?"
Ele disse que, apesar de ter acontecido há 25 anos, o desastre de Chernobyl ainda está presente na mente dos habitantes da antiga União Soviética.

O ator Anton Shagin, que fez o papel de Valery, tinha apenas 2 anos na época do desastre mas se recorda de que alguns de seus colegas, que tinham estado perto do epicentro da catástrofe, tinham que aguardar suas refeições em uma fila separada, porque tinham necessidades alimentares diferentes.

Svetlana Smirnova-Marcinkevich, no papel da namorada, Vera, ainda não tinha nascido em 1986 mas conhece muitas pessoas afetadas pelo pior acidente nuclear da história.

Apesar de mostrar o fato de as autoridades não terem avisado a população sobre o perigo da radiação - o produtor Alexander Rodniansky disse que isso foi "o drama do silêncio, o drama da grande mentira" -, Mindadze disse que seu filme não é político.

E, embora a presença do perigo tenha intensificado a consciência que todos tinham da vida, ele acrescentou que seu filme diz respeito a algo peculiar dos habitantes do bloco soviético: o fatalismo. 

Fonte: ESTADÃO.COM.BR

IV Congresso Nacional dos Profissionais das Técnicas Radiológicas


"O IV Congresso Nacional dos Profissionais das Técnicas Radiológicas tem como objetivo promover a atualização de conhecimentos e de tecnologia, incentivar a produção científica e estimular o intercâmbio de ideias e contatos entre os participantes. Em 2011, cerca de 2 mil participantes, entre auxiliares, técnicos e tecnólogos em radiologia, empresários e estudantes, deverão participar dos trabalhos. Confira neste site as principais informações sobre o Congresso, como programação completa e currí­culos dos palestrantes, e saiba como se inscrever para o evento mais importante de nossa profissão."

quinta-feira, março 24, 2011

Exame de raio-x pode aumentar risco de câncer infantil

Apesar de baixo, risco serve de alerta para evitar indicação desnecessária

Médicos devem ter cautela ao indicar um exame de raio-X a uma grávida ou recém-nascido porque a exposição à radiação pode aumentar o risco de câncer na infância, segundo sugere um estudo publicado na edição da internet do British Medical Journal. O levantamento encontrou um pequeno aumento da incidência de todos os tipos de câncer infantil e leucemia naqueles que haviam sido expostos ao procedimento com menos de três meses de idade ou em crianças cujas mães foram submetidas a um raio-X durante a gravidez.

Os pesquisadores estudaram 2.690 casos de câncer infantil e 4.858 crianças saudáveis. Todas crianças nasceram entre 1976 e 1996 e os dados sobre exposição a radiografia e ultrassom foram coletados a partir de prontuários médicos. Os cientistas mediram o risco para todos os tipos de câncer, de leucemia, linfoma e tumores específicos do sistema nervoso central. 

Os resultados mostraram um risco ligeiramente aumentado para todos os tipos de câncer e leucemia após a exposição de mães ou crianças ao raio-X. Os pesquisadores ressaltaram que o risco não aumentou no caso de ultrassom.
"O aumento do risco de câncer infantil após a exposição a raios-X dentro do útero não é estatisticamente significante", disse à VEJA Preetha Rajaraman, uma das autoras do estudo. "Mas o fato de que há aumento de risco, particularmente de leucemia, é consistente com o que foi reportado por outros estudos que apontavam alta elevação do risco de câncer infantil em crianças expostas a maiores emissões de raios-X", ressaltou.

Apesar de exames como esse serem raros, os autores do estudo demonstraram preocupação devido ao uso crescente de tomografia computadorizada e outros procedimentos com alta dose de radiação em crianças. “Nossos resultados, que indicam um possível risco de câncer em decorrência de radiações menores que as utilizadas na tomografia computadorizada, sugerem que é preciso ter cautela na indicação de exames de imagem na região abdominal e pélvica de mulheres durante a gravidez e em crianças muito novas”, disseram os autores.

Fonte: Veja

Imagens tridimensionais mostram porque as cobras perderam os membros

Imagens tridimensionais de raios-X ultranítidas de um fóssil de 95 milhões de anos encontrado no Líbano lançaram luz sobre como as cobras evoluíram de lagartos com patas, anunciaram cientistas em um estudo publicado no Jornal de Paleontologia de Vertebrados.

O fóssil de 'Eupodophis desouensi', medindo 50 centímetros, revela uma pequena pata posterior presa à pélvis do animal. Ela estava enterrada debaixo de seu corpo e só se tornou visível graças à nova técnica.

A descoberta reforça teorias segundo as quais as cobras teriam evoluído dos lagartos, até que finalmente perderem os membros totalmente, após terem sido bem-sucedidas em hábitats onde rastejar ou deslizar lhes deu uma vantagem.

As novas imagens mostram que o E. desouensi neste momento do período Cretáceo estava no meio do caminho desta mudança.

A pata residual aparece dobrada em sua articulação, com vestígios de ossos do pé ou de dedos.
"Fósseis como este são chave para compreendermos a origem das cobras porque eles mostram uma etapa intermediária do desenvolvimento" destes animais, explicou Alexandra Houssaye, paleobióloga do Centro Nacional de Pesquisas Científicas francês (CNRS, na sigla em francês).

A imagem foi obtida mediante uma técnica denominada laminografia de síncrotron, que usa raios-X de alta resolução para sondar abaixo da superfície e identificar detalhes de até alguns milionésimos de metros de comprimento.

Foi feita uma rotação de 360 graus no fóssil enquanto este foi escaneado, o que forneceu uma imagem tridimensional similar à popular tomografia computadorizada empregada em hospitais.

O E. desouensi foi descoberto há 10 anos e causou comoção na época porque uma pequena pata traseira com apenas dois centímetros de comprimento foi encontrada na superfície do fóssil. Especialistas ponderaram, durante muito tempo, se uma segunda pata traseira poderia ser vista.

Não há vestígios de patas dianteiras, o que indica que estes membros já tinham sido eliminados, sob pressão da evolução.

Fonte: AFP

sexta-feira, março 18, 2011

Acidente nuclear x Acidente radioativo

Por Mariana Duarte


A diferença entre a emergência nuclear e a emergência radiológica, é que a emergência nuclear ocorre com reatores de pesquisa ou energia. Já a emergência radiológica ocorre com qualquer material radioativo. Por isso, acidentes radiológicos são mais frequentes que acidentes nucleares, pois, podem ocorrer em qualquer hospital, por exemplo, que tenha um serviço de radioterapia ou em uma instalação de medicina nuclear.

Uns dos maiores acidentes radiológicos, foram:

SEUL, CORÉIA DO SUL


Em outubro de 1999 um vazamento de água radioativa em uma usina nuclear contaminou 22 pessoas, mas foi controlado pouco depois. O acidente ocorreu quando era feito um conserto numa bomba de água para resfriamento na usina nuclear de Wolsung. Os 45 litros de água radioativa vazados "não saíram do edifício. Não afetaram o meio ambiente", acrescentou o Ministério da Ciência e Tecnologia.
Entre as pessoas contaminadas estavam funcionários da Korea Electric Power Corp., que administra a usina.

TÓQUIO, JAPÃO

Em setembro de 1999 um vazamento de radiação ocorrido em uma usina de processamento de urânio contaminou 14 trabalhadores. A usina se situa em Tokaimura, a noroeste de Tóquio.
Os níveis de radiação em torno da usina ficaram 10.000 vezes superiores aos normais. A dois quilômetros do lugar, ainda eram dez vezes maiores que o normal.

GOIÂNIA, GO


Um ano e meio após o desastre de Chernobyl, aconteceu o acidente de Goiânia, onde catadores de sucata abriram a golpes de marreta uma peça de equipamento hospitalar para radioterapia de 120 quilos (vida útil 30 anos), abandonado em um terreno contendo aproximadamente 19 gramas de césio-137. Foi vendido a um ferro-velho, o dono encantado com o pó aglomerado azul que brilhava na falta de luz, fez um anel para sua esposa e distribuiu o pó para amigos e familiares, tragicamente contaminando mais e mais vitimas.

Quando o acidente foi descoberto, autoridades enviaram policiais e bombeiros, sem proteção adequada, para isolar a área, os quais também se contaminaram. As vitimas tiveram suas residências e pertences destruídos, levados para um aterro, onde os trabalhadores que fizeram a demolição e o transporte também se contaminaram.

Calcula-se que mais de 60 pessoas foram vítimas fatais e em torno de 6 mil foram contaminadas, produzi-se cerca de 13,4 toneladas de lixo atômico, perigoso ao meio ambiente por mais de 180 anos, condicionados em conteiners fechados hermeticamente, enterrados em uma vala de aproximadamente 30 metros de profundidade, revestida por uma parede de concreto e chumbo de 1 metro de espessura e sobre a vala foi construída uma montanha. Nas proximidades do ferro-velho foi coberto por 7 metros de espessura de concreto para impedir possíveis vazamentos de radiação.

quinta-feira, março 17, 2011

As Pílulas de Iodo e o Azul da Prússia

Esclarecendo algumas dúvidas sobre o motivo de usarem as pílulas de iodo em acidentes nucleares ou radiológicos e o azul da Prússia, que foi utilizado em Goiânia no acidente com o Césio-137, por exemplo.

Por Mariana Duarte

Iodeto de Potássio


Utilizando o exemplo do recente acidente nuclear no Japão onde há a presença no ar do Iodo-131, que é radioativo e altamente cancerígeno, as pílulas de iodo ou  iodeto de potássio são um sal utilizado para saturar a tireóide com este iodo, condicionando-a a bloquear o iodo radioativo. Elas ajudam a combater o efeito do Iodo-131 diminuindo a possibilidade de disfunções da tireóide.

O corpo precisa de iodo - de uma forma não radioativa - para produzir hormônios da tireóide, que regulam o metabolismo. Absorver o iodo radioativo pode causar o câncer. Uma vez inalado ou consumido por comer ou beber alimentos contaminados, o iodo radioativo viaja através do corpo e é rapidamente absorvido pela glândula tireóide, onde se pode danificar o DNA.

O corpo não faz a diferença entre o iodo radioativo e o estável. Tomar comprimidos de iodo estável pode proteger a tireóide por "encher" a glândula de iodo, impedindo a absorção do iodo radioativo. É importante que se tomem as pílulas rapidamente e o seu efeito dura por 24 horas.  

Os comprimidos de iodo não impedem a entrada de iodo radioativo no corpo e nem  protege outros órgãos além da glândula tireóide. Eles também não revertem danos que já ocorreram na tireóide. 

Sal iodado também contém iodo suficiente para manter a maioria das pessoas saudáveis, em condições normais. No entanto, o sal de mesa não contém iodo suficiente para bloquear o iodo radioativo de entrar em sua glândula tiróide. 

Porém, como esclareceu a OMS, o iodeto de potássio "não é um antídoto à radiação" e não oferece proteção contra elementos radioativos como o césio. Além disso, pode representar um risco para algumas pessoas, incluindo mulheres grávidas.

Azul da Prússia 


O azul da Prússia foi produzido pela primeira vez como um corante azul em 1704 e tem sido utilizado por artistas e fabricantes, desde então. Ele tem o nome de seu uso como corante de uniformes militares prussianos. 

Porém, as pessoas não devem tomar o corante azul da Prússia utilizado por artistas na tentativa de tratar a si próprios. Este tipo de azul da Prússia não é projetado para tratar da contaminação radioativa.  As pessoas que estão preocupadas com a possibilidade de estarem contaminadas com materiais radioativos devem ir ao médico para aconselhamento e tratamento.
  
O azul da Prússia é utilizado no tratamento de pacientes com conhecida ou suspeita de contaminação interna com césio radioativo e/ou tálio radioativo ou não-radioativo para aumentar a velocidade de sua eliminação. Tal substância elimina os efeitos da radiação, fazendo com que as partículas de césio saiam do organismo através da urina e das fezes.

O azul da Prússia impede que o tálio radioativo (principalmente o Tl-201) e o césio sejam reabsorvidos pelo organismo. Os materiais radioativos em seguida, passam através do intestino e são excretados em evacuações. 

O azul da Prússia reduz a meia-vida biológica do césio de cerca de 110 dias para cerca de 30 dias e a meia-vida biológica do tálio de cerca de 8 dias para cerca de 3 dias. Por reduzir o tempo que o césio e o tálio permanecem no corpo, o azul da Prússia ajuda a limitar a quantidade de tempo que o corpo é exposto à radiação.

A droga é segura para a maioria dos adultos, incluindo mulheres grávidas e crianças (2 ─ 12 anos). As mulheres que estão amamentando seus bebês devem parar de amamentar. Pessoas que tiverem prisão de ventre, bloqueios no intestino ou certos problemas de estômago devem consultar seus médicos antes de utilizá-lo. Antes de tomar o azul da Prússia, as pessoas também devem informar seu médico sobre qualquer outro medicamento que esteja tomando.

Os efeitos secundários mais comuns do azul da Prússia são dores de estômago e constipação. Estes efeitos secundários podem ser facilmente tratados com outros medicamentos. As pessoas podem ter fezes azuis durante o tempo em que estão tomando o azul da Prússia.    

sábado, março 12, 2011

Saiba quais foram os maiores acidentes nucleares da história

THREE MILE ISLAND, EUA 


 
Em 28 de março de 1979, falhas técnicas, humanas e operacionais não permitiram o resfriamento normal de um reator na usina de Three Mile Island, na Pensilvânia, e seu núcleo começou a derreter. Foi o mais grave acidente nuclear dos EUA: cerca de 140 mil pessoas foram retiradas da região, e gases radioativos escaparam e atingiram a atmosfera. Os detalhes do desastre só foram divulgados anos depois, e foi estabelecida uma comissão do governo americano para investigá-lo. Não houve relatos de mortes.












ERWIN, EUA


Em agosto de 1979, um vazamento de urânio, também nos Estados Unidos, atingiu uma instalação nuclear secreta perto de Erwin, no Tennessee, contaminando cerca de mil pessoas.









TSURUGA, JAPÃO


Entre janeiro e março de 1981, quatro vazamentos radioativos na usina nuclear de Tsuruga, no Japão, contaminaram cerca de 278 pessoas.








CHERNOBYL, UCRÂNIA


Em 26 de abril de 1986, o reator número 4 da usina soviética de Chernobyl, na Ucrânia, explodiu durante um teste de segurança. Foi a maior catástrofe nuclear civil da História. A estimativa oficial de mortos é de 25 mil, mas poderia chegar a 500 mil. Por dez dias, o combustível nuclear queimou, jogando na atmosfera mais de 200 bombas atômicas, contaminando três quartos da Europa. Moscou tentou encobrir o desastre, classificado de nível 7 (o mais alto). As vítimas foram russos, ucranianos e bielorrussos. Um sarcófago foi construído ao redor do reator.








TOMSK-7, SIBÉRIA


Em abril de 1993, uma explosão na usina de reprocessamento de combustível irradiado em Tomsk-7, cidade secreta da Sibéria Ocidental, provocou uma nuvem e projetou materiais radioativos. O número de vítimas é desconhecido.








TOKAIMURA 1, JAPÃO

Em 11 de março de 1997, a usina experimental de reprocessamento de Tokaimura. no nordeste de Tóquio, foi parcialmente paralisada depois de um incêndio e de uma explosão. Trinta e sete pessoas ficaram contaminadas.






TOKAIMURA 2, JAPÃO

Em 30 de setembro de 1999, um novo acidente em Tokaimura levou à morte dois técnicos da usina. Foi o maior desastre nuclear civil do Japão, provocado, involuntariamente, por funcionários que usaram uma quantidade excessiva de urânio, provocando uma reação nuclear descontrolada. Mais de 600 pessoas foram expostas à radiação.




MIHAMA, JAPÃO


Em 2004, na usina nuclear de Mihama, vapor não radioativo vazou por um encanamento, que acabou se rompendo. O acidente foi provocado por uma grande corrosão. Cinco funcionários morreram devido a queimaduras.












TRICASTIN, FRANÇA


Em 23 de julho de 2008, durante uma operação de manutenção nos reatores da usina nuclear de Tricastin, no sul da França, substâncias radioativas vazaram, contaminando levemente centenas de empregados. 







Fonte: O Globo (com adaptações).

Explosão atinge usina nuclear japonesa

Uma grande explosão atingiu uma usina nuclear do Japão que já tinha sido danificada pelo grande terremoto de sexta-feira.

A grande nuvem de fumaça foi vista saindo da usina nuclear de Fukushima.

Imagens da televisão japonesa mostraram uma grande explosão em um dos prédios da usina Fukushima 1, a cerca de 250 quilômetros a nordeste de Tóquio. Além da nuvem de fumaça, também podiam ser vistos destroços atirados para longe da construção.

O canal de televisão japonês NHK mostrou imagens da usina antes e depois do terremoto. Estas imagens parecem mostrar que a estrutura mais externa de uma das quatro construções da usina tinha desabado depois da explosão.

A Companhia Elétrica de Tóquio, operadora da usina, informou que quatro funcionários ficaram feridos.

Ainda não se sabe exatamente em que parte da usina ocorreu a explosão e qual foi sua causa. Mas, o secretário do Gabinete de Governo do Japão, Yukio Edano, informou que os especialistas estão tentando determinar os níveis de radiação no local.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, declarou estado de emergência em Fukushima 1 e 2, enquanto os engenheiros tentam confirmar se houve um derretimento em um dos reatores de uma das usinas.

Este é um procedimento automático depois que reatores nucleares são desligados em caso de terremoto, o que permite que as autoridades tomem medidas mais rápidas.

A usina nuclear de Fukushima foi uma das muitas instalações do Japão danificadas pelo forte terremoto e tsunami que atingiram o país.

Cidades e vilarejos inteiros foram destruídos pelo tremor de 8,9 de magnitude e por ondas de até 7 metros. Mais de mil pessoas morreram devido ao terremoto.
Mais de 200 mil pessoas estão em abrigos de emergência. Dezenas de milhares de soldados japoneses e centenas de navios e aeronaves foram enviados para os trabalhos de resgate.

Sistema de resfriamento

O estado de emergência nuclear foi declarado pelo governo japonês após o sistema de resfriamento de cinco usinas falhar e provocar o risco de um vazamento.

A Agência Nuclear do Japão informou neste sábado que foram detectados césio e iodo radioativos perto do reator número um da usina Fukushima 1. A agência informou ainda que isto pode indicar que os recipientes com combustível de urânio dentro do reator podem ter começado a derreter.

Na sexta-feira, o governo japonês tinha informado que os níveis de radiação dentro da usina aumentaram quatro mil vezes.

A pressão dentro de um dos seis Reatores de Água Fervente (BWRs, na sigla em inglês) na usina aumentou após o sistema de refrigeração ter sido danificado pelo terremoto. No portão da usina, a radiação aumentou oito vezes.

O calor produzido pela atividade nuclear dentro do núcleo do reator necessita ser dissipado, mesmo após seu desligamento.

Ar e vapor com radioatividade foram liberados de vários reatores das duas usinas para tentar aliviar os altos níveis de pressão. Mas, segundo o primeiro-ministro, Naoto Kan, os níveis de radioatividade no ar e vapor liberados eram "minúsculos".

Milhares de pessoas receberam ordens para se retirar da região em um raio de 20 quilômetros da usina de Fukushima. O correspondente da BBC na região Nick Ravenscroft foi parado pela polícia a 60 quilômetros da usina.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) afirmou que está tentando conseguir mais informações a respeito da situação na usina.


Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, março 11, 2011

Fumar durante a radioterapia prejudica resultados

Os fumantes que não deixam o tabaco antes dos tratamentos de radioterapia ao câncer da cabeça e pescoço, não têm tão bons resultados como aqueles que param de fumar, dizem investigadores dos EUA.

O autor principal do estudo, Dr. Allen Chen, da Escola de Medicina Davis da Universidade da Califórnia, diz que embora a associação entre tabagismo e câncer da cabeça e pescoço tenha sido estabelecida há muito tempo, havia poucas informações sobre se continuar a fumar durante o tratamento afetava o prognóstico.

"Sempre disse aos pacientes que deviam realmente deixar de fumar, mas não tinha provas concretas para os convencer de que seria pior se continuassem a fumar", explica Chen, em comunicado.

Piores resultados

"Queria dados mais concretos para perceber se o tabaco é prejudicial em termos de probabilidade de cura, sobrevida global e tolerabilidade do tratamento. Mostramos que continuar a fumar contribuiu para resultados clínicos negativos em todos estes parâmetros", acrescentou.

Chen e os seus colegas analisaram os registos médicos de 101 pacientes recém-diagnosticados com carcinoma de células escamosas da cabeça e pescoço, que continuaram a fumar durante o tratamento com radiação, e compararam com doentes semelhantes que deixaram de fumar antes da terapia.

Aumento da sobrevida

O estudo, publicado no International Journal of Radiation Oncology•Biology•Physics, revelou que 55% dos pacientes que deixaram de fumar antes do tratamento ainda estavam vivos cinco anos depois, em comparação com 23% dos que continuaram a fumar.

A equipe descobriu que 53 dos doentes que ainda fumavam tiveram uma reincidência da doença, comparativamente a 40 pacientes do grupo de controle.

Fonte: Portal de Oncologia Português

quinta-feira, março 10, 2011

Serviços de radiologia sofrem com dificuldades estruturais do HPS em Porto Alegre

A falta de estrutura do Hospital de Pronto Socorro em Porto Alegre é motivo de preocupação para uma das mais importantes áreas da medicina: a radiologia. Entre os problemas estão falta de profissionais e de equipamentos mais adequados. O presidente da Associação Gaúcha de Radiologia, Silvio Cavazzola, alerta para o risco da falta de equipamentos mais modernos para o melhor atendimento da população.
 
"O principal perigo para população é não podermos prestar a assistência adequada por falta de equipamento para diagnostico ou terapêutica. O hospital hoje necessita de ultrassom e tomógrafo", explica.

De acordo com a Associação dos Servidores do HPS a situação influencia no diagnóstico de lesões ou doenças que acaba sendo prejudicado. Segundo o presidente da entidade há baixo número de pessoal para triagem (apolimento) e diagnóstico e falta tecnologia para melhorar e facilitar o diagnóstico dos pacientes.

O hospital fundado em 19 de abril de 1944 é um dos mais utilizados em Porto Alegre devido ao atendimento pelo SUS e pela localização na região central da cidade. Segundo o presidente da Associação dos Servidores do HPS, Rodrigo Machado, o problema é a falta de condição do RH, principalmente de técnico em enfermagem.

"O setor necessita de mais uns dez técnicos em radiologia e médicos radiologistas. Os equipamentos são muito antigos, precários. Hoje vemos outros com diagnostico online, aqui revelamos com filme e produtos químicos", explica.

Machado lembra que existe a perspectiva de restauração física pelo projeto QualiSUS que remodelará o andar térreo do prédio, a UTI e alguns outros setores. Ele enfatiza que este projeto não tem ligação com o planejamento para a Copa, mas afirma que o evento pode facilitar as reformas para o bem dos gaúchos.

Associação Gaúcha de Radiologia

A Associação Gaúcha de Radiologia, filiada ao Colégio Brasileiro de Radiologia, é uma entidade científica que congrega médicos radiologistas do Rio Grande do Sul, que utilizam radiações ionizantes ou outras formas de energia, para fins de diagnóstico e tratamento. Seu objetivo principal é promover, aprovar e incentivar o aperfeiçoamento dos médicos radiologistas, nos campos científico, ético e social. 

A Associação Gaúcha de Radiologia é a representante maior no Estado do Rio Grande do Sul, dos médicos que trabalham com métodos de imagem. Sua área de abrangência engloba radiodiagnóstico, radioterapia, ultrassonografia, tomografia computadorizada, medicina nuclear, ressonância magnética, desintometria, mamografia e radiologia vascular e intervencionista.

Fonte: SEGS

quarta-feira, março 09, 2011

Palestra gratuita sobre as Aplicações do PET/CT na Neurologia em São Paulo

O PET/CT é um dos exames mais modernos e poderosos da Medicina Nuclear e tem se mostrado muito eficiente quando aplicado em várias áreas, como a Neurologia, especialmente na diferenciação de demências, doenças que atingem cerca de 10% da população acima de 65 anos, sendo que mais da metade dos casos são de Alzheimer.

“Identificar qual tipo de demência acomete o paciente permite decidir com segurança e rapidez como será o tratamento, acompanhar os resultados e ajuda no prognóstico da doença”, explica o Dr Celso Darío Ramos, presidente da Sociedade Brasileira de Biologia Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBBMN), que destaca ainda: “Em apenas 45 minutos, o PET/CT permite analisar o corpo inteiro, sem que o paciente seja submetido a maior exposição radioativa e de forma pouco invasiva”.

Os métodos convencionais mostram a anatomia do cérebro enquanto o PET/CT, além da anatomia, mostra o funcionamento. Frequentemente, nos casos de demências, a anatomia é preservada, mas o funcionamento está alterado, indicando a presença da doença. Daí a importância de submeter os portadores de demências a esse método.

No caso de tumores cerebrais, o PET Scan, como também é conhecido o exame, mostra a resposta do paciente à cirurgia, à radioterapia e à quimioterapia. Esse resultado, mais uma vez, ajuda a direcionar a conduta do médico, o que na prática significa mais qualidade de vida, menos sofrimento e até maior sobrevida. Além disso, para o sistema de saúde, significa redução de custos com economia de recursos.

Frente à importância desse assunto, a SBBMN vai promover a palestra “Aplicações do PET/CT na Neurologia”, no dia 14 de março de 2011, às 20 horas, no hotel Golden Tulip Paulista Plaza (Alameda Santos, 85), em São Paulo (SP). O público alvo são médicos, especialmente neurologistas e nucleares, e outros profissionais da saúde, como radiofarmacêuticos, químicos, físicos e tecnólogos

Vagas limitadas e inscrições gratuitas. 

Informações e inscrições no site www.sbbmn.org.br.

Fonte: Portal Fator Brasil

Aeolus fecha contrato no valor total de US$ 118 milhões com a BARDA para desenvolver tratamento de síndrome aguda de radiação pulmonar

A Aeolus Pharmaceuticals, Inc. (OTC: AOLS), empresa biofarmacêutica que desenvolve uma nova classe de compostos antioxidantes catalíticos de amplo espectro que reduzem o estresse oxidativo, inflamação e os consequentes sinais de danos teciduais resultantes da exposição à radiação, anunciou que a Autoridade biomédica de pesquisa e desenvolvimento avançado (Biomedical Advanced Research and Development Authority, BARDA), parte do Departamento de serviços humanos e de saúde (HHS), assinou um contrato com a Aeolus para o desenvolvimento avançado do AEOL 10150 como contramedida médica (medical countermeasure, MCM) contra a subsíndrome pulmonar da síndrome aguda de radiação (ARS). 

De acordo com os termos deste contrato de desenvolvimento de taxa fixa mais custos, a Aeolus receberá US$ 10,4 milhões no período de desempenho do primeiro ano base e um adicional de até US$ 107,5 milhões em opções, se exercido pela BARDA, para um contrato com valor total de até US$ 118 milhões. Além de cobrir completamente os custos de desenvolvimento do AEOL 10150 como MCM para ARS pulmonar, a empresa acredita que o contrato com a BARDA cobrirá substancialmente todos os custos associados aos procedimentos pré-clínicos, química, manufatura e controles (chemistry, manufacturing, and controls, CMC) e toxicologia necessários para as indicações oncológicas, além de um amplo estudo de segurança em humanos. 

A aquisição do AEOL 10150 para o Strategic National Stockpile pode ocorrer depois da aprovação da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (Food and Drug Administration, FDA), se obtida, ou antes com autorização de uso emergencial (Emergency Use Authorization, EUA). De acordo com o plano de desenvolvimento da empresa, os documentos de apresentação de um EUA seriam preparados e enviados ao governo em aproximadamente dois anos e meio. O valor de uma aquisição, se houver, não está incluído no valor do contrato aqui anunciado.

“Estamos entusiasmados com o apoio da BARDA para esse importante programa e esperamos promover um relacionamento altamente produtivo para desenvolver uma contramedida efetiva para os efeitos pulmonares da ARS”, disse John L. McManus, diretor executivo e presidente da Aeolus Pharmaceuticals, Inc. “Este contrato permitirá a aceleração do desenvolvimento do 10150 como uma contramedida médica, e isso também vai, de forma importante, permitir a expansão do seu desenvolvimento para uso em indicações oncológicas, onde ele seria usado em conjunto com aterapia de radiação. Acreditamos que as características de uso duplo e amplo espectro do AEOL 10150 fazem dele um componente exclusivo e empolgante, com excelente potencial.”

O AEOL 10150 também está sendo analisado pelo programa de desenvolvimento de contramedidas médicas nucleares/radioativas do Instituto nacional de alergias e doenças infecciosas (National Institute of Allergy and Infectious Diseases, NIAID) dos Institutos Nacionais de Saúde (National Institutes of Health, NIH) como uma contramedida de exposição à radiação para o trato gastrointestinal e pela NIH CounterACT como contramedida contra a exposição a cloro gasoso e gás mostarda/ sulfeto.

A Aeolus está entusiasmada com a parceira feita com a HHS-BARDA, Universidade de Maryland, Universidade Duke, Johnson Matthey Pharma Services, Albany Molecular Research e a Symbion Research International e nesse abrangente programa de desenvolvimento. O desenvolvimento do AEOL 10150 para apresentação de uma solicitação de um novo fármaco (New Drug Application, NDA) para a indicação de subsíndrome pulmonar do ARS deve levar aproximadamente cinco anos.

A empresa planeja iniciar o estudo da Fase I do AEOL 10150 em oncologia no primeiro semestre de 2011.
Sobre síndromes agudas da radiação (ARS)

Imediatamente após a exposição, os componentes mais críticos da síndrome aguda da radiação são as síndromes hematopoiéticas (medula óssea) e gastrointestinal precoce (GI), pois os sintomas começam muito rapidamente e podem ser fatais. Contudo, dependendo do nível e da localização da exposição à radiação, muito da letalidade tanto da síndrome hematopoiética quanto da gastrointestinal precoce é potencialmente evitável com tratamento adequado, incluindo cuidado de apoio (fluidos e antibióticos) e Neupogen, deixando as complicações para os tecidos com resposta tardia, subsequentemente tornando-se um grande problema.

Em situações de exposição acidental, assumiu-se inicialmente que uma dose completa superior a 10 Gy era inevitavelmente fatal. Contudo, experiências com vítimas de acidentes nucleares sugerem que quando os pacientes sobrevivem à síndrome gastrointestinal ou de medula óssea, a falha respiratória torna-se a principal causa de morte. Este efeito é conhecido como um efeito retardado da exposição aguda à radiação (delayed effect of acute radiation exposure, DEARE).
Sobre a terapia de radiação de câncer

De acordo com a Sociedade Americana de Câncer, o câncer é a segunda principal causa de morte por doença representando uma em cada quatro mortes nos Estados Unidos. De acordo com a Sociedade de Radiologia da América do Norte, em torno de 50 a 60% dos pacientes de câncer são tratados com radiação em algum momento durante a doença. O NIH estima que o custo geral de câncer em 2008 nos Estados Unidos foi de US$ 228,1 bilhões: US$ 93,2 bilhões por custos médicos diretos, US$ 18,8 bilhões por custos indiretos de morbidade (custos de perda de produtividade devido à doença) e US$ 116,1 bilhões por custos indiretos de mortalidade (custo de perda de produtividade devido à morte prematura).
Sobre a BARDA

A Autoridade biomédica de pesquisa e desenvolvimento avançado (BARDA), do Escritório do secretário adjunto de prontidão e resposta do Departamento de serviços humanos e de saúde dos EUA, oferece uma abordagem integrada e sistemática para o desenvolvimento e compra de vacinas, medicamentos, terapias e ferramentas de diagnóstico necessários para as emergências médicas de saúde pública. 

A BARDA foi estabelecida para fornecer financiamento e coordenação para atender aos desafios do desenvolvimento de contramedidas médicas. A BARDA foi criada para aumentar o financiamento para pesquisa e desenvolvimento avançados e para melhor coordenar o processo de aquisição e desenvolvimento de contramedidas médicas do governo dos EUA. 

A BARDA administra o Projeto BioShield, que inclui a aquisição e o desenvolvimento avançado de contramedidas médicas para agentes químicos, biológicos, radiológicos e nucleares, assim como o desenvolvimento avançado e a aquisição de contramedidas médicas para influenza pandêmica e outras doenças infecciosas emergentes que fogem do escopo do Projeto BioShield.
Sobre o AEOL 10150

O AEOL 10150 é um antioxidante catalítico de amplo espectro projetado especificamente para neutralizar espécies de nitrogênio e oxigênio reativo. A neutralização dessas espécies reduz o estresse oxidativo, a inflamação e as consequentes cascatas indicativas de danos nos tecidos resultantes de exposição à radiação. A empresa acredita que o AEOL 10150 possa ter um impacto profundamente benéfico nas pessoas que tenham sido expostas, ou que estejam prestes a ser expostas, a altas doses de radiação no tratamento oncológico.

O AEOL 10150 já deu resultados positivos em estudos de segurança animal, foi bem tolerado em dois testes clínicos com pessoas, e demonstrou eficácia de sobrevivência estatisticamente significativa em um modelo de ferimento no pulmão por radiação aguda induzida. O AEOL 10150 também está atualmente em desenvolvimento para uso tanto em medicamentos terapêuticos quanto profiláticos em pacientes com câncer.
Fonte: Bussiness Wire