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quarta-feira, dezembro 07, 2011

Palestras sobre Radiologia Industrial Online e Ao Vivo

É uma ótima oportunidade para quem não puder ir ao local da palestra ou congresso, para quem mora longe! Fiquem de olho! 

Dessa vez será a IV Jornada Carioca de Radiologia no dia 17 de Dezembro de 2011.

A MAXIM Industrial disponibiliza a comunicação por voz e imagem que podemos assistir de qualquer lugar do mundo palestras sobre Radiologia Industrial, ao vivo.

A palestras serão ministradas por profissionais especialistas, mestres e doutores da área de aplicações industriais das radiações ionizantes com larga experiência de mercado.

Temas das Palestras:
  • Aplicações das Radiações no Mercado Industrial e Atuação da CNEN
  • Aplicações das Radiações na Indústria do Petróleo
  • Medidores Nucleares Fixos e Móveis
  • Radiografia Industrial
  • Inspeção de Segurança com Scanners de R-X e Gama em Aeroportos, Portos e Fronteiras
  • Irradiação Industrial

Data e Horário
 
Dia 17 de Dezembro de 2011 das 10 às 16h.
 
Pré-requisitos

Candidatos com computador e acesso à internet. Após a sua inscrição, faltando alguns dias para o evento, você receberá o seu login e senha para acesso ao portal da Maxim Online.

Investimento

O pagamento deverá ser realizado apenas no site da Maxim Industrial, clicando na tecla mais abaixo e custará R$ 39,00.


Fonte: MAXIM Industrial (com adaptações).

terça-feira, dezembro 06, 2011

Brancas, de maior renda e escolaridade têm mais acesso à mamografia no Brasil

Mulheres brancas, de maior renda e escolaridade são as que mais fazem mamografia no Brasil. 

Essa é uma das principais conclusões de um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, ligada à Fundação Oswaldo Cruz, a partir da análise dos dados de nove regiões metropolitanas da edição 2008 da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios), do IBGE.

Embora seja possível afirmar que as desigualdades sociais, em especial a renda, aumentam ou diminuem as chances de uma mulher fazer o exame, que é a principal maneira de diagnosticar o câncer de mama com precocidade, elevando assim as chances de cura, há ressalvas. “Apesar dos indícios de associação do quadro com as diferenças socioeconômicas das regiões metropolitanas, pode ser que tal ligação exista também na oferta e na gestão dos serviços de saúde em cada uma delas”, destaca a pesquisadora Rejane Sobrino Pinheiro, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das autoras do trabalho.

Segundo Rejane, não é de hoje que se sabe que a escolaridade e a renda são determinantes para o acesso a qualquer serviço no Brasil e no mundo. Em relação à cor/raça, há menor número de estudos e não há consenso. Mas o estudo dela e suas colegas é pioneiro ao constatar como os indicadores sociais tradicionais se comportam em diferentes locais dentro do Brasil, como se fossem vários "Brasis". “Em algumas regiões metropolitanas, a prevalência de mamografia é muito desigual em função da renda familiar per capita. Em outras, é maior segundo a escolaridade. Ou seja, os indicadores não sugerem exatamente a mesma coisa. Em cada região metropolitana as barreiras à mamografia podem ser diferentes”, afirma.

Para Rejane, o Brasil não padece da oferta de mamógrafos. Embora o Sistema Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) tenha divulgado recentemente que na região Norte existam apenas 86 mamógrafos, dos quais 44 em instituições públicas; no Nordeste, 98 públicos para 351 existentes na região; 284 públicos dentro dos 687 da região Sudeste; 38 para os 286 do Sul e 52 para os 125 no Centro-Oeste, os números indicam cerca de 48 aparelhos por milhão de mulheres – valor semelhante ao de países desenvolvidos, como Nova Zelândia (46), Japão (49) e Alemanha (51).

Mesmo em países de grande extensão, como Canadá (40) e Austrália (63), os valores não estão tão distantes. As diferenças, segundo ela, não parecem dever-se à falta de mamógrafos. Afinal, conforme aponta, a oferta praticamente duplicou desde a implantação da política de controle do câncer de mama em 2004. Mas sim a problemas de distribuição e acesso.

“A distribuição dos equipamentos não pode ser tão dispersa, dada a densidade populacional desigual, o tamanho do território brasileiro e os desafios operacionais", diz. "As etapas de instalação, operação, manutenção e interpretação do exame necessitam de especialistas, como físicos, técnicos qualificados, engenheiros, médicos especialistas, que também não estão distribuídos igualmente pelo país”, destaca.

Para ela, mais do que instalar novos equipamentos em lugares remotos, é necessário garantir condições para o deslocamento das mulheres, dos mamógrafos, ou de ambos, e ainda incentivar a leitura e interpretação dos exames de modo centralizado, com uso das opções abertas pela telemedicina. “Não seria inventar a roda, uma vez que isso já acontece em outros países, como Austrália, Estados Unidos, Reino Unido. E mesmo no Brasil há notícias de experiências desse tipo”, observa Rejane.

Conforme explica, os aspectos ligados ao deslocamento são importantes quando o país inteiro é considerado. Mas, nas regiões metropolitanas, essa questão não é tão relevante. Outros componentes do acesso seriam barreiras mais importantes, como filas, encaminhamentos e preços. Nem todos os exames são realizados no âmbito do SUS e há que se investigar o número de exames por mamógrafo, tanto dos financiados pelo SUS, quanto dos privados. A operação dos equipamentos pode estar aquém da sua capacidade instalada.

Vale destacar ainda outros aspectos da oferta, como a substituição dos equipamentos obsoletos ou fora de operação, a eficiência do serviço e a dificuldade de acesso da mulher ao exame, causada tanto por barreiras à porta de entrada no serviço de saúde -- não conseguir atendimento médico --, quanto à continuidade do atendimento, ou se o profissional não indica o exame.

Mas há avanços. A política nacional e ações governamentais entre 2003 e 2008 vem produzindo resultados positivos,como a ampliação do acesso à mamografia e redução das desigualdades sociais, demonstradas em estudo anterior, também com dados da PNAD.

"Para avançar nessas questões, iniciamos uma nova etapa de investigação, abordando a produção e a produtividade dos mamógrafos, segundo fonte de financiamento, público e privado, sua distribuição espacial e a cobertura da população-alvo à luz das recomendações da política do Ministério da Saúde, que segue os critérios internacionais, e dos parâmetros alternativos sugeridos pela Sociedade Brasileira de Mastologia, para identificar indícios de demanda reprimida ou de uso excessivo do exame", explica a pesquisadora.

A democratização da mamografia é encorajadora quando se consideram coberturas derastreamento mamográfico, hoje acima de 70%, o que confere redução da mortalidade de 20% a 30% de mulheres de 50 anos ou mais nos países desenvolvidos. No entanto, é fundamental estruturar a rede de cuidados de saúde que permita a ampliação da oferta de mamografias com qualidade, dos procedimentos de diagnóstico e de tratamento para todas as mulheres que necessitam de acompanhamento. "Dessa forma poderemos acreditar que estamos, de fato, caminhando para a diminuição real das desigualdades em saúde no país.”



Fonte: Portogente

domingo, dezembro 04, 2011

Cursos Online e Presenciais na área de Radiologia Industrial

Online

A MAXIM Industrial Online oferece cursos, palestras e simulados em atendimento específico à necessidade de cada cliente, abrangendo as áreas de Proteção Radiológica e dispõe de instalações, equipamentos e toda infraestrutura necessária para dar apoio aos cursos online que requeiram atividades práticas.



Cursos oferecidos:

Proteção Radiológica em Radiologia Médica e Odontológica


Presenciais

A MAXIM Industrial oferece treinamentos, cursos e palestras em atendimento específico à necessidade de cada cliente, abrangendo as áreas de Proteção Radiológica, Radiografia Industrial, Medidores Nucleares, Aceleradores Industriais (Scanner de Raios-X) e dispõe de instalações, equipamentos e toda infra-estrutura necessária para realização de treinamentos nos estados de Alagoas, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Promovemos treinamentos e cursos "in company" mediante agendamento prévio e acerto comercial.



Cursos Oferecidos:

Carga Horária: 8h

Carga Horária: 40h

Carga Horária: 16h

Carga Horária: 16h
Carga Horária: 16h
Carga Horária: 80h
Local: Cabo de Sto. Agostinho-PE, Campos-RJ, Fortaleza-CE, Recife-PE, Rio de Janeiro-RJ, Uberaba-MG.

Carga Horária: 40h
Local: Rio de Janeiro-RJ

Carga Horária: 16h
Local: Rio de Janeiro-RJ



Fonte: MAXIM Industrial (com adaptações).


sábado, dezembro 03, 2011

Últimos Eventos Radiológicos de 2011

Aproveitem as férias pra fazer um curso, participar de congressos. Não podemos parar! 


Evento: Simpósio de Mamografia e Radioterapia - UERJ
Data: 10/12
Local: Hospital Universitário Pedro Ernesto - Rio de Janeiro-RJ
Informações: (21) 2868-8112 das 08 as 12h / 9955-0205 Wallace







Evento: Workshop em Hemodinâmica - Técnicas de Aquisição de Exames e Patologia Aplicada
Data: 17/12
Local: Centro Educacional Diffusion - São Paulo-SP
Informações: (11) 2592-9555 ou no site.

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Cursos abertos de Ensaios Não Destrutivos

Para quem se interessa pela radiologia industrial, várias oportunidades de se especializar e obter o certificado de Supervisor de Radioproteção pela CETRE do Brasil.

Confira:


São Paulo


Carga Horária: 40h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.

Carga Horária: Nível 1 (Chapas) - 64h; Nível 2 (Soldas) - 120h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.

Carga Horária: Nível 1 - 64h; Nível 2 - 120h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.

Carga Horária: 40h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área de radioproteção e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.


Santos


Carga Horária: 40h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.

Carga Horária: Nível 1 (Chapas) - 64h; Nível 2 (Soldas) - 120h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.


Taubaté


Carga Horária: 40h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.

Carga Horária: Nível 1 (Chapas) - 64h; Nível 2 (Soldas) - 120h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.
Datas de Início: 12/12/2011 (Diurno), 19/12/2011 (Noturno), 23/01/2012 (Noturno), 13/02/2012 (Noturno).


Salvador


Carga Horária: 40h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.

Carga Horária: Nível 1 (Chapas) - 64h; Nível 2 (Soldas) - 120h
Pré-Requisitos: É recomendável que o participante tenha alguma experiência na área industrial e formação no ensino médio, porém a comprovação da escolaridade não é um pré-requisito para o candidato participar do curso.
Datas de Início: 16/01/2012 (Noturno), 13/02/2012 (Noturno).




quinta-feira, novembro 24, 2011

Entrevista com Tecnólogos - Pernambuco

  3ª Entrevista com Tecnólogos em Radiologia


Por Mariana Duarte
Nome: Edméa Gomes de Andrade
 
Situação acadêmica: 7º período do curso de Tecnologia em Radiologia

Instituição de Graduação: Instituto Federal de Pernambuco

1- O curso de Tecnólogo em Radiologia foi uma escolha ou foi por acaso?

Na verdade, eu não conhecia a profissão Tecnólogo. Quando se falava em radiologia, o que vinha na minha mente era apenas a profissão de Médico Radiologista e Técnico em Radiologia, como eram limitados meus conhecimentos na área. Optei por Radiologia porque era o único curso superior em que me enquadrava. Hoje, agradeço á Deus! Acho que fiz a escolha certa.

2- Quantos semestres tem o seu curso?

São sete semestres, seis em sala de aula e um na prática do estágio.

3- Como você avalia o seu curso? Está sendo o que você esperava?

Em um conceito de 0 a 10, conceituaria o curso com nota 8, não por falhas no desenvolvimento educacional, mas sim na infraestrutura do curso. Considero que todos os estudantes e egressos do curso de Tecnologia em Radiologia estão de parabéns, porque em meio às necessidades do curso, conseguimos nos sobressair, muitas vezes, como os melhores no mercado. Diante disso, considero que, de certa forma, o curso saiu como eu esperava.

4- Com relação aos professores, atingiram às suas expectativas? Foi aluno de algum Tecnólogo?

Sim. Os professores têm currículos excelentes, e mesmo com a dificuldade na infraestrutura da instituição pública, conseguiram transferir seus conhecimentos aos alunos. Fui aluna de dois tecnólogos.

5- Quanto às matérias vistas no curso, acha que faltou algo a ser visto?

Sim. São disciplinas que são muito exigidas no mercado de trabalho, mas que não deixam de ser importantes.

6- A instituição é otimista quanto ao seu curso? Deram segurança quanto ao futuro da sua profissão?

Com certeza. Apesar de não termos a melhor infraestrutura, em relação a outras instituições particulares, com muito esforço obtivemos nota 4 no Índice Geral dos Cursos (IGC) e no ENADE. Os professores conhecem muito bem o mercado de trabalho do Tecnólogo, e em decorrência disso, existe um grande incentivo a partir deles.

7- Qual será o tema da sua monografia?

No meu caso, é necessário o relatório do estágio supervisionado.

8- Comente sobre o seu estágio. Estagia por quanto tempo? Está sendo produtivo? Onde é (hospital, clínica)? É remunerado?

Sim, está sendo bastante produtivo. No instituto, o convênio foi firmado com a Secretaria de Saúde, com isso podemos estagiar em qualquer hospital conveniado com a secretaria, porém é necessário se ter um contrato com o hospital. O hospital que temos contrato é o Hospital da Restauração, considero como sendo "a menina dos olhos” de qualquer estagiário de técnicas radiológicas. Apesar de não comportar equipamentos sofisticados, o HR, como é chamado, oferece uma gama de oportunidades para o aprendizado em radiologia. Como o estágio é supervisionado, e portanto curricular e obrigatório, não é remunerado.

9- Quem o supervisiona no estágio (Técnico, Tecnólogo..)?

Nenhum dos dois, o profissional que nos supervisiona é o Médico Radiologista. Porém, nos feriados temos um preceptor que é Tecnólogo.

10- Qual a situação do curso em seu estado? É novo, tem formados, há várias instituições com o curso?

A primeira turma do curso de Tecnologia me Radiologia do IFPE-campus Recife foi formada em 2007, sendo minha turma a quinta a se formar. Os estudantes ingressam a partir do segundo semestre do ano, por volta de agosto a setembro. No momento, existem três instituições que possuem o curso de Tecnologia em Radiologia, sendo duas delas privadas.

11- Você já tem registro no Conter?

Ainda não concluí a carga horária do estágio.

12- Qual a perspectiva de emprego na área, onde vive? E a faixa salarial?

Apesar do número de clínicas e hospitais na região ainda não ser compatível com o número de Tecnólogos se formando, existem aqueles que conseguem se sobressair por fazerem o diferencial no mercado, que cada vez mais se torna competitivo para qualquer área. Infelizmente, a faixa salarial ainda não é digna para o Tecnólogo, porém acredito que esse reconhecimento vai ser proporcional a regulamentação e reconhecimento da profissão do Tecnólogo em Radiologia.

13- Você trabalha ou conhece quem trabalha como Tecnólogo em Radiologia?

Sim, conheço sim. Inclusive alguns são ou já foram meus professores.

14- Em que área pretende atuar na radiologia?

Pretendo atuar na área de Radiologia Médica

15- Você tem alguma especialização na área?

Não, ainda não obtive meu certificado e nem diploma.

16- Já houve concurso para Tecnólogo em sua região?

Já. Se não me engano, há dois anos teve concurso na cidade de Ipojuca com vagas disponibilizadas para Tecnólogos em Radiologia.

17- Comente o que quiser.

Bom, espero que com essas minhas palavras eu possa ter contribuído, mais uma vez,  para o reconhecimento da profissão do Tecnólogo em Radiologia.
Obrigada pela oportunidade.


Muito obrigada, Edméa! Pode ter certeza que você contribuiu bastante!
Você demonstrou ter muito amor pelo que faz, parabéns!


Quem quiser ser mais um entrevistado, clique aqui! Somente São Paulo completou as "vagas" na entrevista, ainda temos um Brasil inteiro aí pra falar dos Tecnólogos! Participe!

segunda-feira, novembro 21, 2011

Entrevista com Tecnólogos - São Paulo II

 2ª Entrevista com Tecnólogos em Radiologia do Blog


Por Mariana Duarte



Nome: Camila Dias Cazula

Situação acadêmica: Formada em junho de 2011 em Tecnologia em Radiologia

Instituição de Graduação: Universidade Nove de Julho
 
1- O curso de Tecnólogo em Radiologia foi uma escolha ou foi por acaso?
 
Na época, eu estava pensando em fazer o curso técnico, mas fui selecionada no PROUNI com a bolsa integral na UNINOVE e decidi agarrar a oportunidade.
 
2- Quantos semestres teve o seu curso?
 
6 semestres
 
3- Como você avalia o seu curso? Foi o que você esperava?
 
Gostei muito do curso, mas o que eu achava que a faculdade não me proporcionava, busquei em congressos, cursos livres e de extensão durante a graduação. 

4- Com relação aos professores, atingiram às suas expectativas? Foi aluno de algum Tecnólogo?
 
Na UNINOVE temos aulas com vários tecnólogos, e como em qualquer curso encontrei professores bons e aqueles nem tão bons assim. Mas acho que o curso ter tecnólogos no corpo docente motiva os alunos a buscarem uma formação mais especializada.
 
5- Quanto às matérias vistas no curso, acha que faltou algo a ser visto?

Legislação! Acho que os cursos deveriam abordar mais a fundo, leis e resoluções ligada as técnicas radiológicas. 

 

6- A instituição era otimista quanto ao seu curso? Deram segurança quanto ao futuro da sua profissão?
 

Sim, sempre tive professores e principalmente meu coordenador motivando os alunos, relatando como vários ex-alunos conseguiram uma boa colocação no mercado.
 
7- Qual foi o tema da sua monografia?

Na UNINOVE temos 6 projetos (um por semestre) no lugar da monografia. Cada um aborda um assunto e uma metologia diferente. Com a ajuda de um professor eu e mais um amigo de sala participamos da JPR 2011 com um painel impresso sobre pós processamento em tomografia, tema que surgiu durante a elaboração de um desses projetos.
 

8- Comente sobre o seu estágio. Estagiou por quanto tempo? Foi produtivo? Onde foi (hospital, clínica)? Foi remunerado?

Estagiei só a carga horária obrigatória do curso numa clínica, aonde com ajuda da equipe me proporcionaram um estágio muito proveitoso. No ultimo ano de graduação fiz iniciação científica no IPEN/USP, que foi a melhor experiencia que tive durante minha formação.
 

9- Quem o supervisionou no estágio (Técnico, Tecnólogo..)?

Fui supervisionada por ambos, técnico e tecnólogo. E na iniciação fui orientada por uma física que foi minha professora no curso de tecnologia.
 

10- Qual a situação do curso em seu estado? É novo, tem formados, há várias instituições com o curso?

Imagino que São Paulo seja a cidade com o maior número de Tecnólogos em Radiologia e de instituições que possuem o curso.
 

11- Você já tem registro no Conter?

Ainda não.
 

12- Qual a perspectiva de emprego na área, onde vive? E a faixa salarial?

São Paulo como as outras metrópoles possui um mercado saturado e uma faixa salarial muito variante devido as terceirizações

 

13- Você trabalha ou conhece quem trabalha como Tecnólogo em Radiologia?

Conheço dois amigos, ambos formados na UNINOVE que trabalham num hospital aqui em São Paulo que tem seu quadro de operadores formado em sua grande maioria por tecnólogos em radiologia. 

 

14- Em que área pretende atuar na radiologia?

Radiologia forense me encanta, mas pela dificuldade de ingresso na área tenho dúvidas se sigo este caminho ou não.
 

15- Você tem alguma especialização na área?

Me matriculei numa especialização na área logo depois de formada, mas por não ter o número mínimo de alunos, o curso só terá inicio ano que vem, ano que prentendo iniciar o mestrado também.
 

16- Já houve concurso para Tecnólogo em sua região?

Que eu saiba não.
 

17- Comente o que quiser.

Penso que só seremos reconhecidos como profissionais de nível superior quando começarmos a nos portar como tal. Os tecnólogos devem buscar ir mais fundo na formação, se especializar, começar a ocupar cargos que deveriam ser nossos mas que acabam na mão de outros profissionais.


Obrigada, Camila! Muito sucesso em sua caminhada, também!

Quer falar sobre o seu curso? Participe da entrevista! 

Clique aqui e saiba como.

domingo, novembro 20, 2011

Cursos de Tecnologia em Radiologia e faculdades avaliadas no Enade

 Por Mariana Duarte



Para que visualizem melhor, dividi os cursos por estado e coloquei as notas do Enade em ordem crescente, da menor para a maior.

Lembrando que o CPC (Conceito Preliminar de Curso) avalia os cursos de graduação e é aplicado anualmente por grupo de áreas do conhecimento que visitam uma instituição. Os especialistas verificam: as condições de ensino, em especial aquelas relativas ao corpo docente, às instalações físicas e à organização didático-pedagógica. Notas de 3 a 5 são consideradas satisfatórias e 1 e 2 insatisfatórias.

Sem Conceito (SC) é o caso de cursos que não obtiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) por não atender a um ou mais itens das oito medidas de cálculo.

E a nota do Enade é o resultado dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes.


Paraná

Instituto de Ensino Superior de Londrina (INESUL) - Londrina: SC

Faculdade CBES (CBES) - Curitiba: 3 - 3

Faculdades Integradas Camões (FICA)
- Curitiba:  3 - 3 

Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - Curitiba: 5 - 5


São Paulo

Centro Universitário de Santo André (UNIA) - Santo André: SC
 
Universidade Paulista (UNIP) - Santos: SC
 
Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN) - São Paulo: SC
 
Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) - São Paulo: SC
 
Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) - São Paulo: SC

Universidade Paulista (UNIP) - Bauru: 2 - SC

Centro Universitário Sant´Anna (UNISANT'ANNA) - São Paulo: 2 - 3
 
Universidade Guarulhos (UNG) - Guarulhos: 2 - 3

Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN) - São Bernardo do Campo: 3 - 2
 
Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) - Presidente Prudente: 3 - 3

Universidade de Franca (UNIFRAN) - Franca: 3 - 3

Universidade Bras Cubas (UBC) - Mogi das Cruzes: 3 - 3

Faculdade Método de São Paulo (FAMESP)
- São Paulo: 3 - 3

Faculdade Casa Branca (FACAB) - Casa Branca: 3 - 3

Universidade Nove de Julho (UNINOVE) - São Paulo: 3 - 4

Centro Universitário Central Paulista (UNICEP) - São Carlos: 3 - 4 

Centro Universitário Lusíada (UNILUS) - Santos: 4 - 3

Universidade Paulista (UNIP) - Campinas: 4 - 4

Universidade Paulista (UNIP) - Sorocaba: 4 - 4

Universidade Paulista (UNIP) - São José do Rio Preto: 4 - 4

Centro Universitário São Camilo (SAO CAMILO)
- São Paulo: 4 - 4

Faculdade Santa Marcelina (FASM)
- São Paulo: 5 - 4


Piauí

Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí (NOVAFAPI) - Teresina: SC


Faculdade São Gabriel (FSG) - Teresina: 3 - 2

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) - Teresina: 5 - 4


Santa Catarina

Universidade do Contestado (UNC) - Canoinhas: 1 - SC


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IF-SC) - Florianópolis: 5 - 3
 

Distrito Federal

Faculdades Integradas Unicesp (FACICESP) - Brasília: SC
 

Faculdade de Tecnologia Cenacap (CENACAP) - Brasília: 2 - 2 

Faculdades LS (FACELS) - Brasília: 2 - 3

Universidade Paulista (UNIP) - Brasília: 4 - 4 


Pernambuco

Faculdade Integrada de Pernambuco (FACIPE) - Recife: SC

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE)
- Recife: 4 - SC

Faculdade Maurício de Nassau (FMN)
- Recife: 4 - 4 


Rio Grande do Sul 

Faculdade de Tecnologia Saint Pastous (FSP) - Porto Alegre: 3 - 3
 
Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) - Canoas: 4 - 3

Faculdade de Tecnologia Ipuc (FATIPUC) - Canoas: 4 - 3
 


Minas Gerais

Faculdade do Trabalho (FATRA) - Uberlândia: SC

Faculdade de Tecnologia Egídio José da Silva (FATEGIDIO) - Teófilo Otoni: SC

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Belo Horizonte: SC

Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR) - Pará de Minas: 1 - SC

Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS) - Divinópolis: 1 - SC
 
Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS) - Belo Horizonte: 2 - SC
 
Faculdade de Tecnologia de Minas Gerais (FATEMG) - Ipatinga: 2 - 2

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET/MG) - Belo Horizonte: 3 - SC
 
Faculdade de Tecnologia Novo Rumo - Belo Horizonte: 3 - 2
 

Faculdade São Camilo (FASC-MG) - Belo Horizonte: 3 - 3



Goiás


Centro Universitário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (UNIDESC) - Luziânia: 2 - 2

Faculdade de Santa Rita de Cássia (UNIFASC) - Itumbiara: 3 - SC

Universidade Paulista (UNIP) - Goiânia: 3 - 2

Centro Universitário de Anápolis (UNIEVANGÉLICA) - Anápolis: 3 - 3 


Amazonas 

Universidade Paulista (UNIP) - Manaus: 3 - 3

Faculdade Literatus (UNICEL) - Manaus: 3 - 3 



Alagoas

Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL) - Maceió: 3 - 3 



Rio de Janeiro

Universidade Estácio de Sá (UNESA) - Petrópolis: 2 - 2

Universidade Severino Sombra (USS) - Vassouras: 2 - 3

Universidade Estácio de Sá (UNESA) - Campos dos Goytacazes: 2 - 3
 

Universidade Estácio de Sá (UNESA) - Niterói: 2 - 3 

Universidade Estácio de Sá (UNESA) - Nova Iguaçu: 2 - 3 

Universidade Estácio de Sá (UNESA) - Rio de Janeiro: 2 - 3

Universidade Iguaçu (UNIG) - Nova Iguaçu: 2 - 3

Universidade do Grande Rio Professor José de Souza Herdy (UNIGRANRIO) - Duque de Caxias: 2 - 3
 


Bahia

Centro Universitário da Bahia (FIB) - Salvador: SC


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) - Salvador: SC

Faculdade Regional da Bahia (FARB)
- Salvador: 2 - 3 


Mato Grosso

Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG) - Várzea Grande: SC

Centro Universitário Cândido Rondon (UNIRONDON) - Cuiabá: SC

Universidade de Cuiabá (UNIC)
- Cuiabá: 2 - 3 


Ceará

Faculdade de Tecnologia Intensiva (FATECI) - Fortaleza: 2 - 3



Paraíba

Faculdade Santa Emília de Rodat (FASER) - João Pessoa: 2 - 2


Pará

Faculdade de Tecnologia da Amazônia (FAZ) - Belém: 2 - 2


Amapá
 

Faculdade de Tecnologia do Amapá (META) - Macapá: 2 - 2


Maranhão

Centro Universitário do Maranhão (UNICEUMA) - São Luís: 2 - SC

 


Fonte: MEC

sábado, novembro 19, 2011

Somente 49 cursos de Tecnologia em Radiologia foram avaliados pelo Enade 2010

O Ministério da Educação avaliou 2.176 instituições de ensino superior, sendo 229 públicas e 1.947 privadas, entre universidades, centros universitários e faculdades. O ministro Fernando Haddad, ao anunciar os indicadores de qualidade nesta quinta-feira, 17, considerou que, no cômputo geral, a qualidade está melhorando. “Temos hoje professores mais titulados e que se dedicam mais ao ensino do que no passado”, disse.

Junto com a melhora da formação dos docentes, Haddad disse que está sendo feito um investimento pesado tanto nas instituições públicas como nas particulares. No grupo das universidades federais, ele destacou as boas notas obtidas por nove das 14 novas universidades criadas a partir de 2003 e que passaram por avaliação em 2010. Segundo ele, oito universidades ficaram com nota quatro e uma alcançou nota cinco.

A avaliação gerou o Índice Geral de Cursos (IGC) por instituição, com notas de um a cinco pontos. As notas de três a cinco significam conceito satisfatório e as notas um e dois, desempenho insatisfatório.

No quadro de notas obtidas pelas 2.176 instituições, 27 delas alcançaram cinco, sendo 16 públicas e 11 privadas; 131 obtiveram nota quatro (65 públicas e 66 privadas); 985 aparecem com nota três (90 públicas e 895 privadas); 674 tiveram nota dois (41 públicas e 633 privadas); nove tiveram nota um (duas públicas e 335 privadas). Outras 350 instituições participaram do ciclo avaliativo, porém os cursos que não obtiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) por não atender a um ou mais itens das oito medidas de cálculo ficaram sem conceito.

Autonomia

Mas, sete centros universitários e uma universidade com baixa qualidade e avaliação insatisfatória estão perdendo hoje sua autonomia. Eles não podem mais abrir cursos sem a autorização do MEC, nem novas vagas. As medidas também atingem instituições de ensino superior que oferecem educação a distância. “Vamos impedir que essa modalidade importante para a democratização do acesso à educação superior sofra com problemas de qualidade”, explicou Haddad.

“Queremos continuar promovendo a expansão, a interiorização dos cursos, a educação a distância, os cursos superiores de tecnologia, contudo vamos fazer isso com o rigor que o Sinaes [Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior] exige”, afirmou o ministro, lembrando que o sistema está em forte expansão – o ano de 2010 fechou com cerca 6,5 milhões de universitários.

Cursos

Também passaram por avaliação no ano passado 4.143 cursos superiores de graduação. O produto da avaliação de diversos itens é o Conceito Preliminar de Curso (CPC), expresso com notas em uma escala de um a cinco pontos. As notas de três a cinco significam conceito satisfatório e as notas um e dois, desempenho insatisfatório.

Na distribuição dos 4.143 cursos, o mapa do CPC aparece dessa forma: 58 cursos de graduação alcançaram nota cinco; 728 (quatro); 1.608 (três); 575 (dois); 19 (um); e 1.155 cursos das áreas avaliadas aparecem “sem conceito”. Neste caso, o curso não teve a nota final porque faltou um ou mais dos itens que compõem o Conceito Preliminar de Curso.

Medidas

De todos os cursos de medicina que, por terem notas baixas, entraram em processo de supervisão nos últimos anos, Haddad informou que 95% deles atingiram patamar mínimo de funcionamento, o que representa uma vitória do sistema de avaliação.

Mas um novo grupo de cursos de medicina terá 446 vagas cortadas neste ano, enquanto que cursos da mesma área que obtiveram nota máxima nas avaliações dos ministérios da Educação e da Saúde estão autorizados a abrir 320 novas vagas.

Cortes

Haddad anunciou que os mesmos critérios aplicados pelo MEC para os cursos de medicina, direito e pedagogia com conceitos insatisfatórios em anos anteriores, agora serão estendidos a todos os cursos de graduação.  São cursos da área da saúde e cursos de ciência contábeis e administração que terão cerca de 50 mil vagas suspensas para ingresso em 2012.

Nos cursos com pior avaliação, o corte atinge 65% das vagas oferecidas em 2010 e nos demais o corte será de 20%. Além do corte, a instituição precisa assinar com o MEC um termo de saneamento das deficiências com prazo de duração de um ano.

Áreas e cursos 

Em 2010, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes avaliou as áreas de saúde e ciências agrárias, distribuídas em 14 cursos: biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional, agronomia e zootecnia. Também em 2010, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) avaliou cinco tipos de cursos superiores de tecnologia – tecnologia em agroindústria, tecnologia em agronegócio, tecnologia em gestão ambiental, tecnologia em gestão hospitalar e tecnologia em radiologia.

As três áreas do conhecimento com maior número de cursos avaliados em 2010 foram enfermagem, com 728 cursos, fisioterapia (477) e farmácia (389). As áreas com menor número de cursos avaliados são as tecnológicas: tecnologia em agroindustria teve 18 cursos avaliados, tecnologia em gestão hospitalar, 45, e tecnologia em radiologia, 49


Fonte: MEC