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terça-feira, dezembro 07, 2010

Irã diz ter concluído abastecimento de usina nuclear

O Irã concluiu o abastecimento de combustível atômico no reator de sua primeira usina nuclear, informou na quarta-feira (01/12) o diretor do Organismo de Energia Atômica iraniano, Ali Akbar Salehí.

Em declarações divulgadas pela emissora estatal, Salehí acrescentou que após a última carga de combustível a central ficou selada e não é mais possível chegar ao seu núcleo. Dia 29 de novembro, Salehí havia anunciado que a usina de Bushehr já estava em funcionamento.

Com ajuda da Alemanha, Teerã começou a construir sua usina nuclear na década de 1970, mas o projeto foi interrompido pelo triunfo da Revolução Islâmica, que em 1979 depôs o último Xá da Pérsia, Mohamed Reza Pahleví. A construção da usina foi retomada há dez anos com a colaboração da Rússia e concluída este ano.
As autoridades nucleares iranianas anunciaram em 21 de agosto o início do abastecimento de combustível da usina, que estaria pronta para ser conectada à rede elétrica em outubro ou novembro. No mês passado, no entanto, Salehí deu a entender que a integração à rede elétrica seria adiada para o início de 2011.

A imprensa especulou que o atraso tenha sido causado pelo ataque do vírus digital "Stuxnet", que atingiu o país em setembro. Embora as autoridades iranianas tenham admitido alguns danos no país, Salehí reiterou nesta semana que o vírus não afetou o sistema da usina de Bushehr.


Fonte: Terra (com adaptações).

Risco de câncer por radiação médica pode ter sido superestimado

 O risco de sofrer câncer induzido por radiação de tomografia computadorizada pode ser  menor do que o que se pensava anteriormente, de acordo com estudo apresentado no dia 01 deste mês na reunião anual da Radiological Society of North America (RSNA - Sociedade Radiológica da América do Norte). "A radiação dos diagnósticos médicos por imagem têm chamado uma  enorme atenção nos últimos anos", diz Dr. Aabed Meer, candidato médico  da Stanford University em Palo Alto, Calif. "Este é um dos primeiros estudos a analisar o uso do tomógrafo numa população grande".
Os pesquisadores conduziram um estudo retrospectivo com o emprego de queixas à Medicare de 1998 a 2005 para analisar a distribuição de tomografias computadorizadas, determinar a exposição à radiação ionizante associada com os exames e estimar o risco de câncer associado numa população de adultos mais velhos.



Fonte: Radiological Society of North America (RSNA)

Radiação emitida por redes Wi-Fi pode ser prejudicial ao meio ambiente

Segundo um estudo realizado pela Universidade Wagenigen, na Holanda, a radiação emitida por redes Wi-Fi é prejudicial ao meio ambiente. Além de problemas no crescimento de árvores, os pesquisadores detectaram a morte de algumas camadas de tecidos e diversas fissuras e sangramentos nas cascas.

As conclusões indicam que a maioria das cidades do mundo ocidental pode estar sendo afetada pelo problema, especialmente aquelas onde há maior concentração de tecnologia. A pesquisa foi iniciada na cidade de Alphen ann den Rijn, que há cinco anos detectou anormalidades nas árvores que não podiam ser explicadas por nenhum tipo de infecção de vírus ou bactérias.

Os resultados mostram que 70% das árvores em ambientes urbanos apresentam os mesmos sintomas, número que não passava de 10% em 2005. Entre as descobertas feitas pelas equipes de pesquisadores está o fato de florestas com grande densidade serem menos afetadas pelos sinais do que aquelas que possuem grande distância entre cada árvore.

Durante a etapa de estudos, os pesquisadores expuseram 20 árvores de carvalho a diversos tipos de radiação por um período de três meses. Aquelas colocadas pertos de sinais Wi-Fi demonstraram um brilho semelhante ao chumbo, causado pela morte das camadas superior e inferior da epiderme das folhas. Além da radiação emitida pelas redes Wi-Fi e sinais de celular, os sintomas também podem ser atribuídos a micropartículas emitidas por carros e caminhões em áreas urbanas.

Apesar das conclusões obtidas, os pesquisadores alertam que não se deve entrar em pânico, já que ainda devem ser medidos os resultados a longo prazo da exposição à radiação Wi-Fi. Além disso, reforçam que há estudos que provam o contrário e não mostram nenhum tipo de sintoma negativo da exposição prolongada em organismos humanos.


Fonte: Terra

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Governo da Bahia libera poços em município que minera urânio

O Ingá - Instituto de Gestão de Águas e Clima da Bahia - concluiu que são normais os teores de urânio presentes nas águas dos poços da região de Caetité e recomendou à Prefeitura Municipal que libere os poços que foram interditados em novembro do ano passado. Em nota técnica datada de 14 de abril e só agora divulgada, o Ingá informa que a radiação natural nas águas é "condição normal na região".

 
Nos municípios de Caetité e Lagoa Real, situados no sudoeste da Bahia, encontra-se uma das maiores reservas brasileiras de urânio. É nesta região, considerada uma província uranífera, que as Indústrias Nucleares do Brasil exploram a única mina de urânio do país, extraindo e processando o minério que é utilizado para abastecer as usinas nucleares de Angra dos Reis.

No final do ano passado, a partir de denúncias sem base técnica, feitas por grupos ambientalistas, o Ingá interditou poços na região. Em março deste ano, a Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN - informou ao Ingá que "os estudos do sistema hidrogeológico e da distribuição de radioatividade na região mostram que a ocorrência do urânio nas águas subterrâneas é natural, não podendo ser atribuída às atividades de mineração e beneficiamento de urânio". A entidade assegurou que os teores de urânio nas águas não justificava o fechamento dos poços.

A nota técnica do Ingá libera para consumo as águas dos oito poços interditados, localizados nos municípios de Caetité, Lagoa Real e Livramento de Nossa Senhora; somente um poço, situado no distrito de Juazeiro e que há 10 anos se encontra fechado por decisão da área de proteção radiológica da INB, continuará interditado. Este poço é utilizado apenas para monitoramento dos níveis de urânio em suas águas.


Fonte: Diário do Vale

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Mulheres desempenham papel muito relevante no desenvolvimento da energia nuclear

Dentre as revoluções científicas e tecnológicas mais significativas da história, em nenhuma delas as mulheres desempenharam papel tão relevante como no desenvolvimento da energia nuclear. Poucos sabem, mas por trás das descobertas mais importantes, como a comprovação dos primeiros elementos radioativos e da fissão nuclear, estão cientistas mulheres. Hoje, os estudos nucleares continuam a interessá-las.

Fabiana sente fascínio porque a energia nuclear junta física, química e biologia Foto: Lais Telles/Esp DP/D.A press
Elas não são maioria entre os pesquisadores da área. Mas seguem com o objetivo de fazer a diferença na sociedade, a partir do que descobrem nas ciências nucleares.

Fala-se que a radioatividade foi descoberta pelo físico francês Henri Becquerel em 1896. No entanto, somente dois anos depois, em 1898, o fenômeno da radioatividade foi percebido como algo totalmente novo, graças às pesquisas de Marie Curie, polaca que descobriu os primeiros elementos radioativos. Foi a partir do seu trabalho que a física nuclear começou a se desenvolver de fato.





Eliane Valentim diz que a energia nuclear está sendo usada para salvar vidas Foto: Lais Telles/Esp DP/D.A press
Essas e outras histórias foram reunidas pelo americano Jonathan Tennenbaum, no livro Energia nuclear: uma tecnologia feminina (foi publicado no Brasil em 2007, pela editora Capax Dei). ´Depois de Marie Curie, várias mulheres se inspiraram a se tornar cientistas`, afirma Tennenbaum. A começar pela filha de Marie, Irene Curie, que também se tornou uma premiada pesquisadora a partir dos estudos na área nuclear. Tennenbaum ainda cita a alemã Ida Noddack, a primeira a sugerir a ideia de fissão nuclear e a austríaca Lise Meitner, que comprovou a fissão. Dizem que Meitner foi a mulher que deixou a Alemanha com a ´bomba na bolsa`. Por ser judia, ela precisou fugir da Áustria, após a anexação à Alemanha em 1938, no ano da descoberta da fissão.



Viviane Bornann diz que descobertas estimulam interesse das mulheres Foto: Lais Telles/Esp DP/D.A press
´No começo do século 19, a área mais interessante da física era a radioatividade. A mulher que pensava em mexer com ciência era atraída para essa área`, defende Jonathan Tennenbaum. Um século depois, o segmento continua a atrair as mulheres, embora elas sejam minoria. No Centro Regional de Ciências Nucleares (CRCN/NE, em Recife), na Cidade Universitária, elas são quatro doutoras, dentro um universo de 17 pesquisadores.

Para Viviane Bornann, 42 anos, o que estimulou o interesse dessas mulheres precursoras dos estudos nucleares se mantém até hoje. ´A descoberta de coisas novas. Os elementos da radioatividade muitas vezes nos surpreendem`, comenta ela. ´A radioatividade está em todo lugar. Quando se fala em nuclear, pensam logo em bomba ou em contaminação. Mas a ciência nuclear está sendo usada para salvar vidas e identificar poluição no meio ambiente`, conta Eliane Valentim, 42 anos.



Mércia Oliveira defende utilidade prática das pesquisas para a sociedade Foto: Lais Telles/Esp DP/D.A press
´É essa aplicabilidade imediata que me atraiu na ciência nuclear. Todo o conhecimento que a gente gera nas nossas pesquisas tem utilidade prática e ajuda a sociedade`, defende Mércia de Oliveira, 32 anos. Dizem que as mulheres são capazes de desempenhar diversas atividades ao mesmo tempo. Talvez, por isso, o fato da ciência nuclear ser multidisciplinar seja um atrativo para elas. ´Você consegue juntar física, química, biologia. Isso me fascina`, afirma Fabiana Guimarães, 39 anos. 






Fonte: Diário de Pernambuco.com.br (com adaptações).

Vagas para estágio na FIOCRUZ

Estão abertas, no período de 16/11 a 3/12 (hoje), as inscrições para o Programa de Estágio do Centro de Pesquisas René Rachou, unidade mineira da Fundação Oswaldo Cruz. Podem se inscrever estudantes de nível superior e nível médio/técnico. Os selecionados ingressarão no primeiro semestre de 2011.
As atividades para esta edição do Programa são voltadas ao apoio administrativo e, portanto, estudantes de diferentes áreas poderão concorrer, conforme as informações detalhadas no edital. Os candidatos deverão baixar e entregar a ficha de inscrição preenchida.

OBS: As contratações serão realizadas com a interveniência do Centro de Integração Escola-Empresa de Minas Gerais (CIEE-MG). 


Fonte: FIOCRUZ

quarta-feira, novembro 24, 2010

Processo Seletivo para Mestrado e Doutorado







Estão abertas as inscrições para o processo seletivo dos Cursos de Mestrado e Doutorado em Ciência e Tecnologia das Radiações, Minerais e Materiais, do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear - CDTN,  no período de 5 de novembro de 2010 a  19 de janeiro de 2011.












Fonte: CDTN

terça-feira, novembro 23, 2010

Cursos de Especialização

Estão abertas as inscrições para vários cursos de especialização do Hospital Albert Einstein em São Paulo. As inscrições vão até o dia 10/12/2010 e custa R$ 50,00 reais.

Escolha uma das áreas e aproveite! Logo abaixo, cito as áreas mais compatíveis com o nosso curso:

  • Especialização em Ultrassonografia, Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada
  • Especialização em Biomedicina no Diagnóstico por Imagem
  • Especialização em Diagnóstico por Imagem - Modalidades: Cardiovascular / Tórax / Abdome / Neurologia / Músculo-Esquelético / Medicina Nuclear e Mama
  • Especialização em Gestão da Qualidade em Saúde

Fonte: Albert Einstein - Sociedade Beneficente Israelita Brasileira

ALASBIMN BRASIL 2011

Entre 28 de setembro a 1º de outubro de 2011, acontece a vigésima terceira edição do Congresso ALASBIMN, em Porto de Galinhas -Pernambuco, no Summerville Beach Resort. 

A comissão organizadora está preparando um evento para ficar na história, assim como foi o Congresso ALASBIMN, na Bahia, em 1995. A participação maciça de brasileiros - médicos nucleares, físicos, radiofarmacêuticos, químicos, biomédicos, tecnólogos, residentes e estagiários - é importante para o sucesso do evento e engrandecimento da Medicina Nuclear na América Latina. 



Fonte:  SBBMN

terça-feira, novembro 09, 2010

Parabéns aos Raios X!!!!!!

Mesmo nos 45 do segundo tempo eu não poderia deixar de homenagear aqueles que fazem parte do nosso cotidiano, da nossa vida e do nosso futuro! Os Raios X fizeram 115 anos hoje (08/11/2010). Viva Roentgen!
O google fez uma homenagem por meio do seu logotipo, vejam:



sexta-feira, novembro 05, 2010

Vagas de emprego (novas e antigas)

Ontem fiz um post dizendo para vocês se cadastrarem nos sites de emprego, não foi? Pois é, galera! É sério!!! Algumas das vagas, ou melhor, a maioria das vagas que estou postando hoje para vocês, são vagas que já havia postado em julho deste ano. Ou seja, ninguém se candidatou para a vaga e ela continua em aberto. E é tão simples se cadastrar nestes sites... Está certo que para cadastrar seu currículo tem que pagar uma taxa por mês ou até por trimestre, ou por ano, dependendo do site. Mas, é confiável pessoal! Digo isso por experiência própria. Essas empresas que disponibilizam essas vagas por meio desses sites, chamam mesmo! E se você é um recém formado, está com dificuldades para encontrar um emprego na área... vale à pena investir no seu currículo online. Se tiverem dúvidas ao fazer o cadastro podem me contactar, meu email é blogtec.rad@hotmail.com ou deixem um recado aqui no blog mesmo. Tem uma parte só para recados lá embaixo, no fim da página (uma caixinha amarela). Ou deixem uma mensagem aqui no post mesmo. Enfim, não percam estas oportunidades. Essas vagas que vocês verão abaixo são somente algumas, há várias vagas disponíveis, inclusive para técnicos em radiologia, caso você ainda não tenha concluído o seu curso e já quer começar a trabalhar na área. É só pesquisar sempre nesses sites que você encontrará muita coisa. Taí a dica e boa sorte pra todos!

O site da Catho disponibilizou as seguintes vagas:

Requisitos:Experiência em radiologia digital. Curso técnico em Radiologia ou Tecnólogo em Radiologia.
Onde: Sorocaba-SP Vagas: 7 Obs:
Preparar materiais e equipamentos para exames, operar aparelhos de radiologia digital (CR), averiguar condições técnicas dos equipamentos, verificar condições físicas e preparo dos pacientes.
  Cargo: Professor de Radiologia Requisitos: Experiência em mamografia, UDO, tomografia, ressonância. Curso técnico em Radiologia ou Tecnólogo de Radiologia.
Onde: São Paulo-SP Vagas: 15 Obs: Ministrar aulas teóricas e práticas para o curso técnico em Radiologia.

Cargo: Professor de Radiologia Requisitos:Experiência em ministrar aulas de radiologia. Ensino Superior completo na área de Radiologia.
Onde: Embu-SP Vagas: 2 Obs: Contratação imediata.

Cargo: Professor de Radiologia Requisitos:Desejável experiência na função. Técnico ou Tecnólogo em Radiologia.
Onde: Cotia-SP Vagas: 10 
Cargo:

Coordenador de Radiologia

Requisitos:Experiência na função. Ensino Superior completo. Ter disponibilidade de horário.
Onde: Santo André-SP Vagas: 1 Obs: 
Responsável por coordenar as atividades administrativas e operacional do setor de radiologia do hospital, liderança de equipe e demais atividades da função.

Cargo:

Gerente de CDI

Requisitos:Ensino Superior completo em Radiologia, Biomedicina, Administração Hospitalar ou áreas afins. Habilidades em gestão de equipes. Conhecimento técnico e administrativo em rotinas de centro de diagnóstico médico.
Onde: Manaus-AM Vagas: 1 Obs: O profissional vai atuar com a gestão técnica e administrativa de equipes.

Cargo:

Vendedor - Artigos Hospitalares

Requisitos:Experiência no ramo médico hospitalar, preferencialmente na área de radiologia. Desejável Ensino Superior.  Atuar na capital ou interior. Possuir veículo próprio.
Onde: São Paulo-SP Vagas: 2 Obs: Atuará na área comercial com vendas de produtos e artigos hospitalares.
Cargo:

Supervisor de Radioproteção Industrial

Requisitos:Experiência em qualificação na CNEN em Supervisor de Radioproteção. Ensino Tecnológico em Radiologia ou Ensino Superior completo em Radioproteção, Física ou Engenharia. Cursos de ERN2, RIA-RORG ou mesmo supervisor de radioproteção. Conhecimento em dosimetria das radiações, pacote Office em geral e Linux.
Onde: São Paulo-SP Vagas: 1 Obs: 
Atuação em serviços de radioproteção, atividades relacionadas com a prática de radiografia industrial, manuseio de equipamentos detectores de radiação, monitoração de área. Teste de fuga, Wipe Test, elaboração de planos de proteção radiológica para instalações radioativas. Cálculos de blindagem para projetos em instalações radioativas, transporte e documentação de fontes radioativas.

Cargo: Técnico em Radiologia Requisitos:Experiência em radiologia digital. Técnico em Radiologia ou Tecnólogo em Radiologia.
Onde: Sorocaba-SP Vagas: 7 Obs: 
Preparar materiais e equipamentos para exames, operar aparelhos de radiologia digital (CR), averiguar condições técnicas dos equipamentos, verificar condições físicas e preparo dos pacientes.

Cargo:

Assistente de Radiologia

Requisitos:Experiência na área. Ensino Médio completo. Curso de Técnico em Radiologia Médica ou Tecnólogo em Radiologia Médica com registro no CRTR. Conhecimento em procedimentos invasivos de mamografia.
Onde: Rio de Janeiro-RJ Vagas: 4 Obs: 
Realizar exames de mamografia com complementação diagnóstica e densitometria óssea baseado em normas e regras vigentes a fim de garantir a qualidade dos exames e atendimento prestado aos clientes. Realizar os exames de Mamografia, utilizando os parâmetros de aquisição de imagem contidos nas Instruções de trabalho (ITR’s) e manuais das áreas de raios X, mamografia e procedimentos invasivos da mamografia. Auxiliar a equipe médica na realização de exames específicos garantindo qualidade do exame e resultado do cliente. Cuidar da preservação diária dos equipamentos que utiliza, fazendo contatos com Engenharia Clínica e coordenação das unidades quando necessário. Registrar as informações relacionadas à suas atividades utilizando a folha de trabalho que acompanha os exames. Analisar, fotografar e encaminhar para laudo os exames realizados na sua unidade de atendimento. Solucionar problemas técnicos de baixa complexidade, como averiguar a qualidade dos aventais de chumbo, troca de dosímetros dos colegas, limpeza das salas de exames, controles de qualidade de densitometria.

Cargo:

Representante Comercial (Área da Saúde)

Requisitos:Experiência em vendas externas preferencialmente em saúde. Ensino Superior completo em Radiologia, Fisioterapia, Biomedicina, Administração, Marketing, Economia ou Comunicação Social. Habilidade de negociação, comunicação, excelente postura (passar segurança e credibilidade). Conhecimento em inglês básico.
Onde: Campos dos Goytacazes-RJ Vagas: 1 Obs: 
Atuar na representação comercial junto a área médica para atuação no Estado do Rio de Janeiro, região de Campos dos Goytacazes através de carteira de clientes distribuída por regiões.

Dúvidas sobre vagas de emprego no site

Olá, pessoal! Sempre surge mais vagas de emprego para os Tecnólogos em Radiologia e geralmente, essas vagas que divulgo no site são de sites onde é preciso cadastrar o seu currículo para concorrer à essas vagas. Então, o processo é esse! Para quem não sabia, é só cadastrar o email nos sites onde disponibilizo a vaga e preencher os seus dados para a construção do seu currículo. Assim acontece também com as vagas para trainee. Qualquer dúvida entre em contato!


Ass: Blog do Tecnólogo.

segunda-feira, novembro 01, 2010

Saiba quais os 10 piores erros cometidos num currículo

Se você está em busca de um estágio ou de um emprego e não sabe nem por onde começar, aí vai a dica: comece pelo currículo. Ele é seu cartão de visita para o mercado de trabalho, por isso, cuide bem dele. É com o currículo que você faz o primeiro contato com a aquela tão almejada empresa. O documento bem-feito não é sinônimo de vaga garantida, mas é uma etapa importante. E qualquer escorregão pode prejudicar seriamente suas pretensões. Para ajudá-lo nessa missão, o site Universia consultou diversos especialistas em recrutamento e seleção que apontaram algumas falhas que podem colocar tudo a perder. Confira!

Deixar passar erros de português ou digitação

"Dominar a Língua Portuguesa é um requisito básico e fundamental de qualquer processo seletivo. Por isso, fique atento para não cometer erros de ortografia, concordância e até mesmo de digitação no currículo. Você pode ser eliminado antes mesmo de ter a oportunidade de justificar o erro. A desatenção pode ser interpretada como despreparo. A dica é: revise o documento várias vezes antes de enviá-lo. Se preferir, peça para alguém que domine bem o idioma revisá-lo também."

Ana Rita Peres, gerente executiva da seccional de São Paulo da Associação Brasileira de Recursos Humanos.

Mentir

"Não vale a pena mentir. Ao analisar o currículo, o recrutador pode não identificar a mentira. No entanto, você pode ter uma grande surpresa no ato da entrevista pessoal. Pode ser submetido a um teste prático, por exemplo, e vai ficar muito feio para você. Isso é antiético e você pode ser eliminado do processo seletivo por bobeira. Seja verdadeiro. O currículo é feito para que ressalte seus pontos fortes. Nada de inventar informações só para deixá-lo mais completo."

Tania Casado, coordenadora do curso de especialização em Consultoria de Carreira da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Ser prolixo

"Quem quer contar tudo no currículo, não tem a chance de falar nada. É um erro achar que quanto maior for o documento, melhor ele fica. O tempo que você tem para se apresentar ao selecionador é de, no máximo, dois minutos. Portanto, duas folhas são mais do que suficiente. Nada de tentar se enganar, por exemplo, ao diminuir o tamanho da fonte usada no documento. O ideal é ser conciso. Coloque no currículo apenas as informações úteis e necessárias. Ou seja, se você fez um curso de culinária e está em busca de uma vaga de secretariado, oculte esse dado. Afinal, não vai fazer a mínima diferença. Economize espaço para valorizar as características mais relevantes para a vaga pretendida. Tenha bom senso."

Marcelo Abrileri, presidente do Curriculum.com.br, site de recolocação e recrutamento on-line

Ser superficial

"O currículo deve ter as informações mínimas necessárias para que o selecionador o conheça. Quem lê o currículo não tem bola de cristal. Alguns dados, tais como local de formação, locais de trabalho, datas de ingresso e saída, descrição de cargos e de atividades desempenhadas, são fundamentais e não podem faltar. As datas não se resumem ao ano. O ideal é colocar pelo menos o mês. Evite usar abreviaturas e siglas, para facilitar o entendimento do recrutador. O documento deve realçar as realizações pessoais de maneira clara, organizada, lógica e simples. A objetividade passa credibilidade. Mas cuidado: ser generalista pode ser interpretado como imaturidade."

Sandra Schamas, palestrante e escritora do livro "Aumente a sua Empregabilidade".

Apontar distintos objetivos profissionais

"Um dos pontos mais importantes de um currículo é o objetivo. Ele é quem guia os caminhos do candidato e, em alguns casos, até os passos do selecionador. O recrutador muitas vezes começa a leitura do currículo pelo objetivo, se ele estiver alinhado com a vaga prossegue a leitura, caso contrário já o descarta. O objetivo deve ser construído de maneira pensada, estruturada, clara e convincente. Para isso, é preciso saber realmente o que você quer para a sua carreira profissional. Comece sempre com um verbo e nunca coloque a palavra 'almejo'. Duas ou três linhas são suficientes para descrever suas intenções profissionais. Apontar objetivos distintos pode demonstrar imaturidade e falta de foco."

Haroldo Sato, especialista em marketing pessoal e diretor de Recursos Humanos da Fast Shop.
 
Inserir documentos pessoais

"Nunca insira dados relativos a documentos pessoais, tais como CPF, RG, número da carteira de trabalho, título de eleitor ou de carteira de reservista. Essas informações são desnecessárias no processo de seleção, além do mais podem te trazer sérios transtornos. Os números dos documentos sigilosos podem cair na mão de pessoas erradas. No topo do currículo, coloque apenas o nome completo, idade, nacionalidade, estado civil, endereço completo, telefone, número do celular e e-mail. Lembre-se de manter esses dados atualizados, principalmente o número de telefone, já que esse será o meio de comunicação entre entrevistador e candidato. Indicar a pretensão salarial também é dispensável. Coloque-a apenas se solicitado. Esse é um assunto confidencial, que deve ser discutido no ato da entrevista pessoal."

Cíntia Holanda, consultora de Recursos Humanos da Catho.
 
Inserir fotos

"Não faça do seu currículo, um catálogo de fotos. Lembre-se: não é a sua aparência que é avaliada e, sim, os seus conhecimentos e experiências profissionais. Por isso, evite colocar fotos. Legalmente as empresas são proibidas de solicitar retratos dos seus candidatos, já que se trata de uma ação discriminatória. Mas se mesmo assim você optar pela foto, pense: 'qual é a imagem que eu quero passar para o recrutador?' Tenha bom senso. Nada de figuras sem camisa, de óculos escuros ou de biquíni. Escolha algo mais formal."

Alessandra Nogueira, gerente de recrutamento e seleção da Coca-Cola.
 
Deixar a estética de lado ou priorizá-la demais

"A preocupação excessiva com a estética, em alguns casos, pode ser subentendida como compensação de uma falha. Em contrapartida, currículos sujos e amassados demonstram que o candidato é desorganizado. O ideal é optar por folhas brancas e tipologia tradicional, tais como Times New Roman e Arial. Negritos, itálicos e sublinhados só devem ser usados para organizar as informações. Fugir do padrão, às vezes, aguça a curiosidade do recrutador. Porém, é importante identificar o tipo de empresa que faz a seleção. Se for uma instituição de perfil conservador, siga o modelo padrão. Caso contrário, pode-se inovar e usar a criatividade para se destacar no processo seletivo. Mas cuidado! Na dúvida, opte pela boa e velha folha branca."

Regina Silva, consultora de carreira e sócia-diretora do Instituto Gyraser.
 
Padronizar o currículo

"Um currículo se torna muito mais atraente aos olhos do selecionador se adequado ao perfil da empresa e da vaga pretendida. Para cada necessidade, é preciso uma redação diferente. As informações podem ser as mesmas, porém o ideal é ressaltar as características exigidas para o preenchimento da vaga. Se a sua experiência profissional for mais forte, priorize-a. Caso contrário enfatize o lado do estudo. O modelo do currículo é que tem que se adequar às suas necessidades e não você se pautar por um modelo padrão, que não vai te favorecer em nada. A dica é: procure informações sobre a empresa e faça uma boa pesquisa sobre a área em que gostaria de trabalhar para saber as informações que devem ser ressaltadas no próprio currículo e que, geralmente, serão as mais notadas pelo recrutador."

João Florêncio, professor da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba) e consultor na área de educação continuada e gestão de carreiras.
 
Anexar documentos comprobatórios

"Não há necessidade de comprovar as informações descritas no currículo com a apresentação de documentos comprobatórios, tais como o diploma da graduação, a carta de recomendação do antigo trabalho ou, ainda, a cópia do passaporte com o carimbo da viagem para o exterior. Os documentos só devem ser apresentados, quando solicitado. Assinar ou rubricar o currículo também é desnecessário. O recrutador parte do pressuposto de que o candidato fala a verdade." 

 Maiti Junqueira, coordenadora de jovens profissionais da Across. 



Fonte: UNIVERSIA-BRASIL

sexta-feira, outubro 22, 2010

Veja os 10 erros fatais em uma entrevista de emprego


Você já parou para pensar que o seu sucesso numa entrevista de emprego pode depender de alguns detalhes? Uns pequenos, outros nem tanto assim. Às vezes, os erros cometidos pelos candidatos a uma vaga de trabalho são inacreditáveis. Uma roupa mal escolhida, uma frase dita fora de hora... Para ajudar você a ser melhor sucedido nas próximas seleções, o  site Universia consultou diversos especialistas em recrutamento e seleção que falaram, afinal, o que põe tudo a perder quando você está frente a frente com o entrevistador. Confira os dez erros fatais na entrevista de emprego!
   
Chegar atrasado

"Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. A displicência com o horário mostra que você não priorizou tal compromisso em sua agenda. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Tempo é um recurso escasso, logo, deve ser bem aproveitado. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista. Se você chegou no horário, mas tem compromisso para mais tarde o ideal é avisar o entrevistador de antemão. Não faça a entrevista na correria para não se sentir pressionado. Isso pode prejudicar seu desempenho."

Wander Mendes, professor e consultor na área de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico da FGV-PR (Fundação Getúlio Vargas do Paraná).    

Usar roupas informais demais
 
"Hoje em dia, os jovens são muito despojados. Na faculdade, não há nada de mal nisso. Agora, para a entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. É preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais informal. Agora, se a entrevista é para uma instituição financeira, é óbvio que o candidato terá de seguir a regra básica: esporte fino. Lembre-se: o que deve prender a atenção do entrevistador é o seu conteúdo e não a 'embalagem', portanto, jamais vá para a entrevista de chinelo, regata, roupa decotada, barriga aparecendo, saia curta ou short."

Marisa Silva, consultora de Recursos Humanos da Career Center
   
Não saber nada sobre a empresa ou o setor

"É muito comum que os candidatos partam para a entrevista de emprego sem saber sobre a empresa em questão ou sobre o setor em que ela está inserida, quando na verdade, ele deveria estar munido do maior número de informações possível. Se a empresa de recrutamento não divulgar qual é a companhia que está em busca de candidatos, ela deverá, ao menos, informar sobre o setor. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão. Sempre repito isso para meus alunos: informação nunca é demais."

Jaqueline Mascarenhas, consultora de carreira do Ibmec Minas Gerais
   
Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido

"O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade. Este, aliás, é outro problema grave de muitos discursos. Tem candidato que fica tão nervoso na hora da entrevista que dispara a falar e quando percebe já mudou de assunto e não respondeu a pergunta do entrevistador. Isso é muito ruim, já que o ritmo da entrevista é um fator importante."

Marco Túlio Rodrigues Costa, professor de Aspectos Comportamentais Éticos de Gestão de Pessoas da FGV-BH (Fundação Getúlio Vargas de Belo Horizonte)
   
Mentir sobre suas qualificações

"Mentir na entrevista é o mesmo que dar corda para se enforcar. Inventar cursos, referências e pequenos sucessos colocam o candidato numa situação vulnerável porque, caso seja contratado, terá de sustentar essa inverdade por muito tempo. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção. Ao ser contratado, o indivíduo precisa ter claro que convenceu o recrutador de possuir determinadas competências. Ao mentir, não só estará provando que não as tem como atestará sua falta de caráter ao faltar com a verdade. Isso deixará o recrutador descontente duas vezes e poderá resultar em demissão comprometendo, inclusive, futuras recomendações."

Gustavo G. Boog, diretor da Boog Consultoria
   
Falar mal do emprego ou do chefe anterior

"Mesmo que esteja com raiva da empresa ou do chefe antigo, jamais fale mal deles na entrevista de emprego. Essa atitude é vista com maus olhos por 99,9% dos recrutadores. Na entrevista de emprego, o recrutador não está interessado em ficar por dentro de 'pendengas' cujas pessoas e razões ele simplesmente desconhece. Seu objetivo é investigar de que maneira seu perfil profissional e suas qualificações poderão ser úteis para a empresa. Caso você vá logo partindo para o discurso de que estava infeliz no emprego anterior porque seu chefe o perseguia, além de desviar o foco da entrevista, estará levantando questões que podem levar o recrutador a repensar sua contratação. Afinal, numa situação de conflito, é preciso avaliar a parcela de culpa de ambas as partes. Além disso, falar mal da empresa ou do antigo chefe revela uma postura antiética de sua parte, pois se tratam de segredos e detalhes de um negócio do qual você não faz mais parte. Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais."

Maria Bernadete Pupo, gerente de Recursos Humanos da Unifeo e professora da FAC FITO
   
Disputar espaço com o entrevistador
 
"Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade."

Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens Minarelli e especialista em análise e aconselhamento de carreira
   
Vangloriar-se de suas conquistas pessoais

"Na hora de 'vender seu peixe' ponha o ego de lado e não em primeiro lugar. O discurso não pode estar recheado de "eu fiz"; "eu consegui"; "eu conquistei"; e "eu realizei". Quando você coloca todas as conquistas em primeira pessoa pode soar presunçoso para o entrevistador. Até porque, na maior parte das empresas, os projetos e as realizações não são fruto do trabalho individual, mas sim, de uma equipe. Na hora de destacar seus feitos, procure valorizar sua participação em um projeto de sucesso implementado por uma equipe, e a partir disso, destaque como foi sua atuação para que ele fosse bem-sucedido. Lembre-se: egocentrismo não é uma característica admirada pelos contratantes. Para não cair nessa, vale treinar na frente do espelho. Olho no olho, com segurança no discurso. Um pouco de bom humor também ajuda. Existe uma tese que diz: quando você sorri, se desarma internamente e se torna mais receptivo."

Irene Ferreira Azevedo, professora de Liderança da BBS (Brazilian Business School)

Não perguntar nada durante a entrevista
 
"Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Por timidez ou insegurança, muita gente sai com dúvida da entrevista e isso é ruim. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente: 'Desculpe-me, não ficou muito claro para mim'. Agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro."

Cristiane Cortez, consultora de carreira do IBTA Carreiras
 
Demonstrar desequilíbrio emocional

"Não é segredo para ninguém que o nervosismo pode atrapalhar, e muito, nos momentos decisivos. Na entrevista de emprego não poderia ser diferente. O candidato pode até ter o perfil ideal para a vaga, mas se deixar a tensão dominá-lo no momento em que precisa deixar claro suas qualificações, sua chance pode ir por água abaixo. O desequilíbrio emocional demonstrado pela insegurança e o nervosismo pode dizer ao recrutador que você não está pronto para assumir uma grande responsabilidade. Por isso, evite cometer erros como: levar um acompanhante para esperá-lo após a entrevista, inflar seu discurso com comentários negativos ou colocar-se em uma posição de vítima frente adversidades. Se você tem um bom currículo e suas características correspondem ao perfil da vaga, não há motivo para se preocupar."

Priscila Lara, consultora de Recursos Humanos do Grupo Foco




Fonte: UNIVERSIA-BRASIL (com adaptações).

30% dos estagiários atuam fora da área de interesse

Pesquisa aponta falta de assessoria aos alunos por parte das empresas

Uma pesquisa realizada pelo CIPEE (Centro de Incentivo Profissional ao Estudante à Empresa) apontou que 30% dos estagiários realizam funções diferentes das previstas no contrato com a empresa. De acordo com o diretor do CIPEE, Wilson Gomes Junior, o problema está na falta de assessoria que é dada aos alunos pela empresa contratante. "O estudante chega na empresa com muita vontade de trabalhar e em muitos casos as empresas se aproveitam disso para explorar os estagiários que acabam aceitando qualquer função. Muitas vezes os alunos fazem até faxina se os contratantes precisam".

De acordo com os dados da pesquisa, os estagiários que realizam outras funções no emprego não chegam a completar o contrato. "O estudante precisa desenvolver o que aprendeu, caso contrário ele pode ficar desmotivado e até desistir da universidade" afirma Wilson. Para o diretor esse problema acontece em todos os níveis, porém é preciso ficar mais atento com o Ensino Médio devido à falta de experiência dos alunos. "A dificuldade não está só com as empresas, os alunos ainda não têm muita responsabilidade e na maioria das vezes faltam nas entrevistas". Dados do CIPEE revelam que apenas 20% dos candidatos escolhidos para a fase final das entrevistas comparecem.


Fonte: UNIVERSIA-BRASIL

53% dos formados trabalham em outras áreas

É o que aponta uma pesquisa realizada com base nos dados do IBGE
 
Ao comparar - a partir dos microdados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2000 - a profissão de 3,5 milhões de trabalhadores formados em 21 áreas diferentes, pesquisadores descobriram que a maioria deles, mais precisamente 53%, está, hoje, numa profissão distinta daquela para a qual se preparou. A situação varia conforme a carreira. Em Enfermagem, o índice é de 84%, já em Geografia, o índice é de apenas 1%.

A baixa correlação entre a área de formação e a de trabalho levou os pesquisadores Edson Nunes e Márcia de Carvalho a definir, no título do trabalho, esse quadro como "A Grande Besteira Educacional Brasileira: um Ensino Profissional que Não se Aplica às Profissões que o Defendem". Para Nunes, o Brasil oferece uma educação secundária de péssima qualidade e uma profissional muito precoce, o que faz com que os jovens tenham sua vida de estudantes secundários pautada por vestibulares. Isto é muito ruim, não só para a formação dos jovens, como também, para sua carreira.


Fonte: UNIVERSIA-BRASIL

Cresce número de universitários que escolhem a profissão pelo salário

Livros, xerox, mensalidade da facul caso ela seja particular, alguns trocados para o lanche, e, é claro, o dinheirinho "sagrado" para o chopp e para a balada do final de semana. É..., universitário realmente tem muita despesa, apesar da grana ser, quase sempre, bem curtinha. Tanta dureza tem feito muitos jovens pensar bem sobre a profissão que querem seguir e se questionar se o orçamento magro irá ou não acompanhá-los ao longo da vida. É o que mostra uma pesquisa elaborada pelo CIEE-RJ (Centro de Integração Empresa Escola do Rio de Janeiro). 

O estudo, realizado com jovens de 1º e 2º períodos da graduação cadastrados no CIEE-RJ de todas as universidades cariocas, tinha como objetivo descobrir o que os jovens esperam do mercado de trabalho; como escolhem a profissão; e qual a expectativa em relação à faculdade. Quase 90% deles disseram não ter dúvidas sobre o que vão fazer, mas revelaram que escolhem, sim, o estágio pela remuneração que ele oferece, independente da função que irão realizar. 

A mesma pesquisa, realizada em 2004, mostrou que o item "necessidade financeira" fora apontado por 16% dos entrevistados como o principal motivo para procurar estágio. Já nessa última pesquisa, em 2006, o percentual subiu para 28%. De acordo com o responsável pelo setor de pesquisa da instituição, Maurício Eiras Mesquita, as tendências vêm mudando, pois, hoje, os jovens estão cada vez mais preocupados com dinheiro. 

Para a gerente de RH da UVA (Universidade Veiga de Almeida), Leda Pereira, em um mundo competitivo onde quase tudo pode ser copiado, cada vez mais o capital humano e seus talentos diferenciais são valorizados e reconhecidos. Neste caso, escolher a profissão por mercado e não pela aptidão é realmente um grande risco de insucesso e desmotivação. Ela acrescentou que a alta performance profissional requer que ele tenha base de competências essenciais para a sua realização. Logo, escolher uma profissão com base nas aptidões eleva as possibilidades de bons retornos e reconhecimento do talento profissional. 


Fonte: UNIVERSIA-BRASIL

quinta-feira, outubro 21, 2010

Veja o que o mercado passa a exigir depois da formatura

Atitudes e falhas que poderiam ser relevadas ganham maior relevância

Ao terminar a universidade o recém-formado pode ter uma certeza: vai ser muito mais exigido na hora de arrumar um emprego do quando concorreu a um estágio. O ingresso no mercado de trabalho, além de mais competitivo, se torna ainda mais rigoroso. Para conquistar a primeira oportunidade profissional na área de formação, os padrões adotados aos tradicionais programas de estágio devem ser deixados para trás. Conhecimentos, competências e habilidades que antes eram consideradas diferenciais passam a ser requisitos básicos. Atitudes e falhas que poderiam ser relevadas ganham maior repercussão e podem colocar em xeque a aprovação no processo seletivo.

A mudança na exigência, segundo Janaína Ferreira Alves, coordenadora do curso de pós-graduação em Gestão de Negócios da Faculdade IBMEC-RJ, é natural e compatível às atividades e responsabilidades das novas funções. "Enquanto o estagiário não tem alto nível de conhecimento técnico e nem sempre domina totalmente uma língua estrangeira, o perfil do profissional é mais complexo", compara Janaína. De acordo com ela, o mercado espera que o candidato graduado tenha conhecimento técnico mais consolidado, melhores competências comportamentais, experiências profissionais anteriores, bem como tenha cursado ou curse uma pós-graduação e fale pelo menos dois idiomas estrangeiros.

Janaina, no entanto, reconhece a existência de processos seletivos diferenciados para cada tipo de profissional, a partir das vagas oferecidas e dos perfis estipulados para cada contratação. Ainda sim, Dália Derner, professora de Gestão Estratégica de Pessoas da Universidade Anhembi Morumbi, afirma a preferência das empresas por candidatos que expressem autonomia e tomem decisões de acordo com o espaço que lhes forem dados. Para ela, essa é a grande diferença em relação à contratação de um estagiário. "A organização espera que o profissional traga essas questões de autonomia e liderança de experiências anteriores", afirma ela.

Experiência profissional que não se limita aos empregos registrados em carteira. As oportunidades de estágios também são reconhecidas. É o que garante Rafael Chiuzi, professor de Psicologia Organizacional e Gestão de Recursos Humanos da Universidade Metodista. Mas para ele, a comprovação dessas vivências não pode se limitar ao discurso verbal. Ele enfatiza a necessidade de mostrar ao avaliador materiais palpáveis que expressem suas produções e conquistas profissionais. "Além de apresentar o currículo e a carteira de trabalho, é possível entregar carta de referência do antigo emprego com a descrição de suas funções e qualidades", sugere ele. Segundo ele, em carreiras mais práticas - como design, jornalismo, publicidade, arquitetura ou engenharia - é recomendada ainda a apresentação dos trabalhos produzidos nos antigos empregos.

Para qualificar o nível das experiências, Chiuzi afirma que os recrutadores, em geral, apresentam situações adversas e solicitam que os candidatos apresentem soluções adotadas em empregos anteriores. "Na seleção de um estagiário, pede-se que os estudantes criem saídas aos problemas apresentados. Mas quando se trata do processo seletivo de funcionários, as competências dos profissionais são quantificadas a partir de sua própria trajetória no mercado de trabalho", diferencia ele, que acrescenta a relevância de conhecimentos culturais. "E quanto mais experiências profissionais se tem, maior será o diferencial para a conquista da tão almejada vaga", acrescenta o professor da Universidade Metodista.

Outro aspecto cobrado nas seleções de estagiários, mas mais profundamente avaliado para a escolha de profissionais formados é o foco dos candidatos. De acordo com Dália, todos - independente do nível de formação - devem demonstrar saber em qual área querem trabalhar, bem como o que desejam adquirir a partir do crescimento profissional. Para conseguir vencer esse desafio, Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios, sugere que os candidatos conheçam bem a empresa para a qual pretendem concorrer à vaga. "Saiba o que a organização oferece ao mercado, fique por dentro do seu ramo de atividade e identifique quais os benefícios que pode proporcionar a você", recomenda ele.

Diferenças estruturais

As diferenças entre a avaliação que é feita na contratação de um estagiário e de profissional não se restringem ao nível de cobrança. Incluem também as estruturas e as características do próprio processo seletivo. Segundo Dália, para o nível profissional, algumas etapas da seleção não são necessárias, tais como provas de conhecimentos gerais e dinâmicas de grupo. "Claro que isso pode variar de empresa para empresa, mas normalmente as organizações buscam profissionais com um pouco mais de urgência para ocupar cargos importantes e a avaliação é feita, principalmente, em cima das experiências e cargos anteriores", explica Dália.

Mesmo sem acreditar na existência de manuais de regras básicas para se dar bem no processo de seleção, Furtado dá algumas dicas aos candidatos interessados em não fazer feio na hora da entrevista. "É muito importante que o profissional mostre, além de suas experiências, uma postura durante sua apresentação", destaca o coordenador da Trevisan. Segundo ele, é preciso demonstrar humildade e, ao mesmo tempo, saber se valorizar. Ter autoestima também é bastante relevante. "Apresentar um currículo não é apontar um monte de cursos e qualificações, é mostrar um projeto de vida, sobre o que ele já fez ou busca conquistar para a carreira", completa ele.

O cuidado de um profissional deve ser redobrado. Isso porque, de acordo com Chiuzi, aspectos que são toleráveis na seleção de estagiários se tornam inaceitáveis e passíveis de desclassificação quando o processo seletivo é destinado a candidatos de nível superior completo. "Para o estagiário sempre existe uma amenização no modo como ele fala e no jeito que ele se veste. Isso porque é jovem e vive num contexto diferente dentro da faculdade. Para o profissional as coisas são diferentes, pois quanto melhor for a aparência e a sua postura diante da entrevista melhores são as chances de contratação", exemplifica o profissional da Universidade Metodista.

A não contribuição com a equipe dentro de uma dinâmica de grupo ou a ausência de pró-atividade durante a entrevista são atitudes, na visão de Janaína, intoleráveis num candidato à vaga de nível superior. Em caso de organizações mais conservadoras, ela acredita que a cobrança por essa participação é ainda mais forte. "Além disso, se ele disser ter feito alguma coisa que na realidade não fez, a falta é mais grave ainda", enfatiza ela. Para a professora, falar a verdade é importante sempre. "Não deixe transparecer nada que não seja", orienta Janaína. Confira no quadro abaixo a comparação dos requisitos que são observados quando da contratação de um estagiário e durante o processo de escolha dos profissionais:  


PRÉ-REQUISITOS DA SELEÇÃO
Estagiário Profissional
- Ensino Superior (cursando) - Ensino Superior Completo
- Potencial de aprendizado - Pós-graduação (cursando ou concluída)
- Conhecimentos de informática - Experiência Profissional
- Conhecimentos em um idioma estrangeiro - Referências Profisisonais

- Conhecimentos de informática

- Conhecimentos em dois idiomas estrangeiros

- Bagagem cultural

- Autonomia

- Capacidade para tomada de decisões