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quarta-feira, julho 28, 2010

Mamamóvel


Parceria vai ampliar acesso ao Mamamóvel em cidades do Interior do Rio Grande do Sul

Nesta quinta-feira, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) anunciou que irá firmar uma parceria com o Instituto da Mama (Imama) para aumentar o número de mamografias no Rio Grande do Sul. "Faz três anos que a gente luta por isso e agora estamos dando o primeiro passo", afirmou a presidente Maira Caleffi, ao lembrar o esforço que o Imama vem fazendo para ampliar a utilização do Mamamóvel.



Este caminhão - equipado com consultório médico e mamógrafo se desloca por cidades distantes no Interior gaúcho. Além de exames de mamografia e palpação, o veículo leva também oficinas de conscientização. 

Conforme o Imama, a unidade móvel foi aprovada para receber o certificado de qualidade da Comissão de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia. Até agora, alguns entraves burocráticos dificultavam um uso maior do veículo. "O governo do Estado vai contratar o Mamamóvel para atender as mulheres que vivem em municípios onde não há o equipamento", afirma a titular da SES, Arita Bergmann.




A secretária fez o anúncio durante um evento promovido pelo Imama para lançar a 7ª edição da Caminhada das Vitoriosas. Neste ano, serão sete cidades gaúchas participantes. "Queremos convocar toda a população, e não só quem teve câncer, para que a gente possa mostrar que essa doença é preocupante e que precisamos fazer alguma coisa", destaca Maira.



A presidente do Imama aproveitou o lançamento para apresentar Marina da Silva Bernardo. "A história triste dessa senhora mostra a realidade das mulheres que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, quase 80% da população brasileira."


Com 66 anos, dona Marina já enfrentou e venceu um câncer na mama em 2007. Em abril, foi diagnosticado um novo tumor. "Conseguir marcar uma consulta, nunca é fácil. É sempre para um mês depois. Na primeira vez, a quimioterapia demorou um ano para começar", relata.


Segundo Maira, o tempo ideal para dar início ao tratamento quimioterápico é de até 60 dias. "No SUS, a média de espera entre o diagnóstico e a cirurgia chega a 188 dias. É um absurdo". "A maior dificuldade é vencer a angústia e o desespero que vão tomando conta da gente", explica dona Marina. "Mesmo assim, eu não me entrego e vou continuar lutando para receber o atendimento a que tenho direito".




Fonte: Jornal do Comércio (com adaptações)

Mais dois meses de espera em Joinville-SC


Acelerador Linear está em fase de ajustes finais


Se tudo ocorrer conforme o cronograma, o acelerador linear deverá começar a ser utilizado no tratamento de pacientes com câncer no Hospital Municipal São José, em Joinville-SC, em dois meses. O equipamento foi comprado pelo Estado em 2006, e, depois de três licitações fracassadas, a construção da casamata foi concluída. Esta semana começa a fase dos ajustes finais.

“Até o fim da semana, técnicos do fabricante devem chegar à cidade para calibrar a máquina”, diz o diretor do hospital, Tomio Tomita. O equipamento que será utilizado nesse processo já está na casamata. O objetivo é verificar se o nível de radiação indicado pelo equipamento é mesmo o que chega ao paciente. O trabalho deve durar uma semana.

“Depois disso, solicitaremos uma nova visita da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), responsável por fiscalizar se não há vazamento de radiação”, explica. “Só depois da liberação é que os funcionários do setor de oncologia do hospital passarão por um mês de treinamento para operar o acelerador linear”, diz Tomita. “Está tudo dentro do cronograma”, afirma Tomita. “Começamos as obras da casamata no fim de outubro, e para quem esperou cinco anos, um mês de diferença não é nada”, diz Tomita.

Assim que começar a funcionar, a expectativa é de que o número de pacientes diários na radioterapia do São José dobre. “Joinville passará a ser referência na região e deveremos atender a cerca de 120 pacientes de diversos municípios”, diz o chefe do setor de radioterapia do Hospital São José, Ricardo Polli.

Atualmente, cerca de 60 pacientes de radioterapia do hospital são submetidos ao tratamento com a bomba de cobalto, em operação há 20 anos. “Aqueles que têm indicação para tratamento com acelerador linear estão sendo encaminhados para Jaraguá do Sul”.

Mas a bomba de cobalto não será aposentada. Assim que o acelerador entrar em operação, ela receberá uma nova pastilha radioativa, que precisa ser trocada periodicamente. A Prefeitura licitou e importou a pastilha por cerca de R$ 400 mil. “O tempo de uso do aparelho, sem essa manutenção, faz com que os efeitos colaterais se sobreponham ao benefício, por isso o empenho em investir na compra de equipamentos mais modernos como o acelerador e a manutenção da bomba de cobalto, reivindicações médicas há mais de 15 anos”, ressalta.

Fonte: A Notícia (com adaptações)

Perigo de contaminação em Loanda-PR


A preocupação sobre a contaminação ambiental a partir das indústrias de metais sanitários de Loanda, no Paraná, município com 20 mil habitantes, mobilizou uma equipe de pesquisadores de uma autarquia da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2007, Luciana da Conceição Pavanelli e Maria Aparecida Faustino Pires, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), publicaram a dissertação de mestrado
"Diagnóstico Ambiental das Áreas Suscetíveis a Contaminação por Metais no Polo Industrial de Fundição de Loanda, Estado do Paraná".

A pesquisa "mostrou incremento de cobre, zinco, cromo, níquel e chumbo apenas nos pontos adjacentes à indústria e um alto índice de mobilidade de cromo e níquel".

As pesquisadoras concluíram que "o solo da região não requer remediação, porém, ainda existe uma preocupação com o lençol freático". Maria Aparecida, doutora em Química pela USP e pesquisadora do Ipen há 28 anos, diz que algumas indústrias foram visitadas pela equipe durante a elaboração do trabalho.

"Notamos que as empresas maiores tomam os cuidados necessários, mas pode haver problemas em uma ou outra menor, já que o polo industrial é disseminado na região", destaca a orientadora do estudo.

A pesquisadora afirma que as amostra de água colhidas no lençol freático não apontaram problemas, mas ressalta que o perigo de contaminação precisa ser considerado. "Pode ocorrer, caso o aporte de resíduos seja muito grande", explica a doutora.

Para elaborar o estudo, as pesquisadoras chegaram a estudar a direção dos ventos, para verificar como os metais pesados podem ser transportados pelo ar, além do transporte por efluentes líquidos.

"Qualquer processo ambiental causa impactos, mas o que as empresas precisam fazer é usar filtros e adotar procedimentos que possibilitem a liberação do mínimo possível de resíduos no ambiente", comenta Maria Aparecida.  

Denúncia

Uma amostra dos resíduos apontou níveis de cobre 100% acima do limite estabelecido pela Resolução 357/2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

A investigação começou após denúncia de produtores rurais do município, que alegam ter perdido dezenas de cabeças de gado por envenenamento.

Eles alegam que os animais beberam água do Ribeirão Tamandueté, que recebe descargas de resíduos industriais por meio de uma canaleta de concreto, que percorre o pátio de várias indústrias fabricantes de torneiras. 


Fonte: O Diário (com adaptações)

Hospital das Clínicas da USP produzirá radiofármacos

Um convênio entre as iniciativas pública e privada tornou o HC (Hospital das Clínicas da USP) o primeiro hospital público do Estado a produzir radiofármacos, que serão usados em exames e em pesquisas. O projeto, estimado em R$ 17,7 milhões, foi financiado em conjunto com o Hospital Sírio-Libanês e a Secretaria de Estado da Saúde.

O Hospital Sirio Libanês doou um cíclotron, acelerador de partículas que produz os radiofármacos. O principal é o Flúor-18, FDG (fluorodeoxiglucose), elemento radioativo usado como contraste no PET.


O hospital também recebeu um PET/CT, que alia o PET à tomografia computadorizada. "No cíclotron, é possível transformar átomos em elementos radioativos e marcar, com eles, uma substância. O flúor, por exemplo, marca a glicose. Como o tumor precisa de glicose para crescer, é possível enxergá-lo logo no início", diz Carlos Buchpiguel, diretor do Centro de Medicina Nuclear do HC.


O PET pode mudar a conduta nos tratamentos. "Há casos em que o paciente vai ser operado porque se acredita que ele tem tumor só no pulmão, e o PET mostra que não vale a pena porque detecta o câncer em outro local", diz José Soares Jr., presidente da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear. Ele calcula que haja cerca de 20 PET/ CTs no país.


A aquisição do cíclotron foi possível devido à flexibilização, em 2006, do monopólio governamental sobre a produção de alguns radiofármacos. Até então, o HC comprava o FDG do Ipen - que possui os únicos dois cíclotrons da cidade. O aparelho custa entre US$ 2 e US$ 3 milhões.


O foco inicial do projeto será na área de oncologia. O FDG será usado no HC, no Sírio Libanês  e no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Novos marcadores também serão pesquisados.


Além de economia de custos, ter um cíclotron no complexo hospitalar permite produzir elementos radioativos de meia-vida curta. "A meia-vida do oxigênio, por exemplo, é de dois minutos. Se a fonte produtora não estiver ao lado do laboratório, inviabiliza", diz Gonzalo Vecina Neto, superintendente corporativo do Sírio.


Uma espécie de "bunker" com cerca de 2 metros de espessura de concreto na parede está sendo construído para abrigar o aparelho. A obra deve ser entregue em outubro.




Fonte: Tecnologia Radiológica (com adaptações)
 

ExpoT&C 2010


As aplicações da energia nuclear poderão ser conhecidas na ExpoT&C 2010, exposição científica que integra a programação da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O evento ocorre entre os próximos dias 25 e 30 de julho de 2010 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal.  





Os visitantes do estande da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) conhecerão técnicas nucleares usadas na medicina, indústria, geração de eletricidade, agricultura, na área de meio ambiente e em atividades de pesquisa. São demonstrações de como a energia nuclear vem ajudando a melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Criada em 1956, a CNEN pertence ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A Comissão é responsável por regular as atividades nucleares no Brasil e pela grande maioria das atividades de pesquisa e desenvolvimento do setor, garantindo com suas ações o uso cada vez mais amplo e seguro da energia nuclear em nosso País.

A aplicação da energia nuclear mais conhecida é como combustível para produção de energia elétrica, atividade a cargo da Eletronuclear, empresa do Ministério de Minas e Energia (MME). É uma forma limpa e eficiente de gerar eletricidade, além de ser a segunda mais econômica. As usinas nucleares Angra 1 e 2, localizadas no Rio de Janeiro, podem gerar cerca de 3% da eletricidade produzida no Brasil. Uma terceira usina, Angra 3, já está em construção e deve entrar em funcionamento em 2014.

A área médica utiliza técnicas nucleares tanto no diagnóstico como na terapia de vários problemas de saúde. Boa parte dessas técnicas baseia-se no uso de radiofármacos, que são materiais radioativos associados a substâncias que, por terem afinidade com alguns tecidos específicos, se alojam em partes do corpo humano e emitem radiação ionizante.

O meio industrial utiliza técnicas nucleares em diversos setores. Fios e cabos elétricos irradiados melhoram propriedades térmicas e mecânicas e são usados nas indústrias aeronáutica, automobilística, entre outras. A gamagrafia é usada para análise da integridade de estruturas metálicas e de concreto. A radioesterilização (esterilização com o uso de radiação) beneficia produtos como materiais cirúrgicos, cosméticos e alimentos e é usada também no combate a fungos e insetos que danificam artigos como livros, pinturas e esculturas.

Aplicações da energia nuclear como essas serão conhecidas no estande da CNEN. Os visitantes verão maquetes, produtos de mostruário, produções em vídeo e receberão material impresso com explicação do que é a energia nuclear e como está presente em nosso dia a dia.


Fonte: Ambiente Energia (com adaptações)

Radioterapia na adolescência ligada a maior risco de morte neonatal


As mulheres que receberam radioterapia contra o cancro durante a adolescência podem ter maiores probabilidades de que os seus filhos tenham morte neonatal, segundo os resultados de um estudo difundido pela revista médica britânica The Lancet.

A irradiação nos ovários ou no útero na puberdade pode aumentar esta tendência no futuro, revelou uma análise que envolveu 2085 pacientes, entre os quais 1651 mulheres que tinham menos de 21 anos quando o tumor foi diagnosticado.

Os cientistas do Instituto Nacional de Epidemiologia em Rockville e da Universidade de Vanderbilt, Tennessee - EUA chegaram a estas conclusões depois de acompanharem pessoas sobreviventes do cancro durante cinco anos.

Nos homens, no entanto, não se encontrou nenhuma associação entre a radiação na região testicular durante a adolescência e um maior risco de morte neonatal ou fetal.

Os cientistas desconhecem as razões que tornam o útero irradiado mais propenso a sofrer alterações, mas acreditam que pode estar relacionado com a vascularização ou a formação da placenta.


Fonte: Portal de Oncologia Português (com adaptações)

Reciclagem de filmes radiográficos


O Hospital das Clínicas de São Paulo instalou um posto de coleta de exames de raios X para recolher as películas e conscientizar a população sobre a importância do descarte correto do material. 

O local, que funciona há menos de um mês, atende todo tipo de público e já recolheu 340 quilos de filmes radiográficos - doados ao Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo, que vai se beneficiar da reciclagem do material.
De acordo com Carlos Suslik, diretor-executivo do Instituto Central do HC, o filme radiológico não deve ser jogado no lixo comum por conter prata e acetato em sua composição. O metal, inclusive, pode ser recuperado para comércio na forma de prata em "escamas".

Óleo vira biodiesel

Desde janeiro de 2010, o hospital mantém o posto de coleta de óleo de cozinha usado, que vai para a Cooper Glicério, Cooperativa de Catadores, onde é transformado em biodiesel. 

Os interessados em descartar óleo de cozinha usado ou filmes radiográficos podem comparecer ao posto de recolhimento.

Posto de Coleta - Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 (Prédio dos Ambulatórios, térreo), São Paulo-SP. De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.


Fonte: Yahoo (com adaptações)

Contagem ganha fábrica de raios X


A General Eletric inaugurou no dia 21/07/10, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, sua primeira fábrica de equipamentos de saúde – a GE Healthcare – no Brasil e América do Sul, com investimentos de US$ 50 milhões em um período de 10 anos. A GE Healthcare é especializada na fabricação de raios X e aparelhos de diagnóstico por imagem e a nova unidade vai promover o país como polo exportador da tecnologia para América Latina. A empresa já fabrica locomotivas em Contagem.

A iniciativa faz parte da estratégia da empresa de investir em produção local para atender às necessidades específicas do mercado sul-americano, com equipamentos produzidos na região para a região. “A construção da fábrica no Brasil e a criação de uma linha regional de produtos vão diretamente ao encontro de nossa proposta de criar oportunidades para aumentar o acesso da população à medicina diagnóstica. Com a oferta de equipamentos produzidos localmente, nos aproximamos mais de nossos clientes e ampliamos a oferta de soluções que melhor atendam suas expectativas a um preço mais acessível”, explica Cláudia Goulart, presidente da GE Healthcare para a América Latina.

A análise do local para instalação da fábrica foi feita com base em critérios como logística, mão de obra especializada e carga tributária compatível com a indústria eletromédica. “Procuramos mão de obra qualificada, essencial no nosso tipo de negócio, além de estrutura que beneficie a logística, já que também produziremos para exportação”, afirma Andrew Morrison, diretor de novos negócios da GE Healthcare para América Latina.

Cláudia Goulart salienta que, com a iniciativa, a GE Healthcare vai proporcionar ao Brasil benefícios que vão além dos investimentos financeiros. “Traremos ao país tecnologia de ponta em produção de equipamentos de diagnóstico por imagem e iremos desenvolver localmente os nossos fornecedores”.

O diretor de novos negócios da GE Healthcare para América Latina, Andrew Morrison, ressalta ainda que o objetivo da produção local é atender as expectativas clínicas, financeiras e de serviços, não apenas dos já estabelecidos hospitais e instituições de diagnóstico por imagem, como também das pequenas clínicas que buscam se manter atualizadas tecnologicamente de forma confiável e acessível.


Philips

A Philips assinou no dia 21, três protocolos de intenção com o governo do estado: a nacionalização de equipamentos médicos na fábrica de Lagoa Santa; inauguração da nova linha de fabricação de luminárias em Varginha, Sul de Minas, e a expansão da linha de produtos da área de consumer life style. 

Hoje, a Philips já produz no Brasil raios x, cardiovasculares, hemodinâmicas, monitores de beira de leito, monitores fetais, equipamentos de anestesia e ventiladores. No ano passado, iniciou a montagem de ressonâncias e tomógrafos em Lagoa Santa.

Fonte: Uai (com adaptações)

Maior explosão de raios X já registrada "cega" telescópio


A maior explosão de raios X já vista "cegou" temporariamente o telescópio Swift. A explosão foi gerada pela morte de uma estrela há 5 bilhões de anos, segundo a agência espacial americana (Nasa) e cientistas britânicos. As informações são da Reuters.
Segundo o britânico Daily Mail, a fonte foi a queda de uma estrela em um buraco negro, o que causou uma explosão de raios não esperada pela missão do observatório (dividida entre Nasa, Reino Unido e Itália). "A intensidade dessas raios-X foi inesperada e sem precedente", diz o astrônomo Neil Gehrels à reportagem.

 A explosão de raios X cegou temporariamente o telescópio Swift


Fonte: Terra (com adaptações)

segunda-feira, julho 26, 2010

Diploma dos Tecnólogos vale para concurso e pós-graduação


O diploma de graduação dos Tecnólogos tem validade para participação de candidatos em concursos públicos de nível superior, em cursos de especialização e de pós-graduação. A garantia é da área de regulação da educação profissional do Ministério da Educação, diante da dúvida, comum entre os graduandos, quanto à validade do documento.

Muitos estudantes optam inicialmente por essa modalidade de ensino em razão da rapidez de ingresso na vida profissional. Voltados para a formação especializada e, consequentemente, para o mercado de trabalho, os cursos superiores de tecnologia representam 16% da oferta de graduação no país. Assim como os egressos de cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnólogos recebem diploma de graduação e têm o mesmo direito de fazer cursos de especialização, de mestrado ou de doutorado e participar de concursos públicos. Podem também ingressar em curso de mestrado profissional.

“Não há restrição legal quanto ao
tecnólogo fazer pós-graduação”, ressalta o coordenador de regulação da educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Feres. “É preciso ter em mente também que o egresso pode dar continuidade aos estudos, independentemente de títulos acadêmicos.”

Os cursos tecnológicos existem no Brasil desde a década de 60 do século passado. Nos últimos anos, a procura aumentou. O número de alunos matriculados cresceu, entre 2002 e 2008, de 81,3 mil para 421 mil, segundo dados do censo da educação superior.

Entre os cursos mais procurados estão os de gastronomia, automação industrial, análise e desenvolvimento de sistemas,
radiologia e gestão de recursos humanos. Todos com salários iniciais em torno de R$ 2 mil.


Fonte: Instituto Federal de Santa Catarina

Colaboração: Rodrigo Ferraz

sexta-feira, julho 23, 2010

Soldado Universal 3 - Regeneração


Sinopse 





Um grupo de rebeldes sequestra os filhos de um importante político do leste europeu, exigindo em troca, a liberdade de alguns prisioneiros. Para complicar, tomam posse da desativada usina de Chernobyl e instalam no local bombas que podem fazer um grande estrago radioativo na região. Como o inimigo possui um exemplar de Soldado Universal em sua equipe, antigos Soldados Universais são reativados para combater o inimigo, sobrando também para Luc Deveraux, que passando por tratamento psicológico, não imaginava encontrar novamente o sargento Andrew Scott.
 
Informações Técnicas
  
Título Original: Universal Soldier: Regenation
Direção e Roteiro: 
John Hyams, Victor Ostrovsky
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 97 min.
Ano de Produção: 2009
País de origem: EUA

Estúdio/Distrib.: Sony Pictures Home Entertainment, California Filmes

Elenco: 
Jean-Claude Van Damme, Dolph Lundgren, Andrei Arlovski, Mike Pyle, Corey Johnson

terça-feira, julho 13, 2010

Próximos Eventos Radiológicos

Nacionais

Setembro

Evento: I Jornada Norte-Nordeste de Tecnologia Radiológica
Tema: Sustentar o futuro é o nosso desafio
Data: 03, 04 e 05 de setembro de 2010
Local: Fortaleza-CE
Mais informações: (85) 3251-1551/ (85) 9143-0067/ (85) 9143-0045
www.crtrce.com.br ou crtr02@terra.com.br





Outubro

Evento: XXXIX Congresso Brasileiro de RadiologiaData: 9 a 11 de outubro de 2010
Local: Rio de Janeiro-RJ
Informações:
http://www.cbr.org.br

Evento: 8º Congresso Catarinense das Técnicas Radiológicas e ImaginologiaData:16 e 17 de outubro de 2010
Local: Joinville-SC







 




Eventos:
XII Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia
X Jornada de Física Médica
VII Encontro de Técnicos em Radioterapia da SBRT
Data:20 e 23 de outubro de 2010
Local: Campinas-SP

Novembro

Evento: 12º Encontro de Tecnologia Radiológica de Cascavel
(10º Intercâmbio Científico Internacional)
Data: 13 e 14 de novembro de 2010
Local: Cascavel-PR
Mais informações: (45) 9122-7587
Realização: ASSTROSPAR – Associação dos Técnicos e Auxiliares em Radiologia do Oeste e Sudoeste do Paraná

Internacionais

Julho

Evento: 20ª Conferência Anual de Ultra-sonografia Músculo-esquelética
Data: 21 a 24 de julho
Local: Cancún-México
Mais informações:
http://www.fmri.org.mx















Agosto

Evento: XXXV Congresso Colombiano de Radiologia
Data: 5 a 7 de agosto
Local:  Cartagena de Indias-Colômbia
Mais informações: 
http://www.acronline.org



Setembro

Evento: IX Curso Anual de Ultra-sonografia
Data: 12 a 15 de setembro
Local: México
Mais informações:
http://www.smri.org.mx















Evento: Congresso Argentino de Radiologia
Data: 15 a 17 de setembro
Local: Buenos Aires-Argentina
Mais informações:
http://www.sar.org.ar




Outubro

Evento: VIII Congresso Regional de Segurança Radiológica e Nuclear
Data: 1 de outrubro
Local: Medellin-Colômbia
Mais informações:
http://www.acpr.org.co







Evento: Encontro Iberoamericano de Proteção Radiológica
Data: 11 a 15 de outrubro
Local: Medellin-Colômbia
Mais informações: medinao@terra.com.pe

Evento: X Congresso da Sociedade Espanhola de Diagnóstico por Imagem do Abdômen
Tema: O Líder do Trato Gastroinstestinal
Data: 21 e 22 de outrubro
Local: San Sebastian-Espanha
Mais informações:
http://www.sedia.es

Evento: XXV Congresso do Colégio Interamericano de Radiologia
Data: 27 a 29 de outrubro
Local: Santiago-Chile
Mais informações:
http://www.sochradi.cl















Evento: XII Congresso Internacional ALATRA
Data: 30 de outrubro a 01 de novembro
Local: Hotel Cartagena Hilton
Cartagena de Indias-Colômbia
Mais informações: asocoltrid_colombia @hotmail.com





 
Evento: XIV Congresso de Radiologia Pediátrica - SLARP
Data: 29 a 31 de outrubro
Local: Santiago-Chile
Mais informações:
http://www.slarp.net












Fonte: CONTER (com adaptações)

segunda-feira, julho 12, 2010

Comissão de Trabalho aprova regulamentação do Tecnólogo


Texto aprovado exige curso superior em tecnologia e remete aos conselhos profissionais a definição das atribuições da categoria.

A Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público aprovou proposta que regulamenta a profissão de tecnólogo. Pelo texto aprovado, o exercício da profissão será privativo dos diplomados em cursos superiores de tecnologia reconhecidos oficialmente. O texto é um substitutivo do relator, deputado Vicentinho (PT-SP), ao Projeto de Lei 2245/07, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). 

A exigência do diploma já estava prevista no texto original da proposta. O relator mudou as normas para regulamentar as atribuições do tecnólogo. Ele estabelece, no substitutivo aprovado, que as atribuições da profissão serão definidas por meio de resoluções dos conselhos de fiscalizações do exercício profissional. A primeira versão do texto enumerava as atribuições da profissão. “Como os tecnólogos exercem uma gama variada de atividades, é provável que uma lei que regulamente o exercício de seu ofício não consiga englobar as ocupações de todos os profissionais”, afirma. 

O substitutivo também retira da proposta referência às áreas de competência contempladas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, elaborado pelo Ministério da Educação. “Uma lei que vise regulamentar uma profissão não pode estar atrelada à classificação de um guia que tem como objetivo orientar a oferta de cursos”, argumenta.

Além disso, Vicentinho retira do projeto a referência à fiscalização e ao registro do exercício da profissão, tanto por conselhos quanto pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O relator vincula a fiscalização apenas aos conselhos já existentes. O texto também define que caberá às faculdades que mantenham curso de tecnologia encaminhar às instituições incumbidas da fiscalização as características dos profissionais por ela diplomados.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania.



Fonte: CONTER

Congresso de radiologia reúne especialistas


De 16 a 18 de julho acontecerá o 15º Congresso de Tecnólogos e Técnicos em Radiologia do Triângulo Mineiro e o 14º Encontro de Ex-alunos do Centro de Formação Especial em Saúde do Cefores. Profissionais e estudantes terão acesso a uma série de palestras e minicursos para capacitação e especialização de técnicos da região. As ações serão realizadas no Centro Educacional e Administrativo da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

De acordo com Neliane Moreira e Alex Oliveira, ambos da comissão organizadora do evento, o objetivo é oferecer informações atualizadas e apresentar novos equipamentos encontrados no mercado, através de palestras sobre humanização como política pública no atendimento radiológico e medicina nuclear. O atendimento multidisciplinar em hospitais ao paciente com traumas diversos e exames em cães também estarão em pauta, assim como novidades sobre raio-X de tórax, mamografia, e outros exames.

Estarão presentes palestrantes, com especializações e doutorados sobre estes assuntos, de universidades de Uberaba, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Viçosa e Cascavel. Edvaldo Severo dos Santos, presidente do Conselho Regional de Técnicos em Radiologia do Rio de Janeiro, também participará. “O congresso buscará abordar toda a área em que o técnico em radiologia pode atuar, desde o raio-X convencional até o veterinário, e outras técnicas mais complexas, como tomografia, ressonância e a hemodinâmica cerebral”, destaca Alex Oliveira.

Nos intervalos das palestras e minicursos haverá apresentações culturais com o espaço “Café e Prosa”. “Tendo em vista a presença de tantas pessoas de outros estados queremos valorizar um pouco da cultura e da culinária mineira”, destaca Neliane Moreira.
Ela destaca ainda que haverá sorteio de livros sobre os temas do Congresso e para a Festa das Máscaras, que será uma confraternização. 

Inscrições podem ser feitas no site www.radiologiauberaba.com.br ou no local do evento.

Fonte: Jornal da Manhã Online

Para CONTER, acordo com biomédicos é retrocesso


Notícia enviada por email por leitor do Blog.

O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) considera um retrocesso incalculável o acordo firmado entre o Conselho Regional de Técnicos em Radiologia da 5ª região – São Paulo e o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). O acordo abstém a aplicação de autuações e/ou multas aos médicos, clínicas e hospitais que empregam o profissional biomédico para o exercício das atividades das técnicas radiológicas. Segundo a presidente do CONTER, Valdelice Teodoro, a entidade solicita esclarecimento ao regional, pois “acredita que a decisão trará prejuízo aos setenta e três mil profissionais legalmente habilitados para o exercício da profissão”.

O CONTER aguarda decisão da justiça em outras ações sobre a atuação dos biomédicos nas técnicas radiológicas. Para o CONTER, os Conselhos Regionais devem continuar coibindo a pratica ilegal, denunciando ao Ministério Público quem estiver exercendo a profissão de tecnólogo/técnico em radiologia sem formação específica e sem inscrição nos respectivos Conselhos de radiologia. 


Entenda o caso


A polêmica vem se arrastando há dez anos, quando o biomédico começou a adentrar à área da radiologia, alegando amparo na lei que regulamentou sua profissão, e baixando resoluções normatizando tais atribuições. Para o CONTER, determinar através de uma resolução que o biomédico pode atuar em todas as áreas da radiologia, é simplesmente atropelar uma outra profissão devidamente regulamentada a 25 anos, para este fim.

O conteúdo programático do curso de biomedicina aprovado pelo MEC, é voltado para atuação em laboratórios de análises clínicas e radiológicas; e pesquisas,
diferentemente da formação dos profissionais em Radiologia, que tem formação de, no mínimo, 1.200 horas para técnicos e 2.400 horas para tecnólogos, além de estágios, especificamente aplicados à tecnologia radiológica.
O profissional que atua na área da radiologia possui também formação em proteção radiológica objetivando resguardar a saúde de uma forma ampla preservando a sociedade dos malefícios causados pela empregabilidade indevida e desnecessária das radiações ionizantes.





Fonte: CONTER

terça-feira, junho 29, 2010

Novo reator para a Medicina Nuclear


O Brasil pode alcançar a autossuficiência na produção de radioisótopos, principalmente de radiofármacos, a partir da construção do reator multipropósito (RMB). O projeto vem sendo desenvolvido há mais de um ano pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). 

A ideia é iniciar a construção do reator em 2011, para a entrada em funcionamento no prazo de seis anos, disse à Agência Brasil o presidente da Cnen, Odair Gonçalves. Segundo ele, a crise mundial deflagrada com a parada dos reatores canadense e holandês, no ano passado, retirou do mercado 60% da produção de radiofármacos, o que causou prejuízos na área da saúde.

“Foi uma crise que afetou bastante o Brasil, porque o Canadá respondia por 40% do mercado mundial e a Holanda por 30%. Os dois países saíram do mercado e mantiveram cerca de 10%. Ou seja, nós tivemos retirados do mercado 60% da produção”. O Brasil sofreu menos que outros países devido à parceria com a Argentina, que passou a fornecer um terço da necessidade brasileira. Atualmente, o Brasil tem mais um terço sendo fornecido pela África do Sul, disse Gonçalves.

Para o presidente da Cnen, apesar do país ter todo o mercado atendido, essa não é uma situação estável. “A situação, realmente, só vai se tornar estável quando a gente conseguir construir o nosso reator”.
O reator multipropósito brasileiro vai funcionar no novo instituto da Cnen, que será construído no município de Iperó (SP), em área vizinha ao Centro Experimental Aramar, responsável pelo desenvolvimento de pesquisas nucleares da Marinha.

Os dois objetivos principais do RMB são a produção de radiofármacos e testes de materiais. “Fora isso, ele vai produzir outros radioisótopos que poderão ser usados na agricultura. E vai também ter um feixe de neutrons para pesquisas básicas”, disse.
O Brasil tem quatro reatores de pesquisa. Gonçalves destacou, entretanto, que “nenhum deles é adequado para a produção de molibdênio, o radiofármaco usado pelo setor médico, porque os feixes de neutrons são muito baixos. São fracos os feixes”.

O projeto tem custo final estimado de R$ 850 milhões, ou o equivalente a US$ 500 milhões. Este ano, o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou para o projeto verba de R$ 5 milhões dentro do orçamento próprio e do fundos de suporte à pesquisa. Além disso, o ministério destinou uma dotação específica de R$ 50 milhões para o projeto básico.

O presidente da Cnen afirmou que existe a possibilidade de uma parceria com a Argentina para viabilizar o projeto. “De qualquer maneira, a construção propriamente do reator tem que ser encomendada fora [do país]. Porque nós não temos experiência nessa área”. Para Gonçalves, essa participação no exterior poderá se realizar por meio de contrato de cooperação e esclareceu que a parceria com a Argentina precisa ser bem entendida. “Não é a parceria de dois países para construir um reator. A parceria é no desenvolvimento de projetos etc. Mas, o reator é feito no Brasil e vai ser operado pelo Brasil. Então, nesse caso, não é um reator bilateral. É um reator brasileiro”.

Segundo Odair Gonçalves, a Argentina tem interesse também em desenvolver um reator do mesmo tipo. Por isso, ele avaliou que se os dois países puderem ter o mesmo projeto e dividirem os custos da construção, isso pode diminuir os gastos com o projeto.


Fonte: Correio Braziliense

Uma única dose de radioterapia trata câncer de mama


Uma única dose de radioterapia, aplicada logo após a retirada do tumor, é tão eficaz contra o câncer de mama quanto o tratamento convencional, feito em 30 sessões externas

A conclusão é de um estudo que envolveu 2.232 mulheres com câncer ductal invasivo (o mais comum) submetidas à cirurgia conservadora da mama. Elas tinham, em média, 63 anos, e 86% dos tumores tinham menos de 2 cm (estágio inicial). Os resultados foram publicados no "Lancet".
Segundo os autores do estudo, da University College London, na Inglaterra, 90% das recorrências do câncer são no mesmo quadrante de onde o tumor é retirado -por isso, uma só sessão após a cirurgia seria eficiente.
As mulheres foram divididas em dois grupos: parte recebeu radioterapia intraoperatória em dose única e parte fez radioterapia externa convencional, de frações diárias durante cinco semanas. Todas foram acompanhadas por quatro anos.
As taxas de recorrência do tumor foram similares: seis no primeiro grupo e cinco no segundo. Além disso, a radiação intraoperatória foi menos tóxica para as pacientes. 


"Os resultados são encorajadores. A intenção da dose única é evitar que a mulher receba radioterapia externa, pois há menos efeito colateral [já que a radiação é localizada, protegendo os tecidos saudáveis]", diz Maria Aparecida Conte Maia, diretora do serviço de radioterapia do Hospital A.C.Camargo.


Maia testa a técnica há cinco anos no hospital -mais de cem mulheres já receberam o tratamento localizado.
"A dose aplicada é uma paulada, o equivalente a 30 dias de radioterapia convencional. Mesmo assim, os nossos resultados mostram que há beneficios", afirma. 

SELECIONADAS

 O método não é indicado para todas as mulheres com câncer de mama. Ele é restrito para aquelas com tumor único, em estágio inicial (menos de 3 cm) e que não tenha atingido as axilas. "O método não aumenta a curabilidade nem o controle local da doença", pondera Eduardo Weltman, coordenador da radioterapia do hospital Albert Einstein.
Célia Viegas, subchefe do serviço de radioterapia do Inca (Instituto Nacional de Câncer), é cautelosa ao avaliar os resultados. 

"A técnica ainda é experimental e não está disponível em larga escala no Brasil." 


Fonte: EXPRESSOMT